RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Rumo abre vagas de estágio com bolsa de até R$ 1.950 e benefícios atrativos

Publicados

AGRONEGÓCIO

Programa de estágio da Rumo abre inscrições em três estados

A Rumo Logística, maior operadora ferroviária de cargas do país, está com inscrições abertas para o Programa de Estágio 2026.1, que oferece oportunidades em diversas cidades do Brasil. As vagas estão disponíveis em Araraquara (SP), Indaiatuba (SP), São Paulo (SP), Primavera do Leste (MT), Rondonópolis (MT) e Rio Verde (GO).

As inscrições podem ser feitas até 3 de março, e o início das atividades está previsto para 16 de abril. A bolsa-auxílio varia de R$ 1.750,00 a R$ 1.950,00, conforme o ano de conclusão do curso, além de um pacote de benefícios completo.

O programa é voltado a estudantes de bacharelado, licenciatura e tecnólogo, com formatura prevista entre junho de 2027 e junho de 2028, e carga horária de 6 horas diárias.

Seleção valoriza perfil comportamental e potencial de crescimento

O processo seletivo busca candidatos que, além do conhecimento técnico, demonstrem competências como aprendizado ágil, comprometimento com resultados, adaptabilidade e boa comunicação.

Segundo Débora Bizerra, gerente de Atração e Marca Empregadora da Rumo, o programa é uma porta de entrada estratégica para quem deseja construir carreira no setor ferroviário.

“O estágio na Rumo é um verdadeiro acelerador de carreiras. Oferecemos uma imersão completa, onde a vontade de aprender é potencializada por ferramentas de desenvolvimento contínuo. Nosso objetivo é transformar o potencial acadêmico em competência técnica, preparando os novos profissionais para uma infraestrutura em constante evolução”, destacou.

Pacote de benefícios inclui assistência médica e bem-estar corporativo

Além da bolsa-auxílio, os estagiários terão direito a um vale-refeição ou alimentação de R$ 1.200,00 mensais, assistência médica e odontológica, auxílio-farmácia, seguro de vida e apoio psicossocial.

Leia Também:  IGP-DI recua 0,03% em outubro, queda menor que a esperada pelo mercado, aponta FGV

O programa também oferece acesso ao Wellhub, plataforma de saúde e qualidade de vida que integra academias, estúdios e aplicativos de bem-estar físico e mental.

Diversidade e inclusão são pilares do programa

As vagas são abertas a todos os perfis de candidatos, reforçando o compromisso da Rumo com diversidade e inclusão no ambiente corporativo.

Os interessados devem realizar a inscrição até 3 de março pelo site oficial do programa: go.eureca.me/estagiorumo2026tc. Após o cadastro, os candidatos receberão instruções por e-mail sobre as próximas etapas do processo seletivo.

Estágio Rumo

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Exportação recorde não impede queda do frango vivo no mercado interno

Publicados

em

Por

O Brasil caminha para estabelecer um novo recorde nas exportações de carne de frango em 2026, mas o avanço das vendas externas ainda não foi suficiente para absorver o aumento da oferta. Com mais animais prontos para o abate, os preços do frango vivo recuaram em algumas das principais regiões produtoras, enquanto as cotações dos cortes permaneceram praticamente estáveis no atacado.

A pressão ocorre em uma cadeia que produziu 15,3 milhões de toneladas de carne de frango em 2025 e faturou cerca de R$ 50 bilhões somente com exportações, considerando a receita de R$ 9,8 bilhões convertida pelo câmbio de R$ 5,10. O Brasil ocupa a terceira posição entre os maiores produtores mundiais e lidera o comércio internacional da proteína.

No ano passado, o país exportou o volume recorde de 5,324 milhões de toneladas. Para 2026, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) projeta embarques de até 5,5 milhões de toneladas, além de uma produção próxima de 15,6 milhões de toneladas. A disponibilidade no mercado interno pode alcançar 10,1 milhões de toneladas.

