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Iapen reúne novos policiais penais para definir lotação em unidades do estado
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Com foco na transparência, o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) reuniu os novos policiais penais, aprovados no concurso, nesta segunda-feira, 6, na sede da instituição, para definir a lotação de cada um nas unidades penitenciárias do Estado. O momento foi exclusivo para os homens, já que todas as mulheres serão lotadas em Rio Branco. Os diretores dos presídios também estiveram presentes.

Josiane Maia, chefe da Divisão de Gestão de Pessoas, explicou sobre a dinâmica para a lotação dos policiais. “Hoje a administração está convocando eles para que possam escolher o município em que vão ser lotados. Nós vamos obedecer ao critério de ordem de classificação e, conforme a quantidade de vagas de cada município, a administração vai lotá-los nas unidades prisionais dos respectivos municípios”

A chefe da Divisão ressaltou que o principal objetivo da reunião é mostrar transparência no processo. “A importância de chamá-los por ordem de classificação é um critério de transparência da administração pública, já que não teve definição de quantitativo exato no edital do concurso”, explicou Josiane.

Dez novos policiais penais serão enviados para o município de Senador Guiomard, dezesseis vão para Cruzeiro do Sul, cinco para Tarauacá, dez para Sena Madureira e noventa e seis ficarão em Rio Branco.
Seguindo o critério estabelecido, o policial penal Tailson Jorge de Oliveira foi o primeiro a ser chamado, e escolheu ser lotado na Unidade de Tarauacá. Ele disse que aprova a forma com que o Iapen decidiu fazer a divisão. “É um marco importante para a gente e para a instituição, e a gente se sente muito honrado por isso. Em relação à forma como que foi feita a escolha eu acredito que esteja acontecendo de acordo com os critérios legais, da forma certa”, afirmou.

Já Elton Candeira de Souza escolheu ser lotado em Rio Branco. Ele disse estar muito feliz e elogiou a forma com que a lotação foi feita. “Eu acho bem viável desse jeito, pela classificação, porque mostra a credibilidade do concurso”.
Fonte: Governo AC
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Artigos de croché produzidos por pessoas privadas de liberdade são expostos no estande do Iapen e Policia Penal na Expoacre Juruá
O crochê deixou de ser apenas uma tendência de temporada para se consolidar como um dos grandes protagonistas dos acessórios contemporâneos, e essa é a grande novidade no estande de Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e da Polícia Penal na Expoacre Juruá. Bolsas produzidas pelas mulheres privadas de liberdade estão chamando a atenção de quem passa no local.
No espaço, os visitantes ainda podem encontrar panos de prato pintados a mão e bandeira do Acre que também são confeccionados pelas mulheres privadas de liberdade. E para as crianças há uma variedade de bonecos feitos de crochê que são produzidos por apenados da unidade prisional de Tarauacá.
Jamilia Souza, Chefe da Divisão de Estabelecimento Penal Feminino de Rio Branco. Foto: Zayra Amorim/Iapen“Esse ano estamos trazendo uma novidade que é a produção de bolsas variadas. E temos também a confecção dos brincos da copa. Inclusive, quem tiver interesse em adquirir, venham a Expoacre Juruá para fazer a aquisição. Venham no estande do Iapen e da Policia Penal para estar verificando tudo que é produzido aqui pelos apenados”, ressaltou a chefe da Divisão de Estabelecimento Penal Feminino de Rio Branco, Jamília Souza.
Bolsas produzidas por mulheres privadas de liberdade se destacam no estande o Iapen e Policia Penal na Expoacre Juruá. Foto: Zayra Amorim/Iapen“Eu acho um trabalho lindo, eu amo artesanato, e é uma forma também de valorizar o trabalho das apenadas, e um trabalho lindíssimo,. E deve ser, sim, valorizado e gostei muito da bolsa e vou levar”, destaca a professora Cíntia Maciel, visitante do estande.
As vendas de produtos feitos pelos apenados são destinadas ao Fundo Penitenciário do Acre e à manutenção e expansão dos próprios projetos de ressocialização e qualificação profissional nas unidades prisionais do Acre.
Esses programas envolvem a comercialização de diversos artigos artesanais, como peças de crochê feitas pelas detentas em projetos como o Produzindo Liberdade (do TJAC) e o Entrelinhas, sendo assim uma iniciativa que incentiva a ressoacialização.
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Foto: Zayra Amorim/Iapen
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