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POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate exploração sexual infantojuvenil e tráfico de pessoas no Brasil

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POLÍTICA NACIONAL

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta terça-feira (23) para discutir a exploração sexual infantojuvenil e o tráfico de pessoas no Brasil.

O debate será realizado às 16 horas, no plenário 9, e será interativo.

A audiência foi solicitada pelo deputado Reimont (PT-RJ). Segundo o parlamentar, os crimes configuram graves violações de direitos humanos que comprometem de forma irreversível a dignidade, a saúde e o desenvolvimento das vítimas.

Ele observa que esses crimes envolvem aliciamento para redes de exploração, tráfico interno e internacional, uso de plataformas digitais para cooptação e práticas culturais que silenciam ou invisibilizam as vítimas.

“Dados de organismos nacionais e internacionais apontam para o crescimento da exploração sexual online, para a sofisticação das redes de tráfico de pessoas e para a necessidade de respostas interinstitucionais mais robustas”, afirma Reimont.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.

Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.

— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.

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O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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