O vereador André Kamai (PT), em pronunciamento da sessão de terça-feira, 26, na Câmara Municipal de Rio Branco, voltou a reforçar a necessidade de investigação sobre denúncias de assédio e coação contra servidores na administração pública.
Kamai iniciou sua fala esclarecendo que a oposição não assinou o pedido de afastamento do superintendente da RBTrans porque não foi incluída na lista de assinaturas, e destacou que a base governista vem praticando de forma recorrente a exclusão de iniciativas da oposição.
O parlamentar também relembrou que áudios atribuídos ao superintendente da RBTrans teriam mostrado situações de coação de servidores para apoio político. Segundo ele, os trabalhadores relatam os casos de forma reservada, por medo de retaliações, o que reforça a gravidade das denúncias.
Em sua fala, Kamai criticou o comportamento do Executivo municipal diante das situações relatadas. “Em casos de assédio, a postura do prefeito tem sido defender o assediador e não a vítima. Isso cria um ambiente de medo e de silêncio entre os servidores”, afirmou.
Diante desse cenário, o vereador defendeu a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os casos de assédio. “A CPI é um instrumento legítimo e necessário. Não se trata de perseguição, mas de garantir que os servidores tenham um ambiente de trabalho digno e livre de coação”, reforçou.
Kamai também citou episódio recente envolvendo uma servidora do Estado que, após a demissão de contrato provisório, foi encontrada morta em casa dias depois. Para ele, o caso evidencia a necessidade de atenção humanitária e responsabilidade por parte das gestões públicas.
Por fim, o parlamentar pediu que o debate seja mantido em um nível de respeito e verdade, sem disputas políticas. “Se há real interesse em investigar e combater o assédio, é preciso assinar a CPI ou aprovar o pedido já protocolado. Estamos tratando da vida e da dignidade de servidores públicos”, finalizou.
A Prefeitura de Rio Branco reforçou, nesta sexta-feira (1º), o compromisso com a inclusão social e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à cultura e ao esporte durante a realização do projeto Viva + Rio Branco, na Praça da Revolução, no centro da cidade.
O evento, realizado em alusão ao Dia do Trabalhador, reuniu centenas de pessoas e ofereceu uma programação diversificada, com serviços, atividades culturais e espaços de integração entre famílias, crianças e a comunidade em geral.
Entre as atrações, o grupo de capoeira Celeiro de Bamba ganhou destaque ao mostrar o trabalho realizado com crianças e adolescentes em diferentes bairros da cidade. (Foto: Kátia Farias/Secom)
Entre as atrações, o grupo de capoeira Celeiro de Bamba, coordenado pelo professor Wellison Fernando Leal, conhecido como mestre Marreta, destacou-se ao apresentar o trabalho desenvolvido com crianças e adolescentes em diversos bairros da capital.
Atualmente, o projeto atende mais de 200 crianças, promovendo inclusão social por meio da prática esportiva e cultural. Para o professor, iniciativas como o Viva + Rio Branco são fundamentais para dar visibilidade às ações realizadas nas comunidades.
“Trabalhamos com mais de 200 crianças em vários bairros de Rio Branco, e projetos assim são importantes para dar visibilidade ao trabalho e protagonismo aos alunos”, afirmou o mestre Marreta. (Foto: Kátia Farias/Secom)
“Hoje a gente trabalha com mais de 200 crianças em vários bairros de Rio Branco. Projetos como esse são importantes porque permitem mostrar esse trabalho e dar protagonismo aos nossos alunos, que são os principais beneficiados”, afirmou o mestre Marreta.
Durante a programação, os alunos realizaram apresentações de capoeira, expressão cultural afro-brasileira que reúne elementos de luta, dança, música e esporte, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.
Durante a programação, os alunos fizeram apresentações de capoeira, manifestação cultural afro-brasileira que mistura luta, dança, música e esporte, reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. (Foto: Kátia Farias/Secom)
O coordenador também destacou o impacto social do projeto, que vai além da atividade física.
“A capoeira é uma ferramenta de transformação social. Trabalhamos disciplina, respeito e inclusão, oferecendo novas oportunidades para essas crianças e contribuindo para um futuro melhor”, completou.
A ação faz parte da estratégia da gestão municipal de ampliar o acesso a atividades culturais e esportivas, incentivando cidadania, inclusão social e melhor qualidade de vida em Rio Branco. (Foto: Kátia Farias/Secom)
A iniciativa integra a estratégia da gestão municipal de ampliar o acesso a atividades culturais e esportivas, promovendo cidadania, inclusão social e qualidade de vida para a população de Rio Branco
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