POLÍTICA NACIONAL
Comissão debate atuação do crime organizado no sistema financeiro e no setor de combustíveis
POLÍTICA NACIONAL
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados promove na terça-feira (11) audiência pública para discutir a atuação do crime organizado no sistema financeiro e no setor de combustíveis.
A reunião será realizada no plenário 6, às 16h30.
O debate atende a requerimento do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). Segundo ele, o objetivo é discutir a infiltração de organizações criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), em setores estratégicos da economia, incluindo fundos de investimento, fintechs e redes de combustíveis.
“O PCC deixou de ser uma mera facção criminosa e se converteu em uma holding financeira criminosa, investindo em setores estratégicos como energia, transporte, imóveis e até portos, blindando o patrimônio ilícito com aparência de legalidade”, afirma.
Capitão Alberto Neto acrescenta que a audiência deve reunir autoridades e especialistas para propor soluções concretas de enfrentamento ao problema.
Da Redação – MO
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Voto feminino é vital para a democracia, lembra Nelsinho Trad
Durante pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (14), o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) lembrou que as mulheres não precisam de permissão de ninguém para pensar e que o voto feminino no Brasil já existe há quase 100 anos.
— Há um assunto que me incomodou muito nos últimos dias, que foi a fala de uma pessoa de que mulher não deveria votar, que deveria seguir o marido. Olha, eu sou médico, já passei anos trabalhando em pronto-socorro e vi mulheres chegando com crianças no colo, doentes, tomando decisões sozinhas na madrugada, coisa que homem nenhum teria coragem de fazer no lugar delas. Aliás, a mulher não precisa de permissão para pensar, nunca precisou.
No final de junho, o jornalista Paulo Figueiredo, que vive nos Estados Unidos, declarou no final de junho que “mulher vota estatisticamente mal, principalmente as solteiras; as casadas costumam acompanhar o marido”.
Nelsinho destacou que muitas mulheres lutaram para conquistar o direito ao voto e que, atualmente, são metade do eleitorado brasileiro. E acrescentou que “quem coloca isso em dúvida não é um conservador; é um atrasado. As mulheres estão à frente de mais da metade dos lares brasileiros”.
— Eu fui criado por uma mulher, uma professora forte. Tenho uma companheira que me inspira todos os dias. Sou pai de meninas e sei exatamente o que o mundo poderia ser se a mulher não votasse: a democracia não teria a essência que tem. Mulher tem de liderar, mulher tem de decidir — afirmou ele.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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