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Zoetis alerta para resistência parasitária em cavalos e reforça estratégias de controle

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A Zoetis, líder global em saúde animal, chama a atenção de criadores e cuidadores para um desafio crescente na equinocultura: a resistência parasitária em equinos. Esses parasitas comprometem a saúde dos animais e podem gerar prejuízos significativos para o setor, que movimenta cerca de R$ 30 bilhões ao ano no Brasil¹.

Infestações afetam quase todos os cavalos no país

Segundo estudo recente, 98% dos cavalos avaliados apresentavam algum grau de infestação por vermes gastrintestinais². Essas infestações impactam diretamente o bem-estar, o desempenho, a condição corporal e a longevidade dos animais, evidenciando a necessidade de atenção constante.

O que é resistência parasitária e seus riscos

A resistência parasitária ocorre quando vermes desenvolvem mecanismos que reduzem ou anulam a eficácia dos medicamentos utilizados em seu controle. Esse fenômeno tem sido cada vez mais observado em propriedades e haras no Brasil e no mundo, tornando o manejo estratégico e responsável indispensável.

Sintomas e impactos das verminoses em cavalos

As infestações por vermes podem se manifestar de forma silenciosa, mas apresentam sinais importantes como:

  • Perda de peso ou dificuldade em ganhar massa corporal
  • Pelagem opaca
  • Alterações no apetite
  • Diarreia recorrente
  • Queda de desempenho em atividades esportivas ou de trabalho
  • Em casos graves, podem ocorrer cólicas, fraqueza generalizada e comprometimento da saúde geral, reforçando a importância do diagnóstico precoce e do manejo preventivo.
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Estratégias eficazes de prevenção e controle

Chester Batista, Gerente Técnico da Zoetis Brasil, destaca:

“Quando os antiparasitários deixam de ter efeito, todo o sistema produtivo e o bem-estar dos animais são impactados. O foco deve estar na prevenção, no diagnóstico preciso e no uso estratégico dos produtos, sempre com orientação técnica.”

Para apoiar os criadores, a Zoetis oferece Equest®, vermífugo de amplo espectro com eficácia de até 16 semanas contra endoparasitas. O produto proporciona proteção prolongada, reduz a frequência de aplicações e contribui para o equilíbrio intestinal e o desempenho dos cavalos.

Boas práticas de manejo completam o controle

Além do uso racional de antiparasitários, medidas de manejo são fundamentais para reduzir a carga parasitária e a exposição dos animais:

  • Rotação de pastagens
  • Higienização de baias e piquetes
  • Controle do número de animais por área
Monitoramento constante com exames de fezes (OPG)

A combinação entre manejo eficiente e orientação veterinária garante resultados duradouros e sustentáveis no controle das verminoses.

Uso estratégico garante saúde e longevidade dos equinos

Batista reforça que o futuro do controle parasitário depende da responsabilidade coletiva:

“É essencial utilizar os recursos disponíveis de forma estratégica, evitando o uso indiscriminado de medicamentos e apostando em diagnósticos precisos, para prolongar a eficácia dos tratamentos e preservar a saúde dos equinos.”

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Megaleite 2026 bate recordes de público, negócios e produção leiteira em Belo Horizonte

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A 21ª edição da Megaleite consolidou seu protagonismo como principal vitrine da pecuária leiteira brasileira ao encerrar suas atividades com recordes de público, volume de negócios e desempenho zootécnico. Realizada entre os dias 2 e 6 de junho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG), a exposição movimentou cerca de R$ 400 milhões, valor 33% superior ao registrado na edição anterior.

Promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, a feira reuniu aproximadamente 100 mil visitantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores, empresários e investidores do Brasil e do exterior, reforçando a força da genética leiteira nacional e das tecnologias voltadas ao setor.

Evento atrai visitantes internacionais e fortalece mercado da genética

A Megaleite recebeu representantes de nove países, incluindo Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, França, México, Panamá e Portugal, ampliando sua relevância no cenário internacional da pecuária leiteira.

Segundo a organização, o forte interesse pela genética bovina de alta qualidade impulsionou os resultados dos leilões e a geração de novos negócios durante os cinco dias de evento.

Além das vendas realizadas, empresas expositoras destacaram a prospecção de novos clientes e oportunidades comerciais em diferentes segmentos da cadeia produtiva do leite.

O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, Alexandre Lacerda, destacou que o mercado segue aquecido e que o investimento em genética superior tem sido cada vez mais reconhecido pelos produtores como ferramenta para elevar produtividade e rentabilidade.

