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Chico Rodrigues destaca ações em Roraima e critica polarização política

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O senador Chico Rodrigues (PSB-RR), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (30), destacou a execução de emendas parlamentares no estado de Roraima, com foco no apoio a produtores rurais. O parlamentar mencionou ações no município de Bonfim, onde acompanhou a entrega de equipamentos, e afirmou que os investimentos têm contribuído para fortalecer o setor.

O senador ressaltou a entrega de tratores, caminhões e outros implementos ao longo do mandato, voltados principalmente ao atendimento de pequenos produtores em diferentes municípios de Roraima. Segundo ele, os recursos têm ampliado a capacidade produtiva da agricultura familiar e contribuído para suprir necessidades locais.

A agricultura familiar deu um grande salto a partir das nossas ações. Já entreguei mais de cem tratores agrícolas nesses sete anos de mandato de senador da República, atendendo os pequenos produtores rurais da agricultura familiar, com caminhões também, com equipamentos na área da agricultura, arados, grades, carretas, colheitadeiras, plantadeiras, casas de farinha; tudo que vem, realmente, beneficiar o pequeno produtor rural do nosso estado — afirmou.

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No discurso, Rodrigues também fez uma reflexão sobre a polarização política no país e afirmou que o ambiente de confronto tem dificultado o diálogo e a construção de soluções para problemas concretos da população. Segundo ele, a radicalização compromete o funcionamento das instituições e afeta diretamente a vida dos cidadãos.

— A polarização também alimenta um ambiente de tensão permanente, no qual o debate público se transforma em uma espécie de guerra de torcida, em que o diálogo racional dá lugar à disputa emocional de narrativas. Neste cenário, não há espaço para escuta, apenas para confronto. Esse clima não fica restrito à política. Ele invade as relações pessoais, divide famílias, rompe amizades e cria conflito dentro dos lares, entre pessoas que antes conviviam com respeito. A política que deveria unir em torno de soluções, criar pontes, passa a afastar e dividir as pessoas — disse. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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