AGRONEGÓCIO
Produtos do agro mineiro ganham destaque na Expoalimentaria, no Peru
AGRONEGÓCIO
Minas Gerais será um dos destaques da Expoalimentaria, em Lima, no Peru, considerada a maior feira de alimentos e bebidas da América do Sul. O evento acontece entre os dias 24 e 26 de setembro e contará com a participação de oito empresas mineiras, que recebem apoio técnico e institucional da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa).
A iniciativa é realizada em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e com a Embaixada do Brasil em Lima, reforçando a presença do agro mineiro no mercado internacional e ampliando oportunidades de negócios.
Feira internacional reúne milhares de compradores
A Expoalimentaria é reconhecida como uma das principais vitrines globais do setor de alimentos e bebidas. A edição deste ano deve reunir cerca de 26 mil visitantes, entre compradores, distribuidores e formadores de opinião de pelo menos 17 países, abrindo espaço para novos contratos e parcerias comerciais.
Produtos mineiros que estarão no evento
A delegação de Minas Gerais levará ao Peru uma amostra da diversidade do agro estadual, incluindo:
- Pão de queijo premium;
- Produtos de queijaria vegana;
- Derivados do pequi;
- Frutos do cerrado, como a castanha de baru;
- Óleo de macaúba;
- Cerveja de coquinho azedo;
- Farinha de jatobá;
- Balas e caramelos;
- Máquinas para a indústria alimentícia.
Segundo a assessora técnica da Seapa, Manoela Teixeira, as empresas receberam orientações sobre adequação de amostras, análises de mercado, estratégias de divulgação e posicionamento internacional, garantindo maior competitividade durante a feira.
Comércio entre Minas e Peru
Em 2024, as exportações de Minas Gerais para o Peru somaram US$ 12 milhões, com embarque de cerca de 4 mil toneladas. O país ocupa a 72ª posição no ranking de destinos das vendas externas mineiras e é o 7º entre os parceiros da América do Sul.
Entre os principais produtos exportados estão carne de frango, itens à base de cereais, derivados de cacau e fumo. Para Manoela Teixeira, a participação na Expoalimentaria é estratégica:
“Trata-se de uma oportunidade concreta de ampliar a relevância do agro mineiro em um mercado ainda pequeno, mas com potencial de crescimento, e de projetar nossa diversidade produtiva para compradores internacionais.”
Oportunidades de negócios e networking
Além de ampliar a visibilidade dos produtos mineiros, a participação na feira também busca reforçar a imagem institucional do Estado junto a mercados estratégicos. As empresas terão acesso a rodadas de negócios, encontros com compradores internacionais e atividades de networking, como coquetéis e palestras que reúnem líderes da cadeia global do agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro
A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.
A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.
Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.
A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.
A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.
A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.
Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.
O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.
A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.
Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.
A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.
Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.
Você lê a versão em português clicando aqui.
You can read the English version by clicking here.
Fonte: Pensar Agro
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