Pecuária leiteira ganha espaço no debate político

A feira também serviu como palco para discussões sobre políticas públicas voltadas ao setor leiteiro.

Durante a cerimônia oficial de abertura, lideranças políticas nacionais participaram dos debates sobre os desafios da cadeia produtiva, ao lado de senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, secretários e representantes de entidades ligadas ao agronegócio.

A pauta incluiu temas relacionados à competitividade, sustentabilidade, inovação tecnológica e fortalecimento da produção nacional de leite.

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Megaleite impulsiona avanços em genética e pesquisa

Entre os principais anúncios técnicos do evento esteve a assinatura de um acordo de cooperação entre a Embrapa Gado de Leite e a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando para o desenvolvimento de um projeto de edição gênica da raça.

A iniciativa pretende utilizar ferramentas avançadas de genômica para incorporar características estratégicas aos animais, como maior resistência ao calor, melhor resposta imunológica, aumento da longevidade e ganhos de produtividade.

Outro termo firmado durante a feira prevê o desenvolvimento de pesquisas e avaliações genéticas da raça Girolando na Fazenda Santa Mônica, unidade vinculada à Embrapa.

A programação técnica também marcou o lançamento da nova edição do Sumário de Touros e Fêmeas Girolando, importante ferramenta para seleção genética dos rebanhos leiteiros brasileiros.

Torneio leiteiro registra recordes mundiais

Um dos momentos mais aguardados da Megaleite foi o tradicional torneio leiteiro, que reuniu cerca de 1.400 animais das raças Girolando, Gir Leiteiro, Holandês, Guzerá, Guzolando, Sindi e bubalinos.

A edição de 2026 entrou para a história ao registrar três novos recordes de produção.

A vaca Jornada Montross FIV LPN, da composição genética Girolando 1/2, estabeleceu o novo recorde mundial de produção em torneios leiteiros oficiais da raça ao alcançar 337,950 quilos de leite durante a competição, com média diária de 112,650 quilos.

O animal pertence ao criador Rodrigo Nogueira Ferreira, da Fazenda Alvorada, localizada em Inhaúma (MG).

Outro destaque foi a vaca Gemada FIV Feriado 1259 Mogiana, nova recordista da categoria Girolando 1/4, com produção de 263,790 quilos de leite e média de 87,930 quilos.

Já a vaca Singela Countdown 23072 Campos Lima tornou-se a nova recordista entre as vacas jovens Girolando 3/4 ao atingir produção de 269,780 quilos de leite e média de 89,927 quilos.

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Exposição nacional destaca qualidade dos animais

A Megaleite também sediou a 35ª Exposição Nacional da Raça Girolando, cujos julgamentos foram transmitidos ao vivo para milhares de espectadores no Brasil e no exterior.

As grandes campeãs da edição foram:

  • Girolando 1/4: 1172 Maravilha Iva da Querença
  • Girolando 1/2: Oricema FIV Crushabull 2817 RS do Rancho Alegre
  • Girolando 3/4: 5906 FIV Brass Ricanata
  • Girolando 5/8 PS: Kalola FIV Blaska Fazenda Campina Verde

Os resultados reforçam o elevado padrão genético dos animais apresentados na principal vitrine da pecuária leiteira nacional.

Novos projetos incentivam jovens e mulheres no setor

A programação da feira também foi marcada pelo lançamento dos projetos Girolando Jovem e Girolando Mulher.

As iniciativas buscam ampliar a participação de jovens e mulheres na atividade leiteira, estimulando a sucessão familiar nas propriedades rurais e fortalecendo a presença feminina nos processos de gestão e tomada de decisão.

Programação técnica e gastronomia atraíram o público

Além das exposições e competições, a Megaleite promoveu palestras, cursos e painéis técnicos sobre gestão rural, melhoramento genético, produção de leite, fabricação de queijos, bem-estar animal e inovação tecnológica.

O evento também recebeu o Festival do Queijo Artesanal de Minas, realizado em parceria com entidades do setor, oferecendo ao público produtos típicos de diversas regiões mineiras.

Para as famílias, atrações como a Mini Fazendinha e o Clubinho Girolando aproximaram crianças e jovens do universo da produção agropecuária.

Megaleite 2027 já tem data definida

Durante a cerimônia de encerramento, a organização confirmou a realização da 22ª edição da Megaleite entre os dias 8 e 12 de junho de 2027, novamente em Belo Horizonte.

A expectativa é ampliar ainda mais a participação de expositores, criadores e empresas do setor, consolidando o evento como referência em genética, tecnologia e negócios para a pecuária leiteira brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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