ACRE
Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente presta atendimento às vítimas de ataque no Instituto São José, em Rio Branco
ACRE
As vítimas do ataque ocorrido no Instituto São José, em Rio Branco, passarão a receber atendimento especializado por meio do Centro Integrado de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Caica). O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), mobilizou equipes da rede de proteção para oferecer suporte às crianças, familiares e profissionais envolvidos no episódio.
Nesta terça-feira, 19, a coordenadora do Caica, Emily Derze, esteve reunida com equipe do colégio para dar encaminhamentos aos atendimentos.

“A equipe do São José vai nos encaminhar as crianças que vão precisar desse atendimento psicológico inicial. Já temos profissionais disponíveis aqui no prédio para os atendimentos com acompanhamento psicológico, assistência social e acolhimento humanizado, com foco na proteção emocional das vítimas e no apoio às famílias. Professores e demais profissionais da instituição também já estão sendo acompanhados pelas equipes especializadas”, informou.

Na inauguração do espaço nesta segunda-feira, 18, Dia Nacional de Combate a Exploração Sexual de Criança e Adolescente, a governadora do Acre, Mailza Assis, reforçou que toda a estrutura do governo foi colocada à disposição para garantir assistência integral às pessoas afetadas pelo atentado, fortalecendo o trabalho conjunto entre as áreas da saúde, assistência social, educação e segurança pública.
“O Caica representa cuidado, acolhimento e respeito às nossas crianças e adolescentes. Diante do ocorrido, estamos com sentimento de muita tristeza e revolta, mas o Caica está de portas abertas para começar os acolhimentos com os alunos do São José. Determinei que fosse dada prioridade por toda nossa equipe de governo devido as circunstâncias do acontecido”, destacou a governadora.

Proteção em rede
Uma equipe do Centro de Referência em Direitos Humanos da SEASDH está dando acompanhamento desde o ocorrido com acolhimento, visitas, suporte psicossocial e escuta qualificada às famílias das vítimas.
Com inauguração do Caica, governadora Mailza fortalece atendimento humanizado a crianças e adolescentes vítimas de violência no Acre
Com foco no acolhimento e atendimento especializado para escuta e proteção, o Caica é um espaço criado para garantir atendimento humanizado e especializado às vítimas de violência e suas famílias.
O local, de responsabilidade da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), passa a funcionar na Avenida Brasil, 439, Centro de Rio Branco, ao lado do O Casarão.
Com a implantação do centro, o Acre passa a integrar o grupo dos oito estados brasileiros que possuem um modelo de atendimento integrado para crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.
O local disponibiliza atendimento psicossocial, perícia médica, espaço lúdico infantil, dormitórios, berçário, atendimento jurídico e suporte da rede de proteção, funcionando de forma integrada e articulada entre os órgãos parceiros. A estrutura foi planejada para reduzir a revitimização institucional e agilizar os encaminhamentos necessários.
Órgãos integrados
O espaço conta com recepção especializada, salas de atendimento psicossocial, e reunirá diversos órgãos, dentre eles a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Conselho Tutelar, Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC), Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC), Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC), Instituto Médico Legal (IML) e a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos humanos (SASDH).
Fonte: Governo AC
ACRE
Vacina contra dengue aplicada em adolescentes de 10 a 14 anos não é a mesma que teve uso suspenso pelo Ministério da Saúde
A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) esclarece que a vacina contra a dengue ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para adolescentes de 10 a 14 anos continua sendo aplicada normalmente em todo o estado. O imunizante não é o mesmo que teve sua utilização temporariamente suspensa pelo Ministério da Saúde nesta semana de forma preventiva.
A suspensão anunciada pelo governo federal refere-se exclusivamente à vacina Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan e utilizada em uma estratégia específica de vacinação voltada a trabalhadores da saúde em algumas localidades do país. No Acre, essa vacina também estava destinada apenas a esse público.

Já a vacina disponibilizada nas unidades de saúde para adolescentes de 10 a 14 anos é a Qdenga, produzida pelo laboratório Takeda, que segue recomendada pelo Ministério da Saúde e continua sendo ofertada normalmente.
A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) no Acre, Renata Quiles, reforça que a população pode manter a confiança na vacinação dos adolescentes.
“A vacina aplicada aos adolescentes no Acre é a Qdenga, do laboratório Takeda, e não possui qualquer relação com a suspensão anunciada pelo Ministério da Saúde. Não há registros de eventos adversos que justifiquem alterações na estratégia de vacinação desse público, por isso a recomendação é que pais e responsáveis mantenham a imunização dos adolescentes dentro dos prazos estabelecidos”, explica.
Segundo a coordenadora, a vacinação continua sendo uma importante ferramenta para prevenir casos graves da doença, internações e complicações causadas pela dengue.
“É fundamental que a população busque informações em fontes oficiais e não deixe de vacinar seus filhos por causa de informações incompletas ou equivocadas. A vacina ofertada aos adolescentes permanece segura, eficaz e segue sendo recomendada pelas autoridades de saúde”, destaca.
Renata Quiles, coordenadora do Programa Nacional de Imunização no Acre. Foto: Ascom/SesacreA Sesacre reforça que todas as vacinas disponibilizadas pelo SUS passam por rigorosos processos de avaliação antes de serem aprovadas para uso na população. Além disso, permanecem sob monitoramento contínuo dos órgãos reguladores e das autoridades sanitárias, garantindo a segurança dos imunizantes utilizados no país.
A orientação é que pais e responsáveis procurem a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal dos adolescentes de 10 a 14 anos e garantir a proteção contra a dengue.
Além da vacinação, a Secretaria de Saúde reforça a importância das medidas de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, como eliminar recipientes que acumulem água parada, manter caixas d’água fechadas e colaborar com o trabalho dos agentes de combate às endemias.
Fonte: Governo AC
-
AGRONEGÓCIO7 dias atrásMBRF investe R$ 500 milhões na Gelprime e amplia produção de colágeno e gelatina no Brasil
-
SEM CATEGORIA5 dias atrásEscola de Educação Ambiental do Horto Florestal promove trilha temática sobre mudanças climáticas durante Semana do Meio Ambiente
-
POLÍTICA NACIONAL7 dias atrásComissão aprova programa de ecoturismo e incentivos para comunidades da Amazônia
-
AGRONEGÓCIO7 dias atrásValtra lança Série M5 com até 185 cv e amplia eficiência no campo com nova geração de tratores
-
POLÍTICA NACIONAL7 dias atrásComissão aprova punir uso de “conta laranja” com bloqueio bancário por até cinco anos
-
POLÍTICA NACIONAL7 dias atrásComissão debate reajuste automático anual no Programa Nacional de Alimentação Escolar; participe
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásPamplona Alimentos investe R$ 64 milhões em genética suína própria e inovação produtiva em Santa Catarina
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásBubalinocultura ganha protagonismo na Megaleite 2026 com dinâmica de campo, degustação e 50 argolas para animais

