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Escolas estaduais de Cruzeiro do Sul desenvolvem projetos de inclusão no Setembro Verde

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As escolas da rede estadual de Cruzeiro do Sul realizam, durante o mês de setembro, projetos voltados à conscientização sobre a inclusão de pessoas com deficiência. As atividades integram a programação do Setembro Verde, que tem o dia 21 como marco do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.

Ao menos dez escolas já desenvolveram ações de sensibilização, entre elas a Dom Henrique Ruth e a Madre Adelgundes Becker, que mobilizaram toda a comunidade escolar.

Estudantes da Escola Dom Henrique Ruth participam de atividades que simulam vivências de pessoas com deficiência. Foto: Glédisson Albano/SEE.

Na Escola Dom Henrique Ruth, estudantes participaram de atividades que simulam vivências de pessoas com deficiência, como uso de materiais em braile, objetos táteis e práticas esportivas adaptadas.

“Essas experiências ajudam a gente a entender a importância de incluir nossos colegas atípicos. Uma diferença não significa inferioridade, e esse projeto mostra que todos têm potencial para alcançar seus objetivos”, destacou a aluna Joquebed Lima dos Santos.

Comunidade escolar se mobiliza em Cruzeiro do Sul durante programação do Setembro Verde. Foto: Glédisson Albano/SEE.

De acordo com a professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE), Caroline Vieira, a proposta é sensibilizar a comunidade escolar por meio da prática. “Preparamos espaços e jogos que mostram como é o dia a dia de pessoas com deficiência. Os alunos passam a compreender melhor e levam esse aprendizado para fora da escola, tornando-se multiplicadores da inclusão”, afirmou.

A gestora da escola, Raíssa Neri, ressaltou que o envolvimento dos alunos é fundamental. “Eles são protagonistas, planejaram as atividades e apresentaram à comunidade. É um tema que ultrapassa os muros da escola e contribui para formar cidadãos mais empáticos”, salientou.

Projetos reforçam a importância da inclusão e conscientização de alunos sobre o respeito às diferenças. Foto: Glédisson Albano/SEE.

Segundo a coordenadora do Núcleo de Apoio Pedagógico à Inclusão (Napi) da Secretaria de Estado de Educação, Francinete Matias de Abreu, a mobilização nas escolas reforça o compromisso com a inclusão. “Propusemos projetos de sensibilização e encontramos iniciativas grandiosas. Já recebemos registros de atividades em dez escolas, e o número deve aumentar, porque a programação segue até amanhã”, explicou.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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