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Oferta menor de mandioca freia queda nos preços, aponta Cepea

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A oferta de mandioca apresentou redução na última semana, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Esse menor volume disponível foi influenciado pelas chuvas recentes e pela retração dos produtores que cultivam apenas lavouras de primeiro ciclo (com até 12 meses), devido à rentabilidade comprometida dessas plantações.

Impacto na cotação da mandioca fecularia

De acordo com o Cepea, essa menor disponibilidade da matéria-prima ajudou a minimizar a queda nos preços. Entre os dias 4 e 8 de agosto, a média para a tonelada de mandioca posta fecularia ficou em R$ 458,06 (equivalente a R$ 0,7966 por grama de amido), representando uma ligeira baixa de 0,5% em relação à semana anterior.

Comparação com o ano anterior

Quando comparado ao mesmo período de 2024, o preço da mandioca sofreu uma desvalorização real de 9,8%, considerando o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) como deflator. Essa queda reflete a dinâmica do mercado frente aos desafios de oferta e demanda do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional

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A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.

De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.

O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.

O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.

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Robusta também registra valorização

O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.

O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.

Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam

No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.

Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.

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Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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