AGRONEGÓCIO
Prêmio CNA Brasil Artesanal avalia melhores molhos de pimenta artesanais do país
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Entre os dias 1º e 3 de outubro, o júri técnico da 14ª edição do Prêmio CNA Brasil Artesanal – Molho de Pimenta avaliou mais de 90 amostras inscritas. Ao longo de três dias, 12 especialistas e chefs da gastronomia selecionaram os cinco melhores molhos em cada categoria, salgado e agridoce, totalizando dez finalistas que avançam para a votação popular, prevista para 17 de outubro, em Salvador (BA).
O concurso é promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL/SAA-SP), e tem como objetivo valorizar a diversidade e a qualidade da produção artesanal brasileira.
Produtores ganham visibilidade e oportunidades de mercado
Segundo o diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, o prêmio não apenas reconhece a qualidade, mas também ajuda os produtores artesanais a ampliar a visibilidade e melhorar a comercialização:
“A gastronomia é um canal essencial para mostrar o lado do produtor. Esse contato com especialistas contribui muito para o crescimento do setor”, destacou.
A assessora técnica do Prêmio, Fernanda Regina Silva, ressaltou o desafio de montar o júri especializado devido à particularidade dos molhos, mas destacou a sinergia observada durante a avaliação:
“Foram três dias de muito trabalho e dedicação. Essas avaliações podem impactar diretamente a vida de dez produtores e o júri faz parte dessa história.”
Critérios de avaliação e diversidade de sabores
Durante a análise, os molhos foram classificados em quatro níveis de intensidade: fraco, médio, forte e extraforte. Todos os produtos foram codificados e avaliados com base em critérios pré-estabelecidos, com pontuação registrada em sistema próprio da CNA.
O químico industrial e especialista em molhos, Anderson Kleyton Pinheiro, afirmou que o concurso é uma oportunidade de mostrar a diversidade de sabores e ingredientes dos biomas brasileiros.
Para a pesquisadora da Embrapa, Iriani Maldonade, a distribuição dos especialistas e a separação das categorias facilitaram a prova:
“Mesmo os produtos que não foram tão bem avaliados recebem feedback, permitindo ajustes que aumentam suas chances de venda no mercado.”
O especialista em sabor e tendência, Tadeu de Marco, destacou que a avaliação permite compreender o cenário atual da produção artesanal no país, identificando produtos que já estão preparados para competir no mercado:
“Fiquei contente em ver que muitos produtos estão alinhados com o que está acontecendo no mercado, o que é muito positivo.”
Próximas etapas do prêmio
Os dez finalistas serão divulgados na próxima semana e passarão pelo júri popular, marcado para 17 de outubro. Além da qualidade do produto, a trajetória do produtor, tradições familiares e regionais, e o processo produtivo serão considerados. Produtores que cultivarem pelo menos 50% das matérias-primas essenciais receberão bônus de 10% na pontuação final.
Premiação e reconhecimento
Os cinco primeiros colocados de cada categoria receberão certificados, prêmios em dinheiro e o Selo de Participação Ouro, Prata e Bronze:
- 1º lugar: R$ 12 mil
- 2º lugar: R$ 10 mil
- 3º lugar: R$ 8 mil
- 4º lugar: R$ 6 mil
- 5º lugar: R$ 4 mil
A divulgação dos resultados e a cerimônia de premiação serão anunciadas no site e nas redes sociais do Sistema CNA.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Inpasa amplia liderança global e exporta 45 mil toneladas de DDGS para a Turquia
A Inpasa, maior biorrefinaria de etanol da América Latina e o segundo maior grupo produtor de etanol do mundo, realizou um novo embarque de 45 mil toneladas de DDGS (Grãos Secos de Destilarias com Solúveis) com destino à Turquia. A operação reforça a estratégia de expansão internacional da companhia e consolida sua liderança entre os exportadores brasileiros do insumo.
Turquia se consolida como mercado estratégico para a Inpasa
O país asiático vem ganhando relevância na operação global da empresa e já ocupa a posição de segundo maior mercado da Inpasa, atrás apenas do Vietnã.
Desde 2023, a companhia já destinou cerca de 600 mil toneladas de DDGS ao mercado turco, evidenciando a consolidação da parceria comercial e o crescimento da demanda pelo produto.
Exportações ganham ritmo com embarque para China
O novo envio para a Turquia ocorre em um momento de aceleração das exportações da Inpasa, logo após a realização de um embarque de 62 mil toneladas para a China, um dos mercados mais exigentes do mundo.
O movimento reforça a presença global da companhia e sua capacidade de atender diferentes destinos estratégicos simultaneamente.
Logística integrada garante eficiência operacional
A operação logística envolveu diferentes modais de transporte, destacando a estrutura integrada da empresa. O DDGS foi transportado da unidade de Sinop (MT) por caminhões até o terminal de Miritituba, em Itaituba (PA).
Em seguida, o produto seguiu por barcaças pelo rio Tapajós até Santarém, onde foi transferido para o navio Ionic, responsável pelo transporte marítimo até a Turquia.
Segundo a Inpasa, a operação reforça a capacidade da empresa de atuar com eficiência logística e flexibilidade em diferentes rotas de exportação.
Expansão internacional fortalece marca FortiPro
O embarque também reforça o posicionamento da marca FortiPro, lançada pela companhia em março com foco em “performance-driven nutrition”, ou nutrição voltada para desempenho.
A proposta da marca é atender produtores que buscam maior eficiência e previsibilidade na alimentação animal, com produtos de padrão técnico elevado e regularidade de fornecimento.
DDGS com alto padrão nutricional e rastreabilidade
O DDGS produzido pela Inpasa é reconhecido no mercado internacional como uma importante fonte de proteína para nutrição animal. O insumo é livre de antibióticos e contaminantes, atendendo às exigências sanitárias e nutricionais mais rigorosas.
O produto oferece concentração mínima de 32% de proteína bruta, alta digestibilidade e estabilidade nutricional ao longo do ano, além de monitoramento rigoroso de micotoxinas.
Aplicação em diferentes cadeias produtivas
A versatilidade do DDGS permite sua utilização em diversas cadeias da produção animal, incluindo bovinos, aves, suínos e aquicultura. O insumo contribui para a melhoria do ganho de peso e da conversão alimentar dos animais.
Modelo Food + Fuel reforça sustentabilidade
A produção da Inpasa está inserida no modelo integrado Food + Fuel, no qual energia renovável e alimentos são produzidos na mesma área agrícola.
Esse sistema busca otimizar o uso da terra, aumentar a eficiência produtiva e contribuir para os compromissos globais de sustentabilidade e redução de emissões de carbono.
Com o novo embarque para a Turquia, a Inpasa reforça sua posição como principal exportadora brasileira de DDGS e amplia sua presença em mercados estratégicos, consolidando o Brasil como protagonista global na produção de insumos para nutrição animal e biocombustíveis.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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