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Goiás reforça liderança no agronegócio com dados da Radiografia do Agro Goiano

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A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) lançou a 6ª edição da Radiografia do Agro Goiano, consolidando informações estratégicas sobre produção, mercado e exportações do setor agropecuário de Goiás, com dados referentes a 2024. A publicação detalha 51 segmentos produtivos, apresentando indicadores que refletem a força e relevância do estado no cenário nacional.

Produção agrícola: liderança em culturas estratégicas

Segundo o levantamento, Goiás lidera a produção nacional de sorgo, tomate e girassol e figura entre os principais produtores de soja, milho e cana-de-açúcar. O relatório ainda detalha informações sobre fumo, gergelim e marmelo, incluindo dados sobre produção, comercialização, exportações e principais municípios produtores.

Pecuária e avicultura: destaque no rebanho e na industrialização

Na pecuária, o estado mantém o terceiro maior rebanho bovino do país e ocupa o segundo lugar no abate de bovinos, além de apresentar desempenho expressivo na produção de frangos abatidos, leite industrializado e ovos. Esses indicadores reforçam a relevância de Goiás como polo estratégico do agronegócio brasileiro.

Economia e exportações: contribuição significativa

A Radiografia do Agro Goiano também detalha a participação do setor no Valor Bruto da Produção (VBP), em que o estado representa 8,5% do total nacional, além de dados sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e a influência da agropecuária na economia local. A publicação utiliza infográficos, mapas e rankings para mostrar a posição de Goiás nas exportações e no mercado interno.

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Ferramenta estratégica para tomada de decisão

Pedro Leonardo Rezende, titular da Seapa, destaca a importância da publicação:

“A Radiografia do Agro Goiano oferece uma visão ampla e confiável do desempenho de Goiás no campo. É um material que valoriza o trabalho de quem produz e orienta decisões para o fortalecimento da nossa agropecuária.”

Produzida pela Gerência de Inteligência de Mercado Agropecuário da Seapa, vinculada à Superintendência de Produção Rural, a Radiografia utiliza dados de instituições como Conab, IBGE, Mapa e Instituto Mauro Borges (IMB).

Acesso à publicação completa

6ª edição da Radiografia do Agro Goiano

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho em Mato Grosso: área é mantida em 7,39 milhões de hectares e produção da safra 2025/26 deve superar 52 milhões de toneladas

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A safra de milho 2025/26 em Mato Grosso segue com perspectivas positivas de produção, mesmo com a manutenção da área plantada. Segundo o Imea, a estimativa de área permanece em 7,39 milhões de hectares, o que representa um crescimento de 1,83% em relação ao ciclo anterior.

Apesar da estabilidade na área, o destaque está no aumento da produtividade. A projeção de rendimento subiu 1,82% em comparação ao levantamento anterior, alcançando 118,73 sacas por hectare.

Clima favorece lavouras e impulsiona produtividade

O avanço na produtividade está diretamente ligado às condições climáticas favoráveis registradas nos últimos meses. As chuvas regulares beneficiaram principalmente as lavouras das regiões Médio-Norte, Noroeste e Oeste do estado, consideradas estratégicas para a produção.

Por outro lado, o cenário ainda exige atenção na região Sudeste de Mato Grosso, onde as lavouras, especialmente as semeadas mais tardiamente, dependem de maiores volumes de precipitação para garantir o potencial produtivo.

Dados da NOAA indicam a possibilidade de baixos índices hídricos nas próximas semanas nessas áreas, o que mantém o risco climático no radar dos produtores.

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Produção cresce e pode atingir 52,66 milhões de toneladas

Com a combinação de área estável e maior produtividade, a produção de milho em Mato Grosso para a safra 2025/26 foi revisada para cima, com estimativa de 52,66 milhões de toneladas.

O volume reforça a posição do estado como principal produtor nacional e peça-chave no abastecimento interno e nas exportações brasileiras do cereal.

Exportações enfrentam ajustes no curto prazo

Para a safra 2024/25, o Imea projeta exportações de 25,00 milhões de toneladas, alta de 5,04% em relação ao ciclo anterior. No entanto, houve revisão negativa de 3,85% frente ao relatório anterior, refletindo um ritmo mais lento de embarques entre abril e junho.

Até o momento, Mato Grosso já exportou 23,86 milhões de toneladas, restando cerca de 1,14 milhão de toneladas para atingir a estimativa.

Entre os fatores que influenciam o desempenho estão:

  • Queda do dólar
  • Desvalorização dos preços do milho
  • Tensões geopolíticas, como o conflito no Irã

Esses elementos têm impacto direto na competitividade e no ritmo de escoamento da produção.

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Safra 2025/26 deve ampliar embarques e consumo interno

Para a próxima temporada (2025/26), a expectativa é de crescimento nas exportações, que devem atingir 25,90 milhões de toneladas — avanço de 3,60% em relação à safra anterior.

No mercado interno, a demanda segue aquecida. O consumo de milho da safra 2024/25 está estimado em 18,42 milhões de toneladas, crescimento de 12,90%, impulsionado principalmente pela expansão da produção de etanol de milho e pela indústria de ração.

Já para a safra 2025/26, o consumo interno deve alcançar 20,11 milhões de toneladas, representando alta de 9,18%.

Perspectivas para o produtor

O cenário para o milho em Mato Grosso combina fundamentos positivos de produção com desafios no mercado externo. A evolução do clima nas próximas semanas, o comportamento do câmbio e o ambiente geopolítico seguirão como fatores determinantes para os preços e a rentabilidade do produtor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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