O avanço da oferta já aparece nos abates. No primeiro trimestre deste ano, o peso das carcaças chegou a 3,73 milhões de toneladas, crescimento de 6,9% em relação ao mesmo período de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Paraná respondeu por 35% da produção, seguido por Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A ampliação dos abates ajuda a explicar por que os preços não acompanham o desempenho das exportações. A demanda internacional segue aquecida, mas o mercado doméstico precisa absorver cerca de dois terços de toda a carne produzida no país. O consumo estimado para 2026 é de 47,3 quilos por habitante, um dos maiores do mundo, mas ainda insuficiente para provocar uma reação mais forte diante da oferta atual.

Leia Também:  Simpósio "A Carne do Futuro" reunirá mais de 2 mil participantes em Cuiabá e Rondonópolis em 2026

Levantamento mostra que o frango vivo foi negociado a R$ 5,20 por quilo em São Paulo. No oeste do Paraná, a referência ficou em R$ 4,60. Goiás e Mato Grosso do Sul registraram queda de R$ 4,65 para R$ 4,55, enquanto Minas Gerais e Distrito Federal passaram de R$ 4,70 para R$ 4,60 por quilo.

No Sul, as referências ficaram em R$ 4,75 no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Os preços mais elevados continuam concentrados no Nordeste e no Norte, variando de R$ 6,80 no Ceará a R$ 7,20 no Pará. As diferenças refletem custos logísticos, disponibilidade regional de aves e características próprias de cada mercado.

No atacado paulista, o peito congelado permaneceu em R$ 8,50 por quilo, a coxa em R$ 6,90 e a asa em R$ 11. Os cortes resfriados foram negociados por R$ 8,60, R$ 7 e R$ 11,10, respectivamente. A estabilidade, porém, não representa recuperação, porque as indústrias encontram dificuldade para elevar os preços diante da quantidade de carne disponível.

O principal instrumento para ajustar o mercado é o controle dos alojamentos. O termo corresponde ao número de pintinhos de um dia colocados nas granjas para engorda. Como as aves chegam ao peso de abate em aproximadamente 40 a 45 dias, um alojamento elevado hoje se transforma em maior oferta de carne poucas semanas depois.

A redução dos lotes permite diminuir gradualmente a quantidade de animais disponíveis e recuperar o equilíbrio entre produção, consumo e exportações. O ajuste precisa ser planejado porque uma redução excessiva também pode provocar falta de produto e aumento repentino dos preços no futuro.

A pressão não alcança todos os avicultores da mesma maneira. No sistema de integração, predominante nas principais regiões produtoras, a indústria normalmente fornece pintinhos, ração, medicamentos e assistência técnica. O produtor entra com as instalações, mão de obra, energia e manejo, recebendo conforme o desempenho do lote e as condições estabelecidas em contrato.

Leia Também:  Biocombustível de milho impulsiona produção e expande fronteiras agrícolas com melhoramento genético

Por isso, a cotação do frango vivo não corresponde diretamente ao valor recebido por todos os integrados. Ainda assim, o excesso de oferta reduz a rentabilidade geral da cadeia e pode afetar o ritmo dos alojamentos, a remuneração dos contratos e a capacidade das empresas de repassar custos. O impacto é mais direto sobre produtores independentes, que compram os insumos e comercializam os animais por conta própria.

A disponibilidade de milho e farelo de soja ajuda a conter parte da pressão. Os dois produtos formam a base da ração e representam a maior parcela do custo de produção. Com oferta elevada de grãos, a alimentação das aves está menos onerosa do que em períodos de escassez, evitando uma deterioração maior das margens.

No comércio exterior, os embarques continuam funcionando como principal sustentação do setor. Nos primeiros 13 dias úteis de julho, o Brasil exportou 299,2 mil toneladas de carne de aves e miudezas, com receita equivalente a R$ 2,73 bilhões. A média diária cresceu 41% em relação a julho de 2025, embora o preço médio tenha recuado 1,3%.

O cenário indica que a avicultura brasileira permanece competitiva e deve ampliar sua presença internacional. No curto prazo, porém, o recorde das exportações terá de ser acompanhado por um controle mais preciso dos alojamentos. Sem esse ajuste, a expansão da produção continuará chegando ao mercado antes que a demanda consiga absorvê-la, mantendo os preços do frango vivo sob pressão.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA