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Arroz no RS: Cotações permanecem em baixa diante de oferta limitada e clima desfavorável

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Com a maior parte dos produtores concentrada na semeadura da safra 2025/26, a oferta de arroz em casca segue restrita no Rio Grande do Sul. Levantamentos do Cepea indicam que a disponibilidade limitada tem influenciado diretamente o ritmo das negociações no estado.

Impacto das chuvas no plantio

Pesquisadores destacam que as fortes chuvas recentes acenderam um alerta no setor, causando atrasos no plantio em diversas microrregiões gaúchas. A condição climática tem gerado preocupação entre produtores e compradores, que acompanham de perto os efeitos sobre a produção.

Vendas de arroz beneficiado

Compradores relatam dificuldades na comercialização do arroz beneficiado, com preços que apresentam apenas ajustes restritos. Segundo colaboradores consultados pelo Cepea, os lotes eventualmente negociados representaram menos da metade do volume normalmente adquirido, evidenciando um mercado mais cauteloso.

Perspectivas do mercado

O cenário atual indica uma combinação de oferta limitada e clima adverso, que mantém os preços sob pressão. Agentes do setor seguem atentos à evolução das condições climáticas e à velocidade do plantio para a nova safra, fatores determinantes para a formação das cotações nas próximas semanas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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