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Fundhacre já realizou mais de mil atendimentos médicos no ambulatório de transplantes em 2022Juliana Queiroz

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Fundhacre já realizou mais de 1 mil atendimentos médicos no ambulatório de transplantes só em 2022. Foto: Gleison Luz

O ambulatório de transplante hepático da Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre) realiza atendimentos de forma semanal e mensal voltados para pré-operatórios e pós-transplantados. Ao longo de 2022, já foram realizados 1.609 atendimentos médicos no local. O ambulatório mensal do mês de outubro foi realizado nos dias 27 e 28, quando foram atendidos pelos especialistas 72 pacientes. E ao todo, juntamente com os ambulatórios semanais, foram atendidos no decorrer do mês de outubro 168 pacientes.

Os atendimentos ocorrem mensalmente com o médico itinerante, cirurgião do aparelho digestivo e transplante de órgãos abdominais, responsável técnico da equipe de transplante de fígado, Tércio Genzini. Já na semana, às terças e quintas, com o médico cirurgião do aparelho digestivo e transplantes Aloysio Coelho.

“O transplante no Acre é uma conquista. Nosso compromisso com a sociedade é de melhoramento dos nossos serviços. Hoje, o ambulatório de fígado faz parte do ambulatório da Fundhacre, juntando as nossas especialidades. Essa gestão tem um compromisso com esse serviço, com a garantia da assistência à nossa população”, destacou a chefe do Planejamento, Duciana Araújo.

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“O nosso foco é sempre o bem-estar do paciente com melhoria na assistência à população. Os pacientes aqui no Acre são atendidos tanto na pré-cirurgia quanto no pós-operatório, que seria o atendimento ambulatorial”, afirma o responsável técnico da equipe de transplante de fígado, Tércio Genzini.

O ambulatório conta com uma equipe multidisciplinar especializada em transplantes, com atendimento de enfermagem, na área de psicologia e apoio administrativo para agendamento de exames. O acesso ao atendimento com esses especialistas ocorre por meio de encaminhamento médico para avaliação de transplante ou cirurgia hepatobiliopancreática.

O atendimento para agendamento é a livre demanda, de segunda a sexta, na sala de transplantes da Fundhacre. O serviço atende pacientes referenciados via Sistema Único de Saúde (SUS) de todo o Brasil e até mesmo do exterior.

O receptor Valdécio da Silva Gomes, 41 anos, realizou o procedimento de transplante no dia 7 de abril. Ao todo, foram nove dias de internação, com uma recuperação rápida.

“O cuidado em si, o acompanhamento da recuperação tem sido bem organizado. Os especialistas têm todo um cuidado, me informam de tudo, as datas para fazer os exames, consultas. Em qualquer dúvida que tenho eles estão prontos para me atender. Só tenho gratidão por tudo. É uma equipe muito profissional que tem cuidado com todos”, destacou o paciente.

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Claudionor da Silva Freitas, 61 anos, transplantado de fígado há 1 ano e 11 meses, teve sua cirurgia realizada em 6 de novembro de 2020. “Eu comecei a fazer meu tratamento no hospital em 2013. Já estamos em 2022, e eu só tenho a agradecer. Sou bem tratado, bem acolhido. Eles são especiais”, encerrou.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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