O vereador Leôncio Castro (PSDB) apresentou, durante sessão na Câmara Municipal de Rio Branco, na terça-feira, 9, o Projeto de Lei que institui o Programa Adota Rio Branco, iniciativa voltada à adoção e conservação de espaços públicos por empresas, entidades e associações de moradores. O objetivo, segundo o parlamentar, é criar uma parceria contínua entre iniciativa privada e poder público para qualificar a infraestrutura urbana da capital.
Na ocasião, o parlamentar destacou que a proposta surge diante do cenário de deterioração de muitos espaços públicos, como praças, canteiros e paradas de ônibus. “A quantidade de paradas que estão destruídas não é pequena. A cidade sente essa falta de manutenção, e a iniciativa privada pode ser uma aliada fundamental nesse processo”, afirmou.
O programa prevê que empresas e associações possam adotar áreas públicas e realizar ações de manutenção, limpeza, revitalização e conservação, com direito à contrapartida publicitária no próprio local. “Por exemplo: uma empresa pode recuperar um abrigo de ônibus e, em troca, expor sua marca no espaço. É uma via de mão dupla — o empresário ajuda a cidade e também tem retorno de visibilidade”, explicou.
O vereador também destacou que o projeto foi construído para incluir associações comunitárias. “A associação de moradores pode adotar a praça do seu bairro, manter aquele espaço vivo e bem cuidado. É uma forma de fortalecer o sentimento de pertencimento e envolver a comunidade diretamente na melhoria da sua região”, disse.
Leôncio mencionou ainda exemplos práticos de como o modelo pode funcionar, citando comércios locais que poderiam adotar áreas próximas às suas sedes. “Quando a empresa cuida do espaço, todo mundo ganha. A cidade fica mais bonita, o cidadão tem mais qualidade de vida e o empresário fortalece sua marca”, declarou.
Para o vereador, a proposta reforça a importância da cooperação entre setores. “O Estado do Acre e Rio Branco só vão crescer a partir do momento em que houver união entre a iniciativa privada e o poder público. Esse é o caminho para construirmos uma cidade melhor para todos”, concluiu.
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Cuidados com a Cidade, realizará, nesta sexta-feira (17), um mutirão de limpeza nos bairros da regional da Baixada da Sobral.
O objetivo é minimizar os efeitos de novas enxurradas nas localidades.
“Estaremos com várias equipes nos bairros da Baixada, entre eles Boa Vista, João Eduardo II, Sobral, Plácido de Castro e outros”, explicou Tony. (Foto: Secom)
“Estaremos com várias equipes nos bairros da Baixada, entre eles Boa Vista, João Eduardo II, Sobral, Plácido de Castro e outros. Essa operação emergencial visa evitar problemas semelhantes aos que ocorreram no início da semana. Na manhã de hoje (quinta-feira, 16), estivemos nesses bairros e já identificamos vários pontos com acúmulo de entulhos, muitos deles às margens de córregos e também nas drenagens de águas pluviais”, explicou Tony Roque, secretário municipal de Cuidados com a Cidade.
Limpeza de bueiros e córregos na baixada.(Foto: Val Fernandes/Secom)
A ação também dá continuidade às atividades de recolhimento de resíduos inertes na cidade de Rio Branco.
Será realizado atividades de recolhimento de resíduos inertes. (Foto: Anderson Oliveira/Secom)
A operação emergencial contará com 30 equipamentos, entre caminhões e máquinas pesadas, e mais de 50 trabalhadores.
Somente no mês de março, a Secretaria retirou cerca de 110 toneladas de entulho e resíduos inertes. (Foto: Anderson Oliveira/Secom)
Somente no mês de março, a Secretaria retirou cerca de 110 toneladas de entulho e resíduos inertes dos bairros atingidos pela enxurrada.
Na última terça-feira foi retirado 10 toneladas de lixo. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
Na última terça-feira (14), uma nova enxurrada atingiu a regional e, novamente, os serviços de limpeza, raspagem e baldeação foram realizados, com o recolhimento de mais de 10 toneladas de lixo até o momento.
O descarte irregular de resíduos sólidos em áreas de preservação ambiental, córregos urbanos e até mesmo às margens das ruas tem se consolidado como um grave problema ambiental e de saúde pública. A prática, além de ilegal, compromete a qualidade dos recursos naturais, prejudica a biodiversidade e expõe a população a riscos sanitários significativos.
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