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Governo aponta queda de 98% no garimpo ilegal em terras Yanomami; assista

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A atuação do governo federal em Roraima já reduziu em 98% o garimpo ilegal nas terras Yanomami, segundo Newton Tubino, representante da Casa de Governo em Boa Vista. Ele destacou que a presença das forças de segurança também diminuiu a criminalidade no entorno do território indígena.

De acordo com Tubino, o objetivo principal é impedir o retorno da mineração irregular, combatendo a logística do garimpo, que envolve transporte de combustível, alimentos e uso de pistas clandestinas.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) tem atuado na fiscalização e apreensão de combustíveis, o que é essencial para enfraquecer as atividades ilegais.

Por sua vez, o delegado João Paulo Correia explicou que há autorização judicial para destruir equipamentos usados na extração irregular, desde que seja comprovado o uso no garimpo.

Já o deputado Defensor Stélio Dener (Republicanos-RR), que pediu o debate, defendeu a continuidade do combate, mas disse que muitos agricultores e moradores da região estão sendo confundidos com garimpeiros. “A população tem que se sentir protegida, não ameaçada pelo poder de polícia do estado.”

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Da TV Câmara
Edição – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão do Senado analisa porte de arma para mulheres sob medida protetiva

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Mulheres sob medida protetiva de urgência podem passar a ter autorização para o porte de arma temporário. O PL 3.272/2024, que traz essa regra, é um dos oito projetos na pauta da reunião da Comissão de Segurança Pública (CSP) marcada para terça-feira (14), às 11 horas.  

Da ex-senadora Rosana Martinelli, o projeto permite a aquisição, a posse e o porte de armas de fogo para mulheres a partir de 18 anos sob medida protetiva de urgência. A regra geral para adquirir uma arma prevê idade mínima de 25 anos.  A exceção para as mulheres vítimas de violência foi uma emenda acolhida durante a análise da proposta na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado.

O projeto determina que, para obter a autorização do porte de arma, as mulheres deverão cumprir os requisitos exigidos pelo Estatuto do Desarmamento, como capacidade técnica e psicológica para o manuseio da arma. 

O relator na CSP é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele recomendou a aprovação com as mudanças feitas na CDH e uma subemenda para determinar que a autorização para o porte de arma termine quando for revogada a medida protetiva de urgência. O direito à posse (ou seja, manter a arma em casa) foi mantido.

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A decisão da comissão é terminativa. Isso significa que, se for aprovado e não houver recurso para que seja analisado em Plenário, o projeto segue para a Câmara dos Deputados.

Estatuto da vítima

A pauta tem outros sete projetos, entre eles o PL 3.890/2020, que cria o Estatuto da Vítima. O texto detalha direitos e define regras para a chamada Justiça restaurativa, focada em reparar o dano causado pelo crime, em vez de apenas punir o ofensor. O projeto, do deputado Rui Falcão (PT-SP), tem como relator o senador Wilder Morais (PL-GO).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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