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Esperidião Amin defende anistia e celebra encontro entre Lula e Trump

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O senador Esperidião Amin (PP-SC) voltou a defender a anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Ao discursar em Plenário nesta terça-feira (23), ele afirmou que a anistia serviria para unir os brasileiros. Também disse que os vandalismos cometidos foram consequências de um “efeito manada”.

Esperidião Amin também comparou os atos antidemocráticos de 8 de janeiro ao “efeito Lúcifer”, fenômeno descrito no livro do psicólogo Philip Zimbardo, segundo o qual “pessoas boas” podem se tornar “más”, principalmente em aglomerados. Para o senador, os participantes do ato não pretendiam aplicar um golpe de Estado.

— Além dos 1.200 condenados, nós estamos condenando uma população de mais de 200 milhões de habitantes a acreditar que havia um golpe — declarou.

O senador também celebrou o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump durante a Assembleia Geral da ONU. Ele disse estar satisfeito e enfatizou que o presidente Lula deve buscar o diálogo, mesmo com opositores, em favor dos interesses da nação.

— O chefe da tribo, nesse caso, o presidente da República, tem de cumprir a responsabilidade que decorre do exercício do seu cargo.

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Lúrya Rocha, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Regulamentação da educação domiciliar é tema de debate na Câmara nesta terça

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados promove, nesta terça-feira (9), uma audiência pública sobre educação domiciliar (homeschooling) e seus impactos para as crianças e suas famílias. O debate será realizado às 16h30, em plenário a ser definido.

O debate foi sugerido pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e pretende discutir a regulamentação nacional da educação domiciliar.

A audiência deve abordar:

  • a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou a prática compatível com a Constituição, desde que seja disciplinada por lei federal; e
  • o Projeto de Lei 1338/22, que permite a educação dos filhos em casa. O texto já foi aprovado pela Câmara e, atualmente, está em análise no Senado.

Insegurança jurídica
Nikolas Ferreira afirma que a falta de regulamentação tem gerado insegurança jurídica para as famílias que assumem diretamente a educação dos filhos.

Ele cita casos em que pais foram condenados por abandono intelectual, apesar de manterem uma rotina educacional estruturada para os filhos.

O deputado afirma que a educação domiciliar deve ser analisada sob os aspectos da liberdade educacional, da responsabilidade dos pais e do melhor interesse da criança. Segundo ele, o ensino individualizado pode favorecer a aprendizagem ao se adaptar ao ritmo e às necessidades de cada estudante.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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