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Operação Caminhos Seguros combate crimes contra crianças e adolescentes no Acre, com mais de 900 pessoas alcançadas
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A Polícia Civil do Acre (PCAC) apresentou o balanço final da Operação Caminhos Seguros 2026, realizada entre os dias 4 e 18 de maio. A ação, que faz parte de uma mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), teve como foco o enfrentamento de todas as formas de violência e exploração contra crianças e adolescentes.
Durante os 15 dias de mobilização, a PCAC atuou de forma intensificada em todo o território acreano, com atenção especial e reforço de equipes nos municípios de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo.
Foram 15 dias de ações intensificadas em todo o estado, com foco absoluto no combate à violência contra crianças e adolescentes. Foto: cedidaPara cobrir a vasta extensão do estado, o planejamento estratégico mobilizou um expressivo efetivo policial, apoiado por 33 viaturas. A estratégia dividiu-se em três frentes principais: prevenção educativa, diligências de apuração e repressão qualificada.
Reforçando a informação como primeira barreira de defesa, a operação realizou 14 ações educativas, visitando 6 escolas e alcançando diretamente 905 pessoas, entre estudantes, pais e educadores. Além disso, 7 locais foram rigorosamente fiscalizados para coibir a presença ou exploração de menores.
Foram realizadas 14 ações educativas, que conscientizaram 905 pessoas Foto: cedidaNo campo das diligências, o disque-denúncia foi um forte aliado. A Polícia Civil recebeu 56 denúncias, das quais 47 já foram totalmente apuradas, resultando na identificação de 49 suspeitos e no mapeamento de 7 locais críticos. Ao todo, 230 vítimas receberam atendimento e acolhimento especializado.
A resposta repressiva contou com 12 prisões efetuadas (5 em flagrante delito e 7 em cumprimento de mandados de prisão), 2 mandados de busca e apreensão (MBA) cumpridos e uma apreensão de material pornográfico exibindo o público infantojuvenil.
Aa atividade cartorária trabalhou em ritmo de plantão e alcançou números expressivos de produtividade:
- Boletins de Ocorrência (BO) registrados: 148
- Inquéritos Policiais (IPL) instaurados: 99
- IPLs concluídos: 94
- Medidas cautelares representadas: 11
- Medidas protetivas de urgência solicitadas: 13
- Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO): 1
Trabalhos foram intensificados em municípios estratégicos, como Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. Foto: cedida“O balanço da Operação Caminhos Seguros demonstra o compromisso inabalável da nossa instituição em proteger o futuro do Acre. Unir forças com o Ministério da Justiça nos permitiu coibir a atuação de criminosos que cruzaram a linha da integridade das nossas crianças. Conseguimos dar uma resposta rápida tanto na capital quanto nos municípios mais isolados, mostrando que a Polícia Civil está presente em cada canto do estado”, destacou o delegado-geral da PCAC, Pedro Buzolin.
De acordo com a coordenadora de Proteção aos Grupos Vulnerabilizados e do Programa Bem-Me-Quer, Juliana De Angelis, o fim da operação nacional não cessará os trabalhos no estado. As investigações, o monitoramento de áreas de risco e o atendimento especializado às vítimas prosseguem de forma contínua em todas as delegacias do Acre. Denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio do Disque 100 ou diretamente nas unidades policiais.
Durante Operação Caminhos Seguros 2026, Polícia Civil do Acre não atuou apenas na repressão, mas também levou informação às salas de aula. Foto: cedida“Mais do que os números de prisões, o que nos move nesta operação é o alcance social e o acolhimento. Conseguimos atender mais de 230 vítimas e levar palestras preventivas para quase mil pessoas nas escolas. O combate à violência contra o público infantojuvenil começa na quebra do silêncio. Quando a população denuncia e nós conseguimos tirar o agressor de circulação e solicitar medidas protetivas, salvamos vidas. O Programa Bem-Me-Quer e toda a coordenação seguem firmes para garantir que esses caminhos continuem seguros e que as nossas crianças possam crescer protegidas”, disse Juliana De Angelis.
Fonte: Governo AC
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Polícia Penal conclui 11ª fase da Operação Mute em presídios do interior do Estado
A décima primeira fase da Operação Mute está sendo realizada em todo o Brasil nas unidades penitenciárias das capitais e também do interior dos estados. No Acre, a ação iniciou em Rio Branco, na segunda-feira, 18. Em seguida, foi desencadeada em Sena Madureira, na terça, 20; e nesta quinta, 21, foi concluída em Cruzeiro do Sul. A operação é coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), por meio da Diretoria de Inteligência Penal (Dipen), em conjunto com a Polícia Penal Federal (PPF) e as polícias penais de cada estado.
Operação Mute é coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). Foto: Zayra Amorim/IapenNo Acre, a ação trabalhou em conjunto com a Polícia Penal Federal (PPF) e as Polícias Penais do estado, incluindo suas unidades especializadas. “Estamos finalizando hoje aqui em Cruzeiro do Sul mais uma fase da Operação Mute, operação de âmbito nacional que busca a retirada de objetos ilícitos dos presídios, mirando principalmente nos celulares para evitar comunicação interna com o mundo externo, evitando a comunicação deles e combatendo o crime organizado”, explica Jonnathan Alvim, policial penal federal, representante da Senappen.
Emanoel Dantas, chefe da Divisão de Estabelecimento Penal de Sena Madureira, destaca que a operação está sendo bem-sucedida: “Estamos tirando toda a comunicação do preso, com o ambiente interno e com o externo, para coibir o crime, por meio de aparelhos eletrônicos, celulares e outras coisas. A operação está sendo um sucesso para todo mundo, para a população, para os servidores e para toda a segurança em si, mantendo a ordem e a disciplina”.
No Acre, a ação trabalhou em conjunto com a Polícia Penal Federal (PPF) e as Polícias Penais do estado, incluindo suas unidades especializadas. Foto: Zayra Amorim/ IapenPara Elves Barros, chefe da Divisão de Estabelecimento Penal de Cruzeiro do Sul a ação “é muito importante para manter a segurança dentro do presídio e na sociedade, tendo em vista que ilícitos, principalmente aparelhos celulares utilizados para entrar em contato com pessoas de fora, fortalece o crime”. “E o nosso objetivo é exatamente esse: quebrar a estrutura das organizações criminosas e evitar a comunicação com o externo”, ressalta Barros.
Durante a ação nos presídios do interior do estado, foram apreendidos 7 aparelhos celulares, sendo 5 celulares em Sena Madureira e 2 em Cruzeiro do Sul. Também foram apreendidos carregadores, estoques, fones de ouvido e substâncias ilícitas.


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Foto: Zayra Amorim/Iapen
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