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Governo e Prefeitura discutem estratégias para implantação do Parque Tecnológico de Rio Branco
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O governo do Acre e a Prefeitura de Rio Branco realizaram, na sexta-feira, 29, uma reunião de alinhamento para discutir estratégias voltadas à implantação do Parque Tecnológico de Rio Branco. O encontro reuniu representantes do Estado e do Município para traçar propostas, avaliar possibilidades de cooperação e avançar na construção de um amplo espaço físico voltado ao fortalecimento da inovação, do empreendedorismo e do desenvolvimento econômico no estado.
A proposta do Parque Tecnológico busca criar um ambiente capaz de aproximar universidades, centros de pesquisa, empresas, startups e instituições públicas, estimulando a geração de conhecimento, novos negócios e oportunidades para a população na área da inovação. A iniciativa também pretende fortalecer o Ecossistema de Inovação do Acre e ampliar ainda mais a competitividade do estado em diversas áreas ligadas à tecnologia e à economia do conhecimento.
Reunião debateu estratégias para viabilizar implantação do projeto. Foto: cedidaO titular da Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), Márcio Valter Agiolfi, destacou que o diálogo entre as instituições é fundamental para construir um projeto alinhado às necessidades do Acre. “Estamos debatendo um empreendimento que pode contribuir diretamente para o desenvolvimento econômico do estado. A proposta é criar um ambiente favorável à inovação, à geração de oportunidades e ao surgimento de novos negócios, conectando poder público, setor produtivo e instituições de ensino em torno de um único objetivo comum”, afirmou.
O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, ressaltou que a iniciativa possui potencial para gerar impactos positivos em diferentes áreas da economia local. “Estamos falando de um projeto que dialoga com o futuro da nossa cidade e do nosso estado. A inovação e a tecnologia têm papel cada vez mais importante no desenvolvimento econômico, elas se fazem cada vez mais presentes em todas as áreas da nossa vida. A construção desse ambiente estruturado pode atrair novos investimentos, estimular o empreendedorismo e ampliar oportunidades para a população”, disse.
Titular da Seict, Márcio Valter Agiolfi destacou importância da integração institucional. Foto: cedidaA agenda também contou com a participação do vereador Samyr Bestene, que manifestou apoio à proposta e colocou o mandato à disposição para contribuir com o avanço das discussões: “Projetos voltados à inovação e ao conhecimento ajudam a preparar as cidades para os desafios das próximas décadas, precisamos nos preparar para as mudanças do futuro. Colocamos nosso mandato à disposição para colaborar com uma iniciativa que pode fortalecer a economia, gerar oportunidades e incentivar o desenvolvimento de novos talentos em Rio Branco”.
Fonte: Governo AC
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Sepi reúne instituições para fortalecer plano de contingência voltado aos povos indígenas
Com ênfase nas ações preventivas e emergenciais voltadas às populações originárias do Acre, o governo do Estado, por meio da Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi), reuniu, na última sexta-feira, 29, representantes de órgãos estaduais e instituições parceiras para debater o plano de contingência elaborado pela pasta.
Realizado de forma presencial e virtual, o encontro ampliou a participação dos órgãos envolvidos na definição de estratégias integradas. O plano em questão orienta ações antecipadas para reduzir riscos e fortalecer a proteção dos povos indígenas diante de possíveis emergências.

Diante dos alertas para um novo período de eventos climáticos extremos, as instituições intensificaram o planejamento conjunto, com atenção especial aos territórios indígenas. A titular da Sepi, Francisca Arara, destacou que o Estado tem se preparado de forma antecipada para enfrentar cenários recorrentes. “Já vínhamos nos preparando para situações como a seca, as enchentes e os problemas respiratórios provocados pela fumaça, que têm se repetido nos últimos anos. Por isso, a pedido da governadora Mailza, cada instituição iniciou a elaboração de ações dentro do eixo de eventos climáticos, coordenado pelo Gabinete de Crise, que reúne diversos órgãos, para antecipar respostas e fortalecer a capacidade de atuação do Estado”, afirmou.

“Nesse processo, a Sema apresentou um panorama sobre a chegada do El Niño e os impactos que o fenômeno pode causar, enquanto a Defesa Civil detalhou a situação local, considerada delicada. No caso da Sepi, elaboramos um plano específico, voltado à nossa atuação nos territórios indígenas e à coordenação do Grupo de Trabalho de Eventos Extremos”, concluiu.
A seca tem provocado reflexos na produção de alimentos e na manutenção de práticas culturais dos povos indígenas, ampliando a necessidade de ações voltadas aos territórios.
Para Dinah Borges, consultora de Agricultura Familiar do Programa REM Acre, da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), a estiagem compromete a produção de alimentos, dificulta o acesso a programas como o PNAE e o PAA e afeta o modo de vida das comunidades. Por isso, ações como a construção de poços artesianos no Purus e de cacimbas no Alto Acre são fundamentais para garantir o acesso à água e fortalecer a produção nas aldeias.
Cooperação institucional
A cooperação institucional prevista neste Plano está alinhada ao Decreto nº 11.504, de 25 de junho de 2024, que instituiu o Gabinete de Crise para monitorar e coordenar ações diante da redução das chuvas, da diminuição dos cursos hídricos e do risco de incêndios florestais. Nesse contexto, as medidas serão executadas de forma integrada por órgãos do governo estadual e instituições parceiras.
Participam da iniciativa a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPD), as secretarias de Estado de Governo (Segov), Casa Civil (Secc), Meio Ambiente (Sema), Comunicação (Secom), Planejamento (Seplan), Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), Obras Públicas (Seop), Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Educação, Cultura e Esportes (SEE), Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), além de Imac, Iteracre, Idaf, Funtac, Deracre, Saneacre, Sesacre, Seagri, PGE, CGE, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Militar.
Também colaboram a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), a Comissão Pró-Indígenas do Acre (CPI/AC), a Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre (AMAAIAC) e o Programa REM Acre.
Fonte: Governo AC
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