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Educação do Acre leva atividades de inovação e robótica à escola Major João Câncio
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A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) levou atividade de inovação educacional, robótica e jogos matemáticos à Escola Estadual Rural Major João Câncio, localizada no km 80 da rodovia AC 090, a Transacreana, beneficiando os 329 estudantes dos ensinos fundamental I, fundamental II e médio.
As atividades ficaram sob a coordenação da Divisão de Inovação Educacional da SEE, que levou à escola os núcleos de Automação e Robótica Educacional (Nare), de Incentivo ao Conhecimento (NIC) e de Matemática e Ciências Aplicadas (NMCA).
Projeto Ciência em 60 Segundos chamou a atenção dos estudantes. Foto: Mardilson Gomes/SEEO Nare desenvolveu atividades voltadas à robótica educacional. Já o NIC apresentou o projeto Ciência em 60 Segundos e proporcionou aos estudantes a experiência com óculos de realidade virtual e o projeto Ciência em 60 Segundos para os estudantes. O NMCA, por sua vez, promoveu atividade com diversos jogos matemáticos, integrando também conhecimentos de Química e Biologia.
De acordo com o chefe da divisão, professor Eliomar Amorim, os objetivos das atividades desenvolvidas na escola tem como objetivo aliar o aprendizado ao aspecto lúdico do conhecimento. “Em todas essas atividades, trabalhamos na perspectiva de levar conhecimento por meio de projetos educacionais que utilizam a tecnologia como ferramenta de aprendizagem”, disse.
“Costumamos dizer que muitas vezes, o ensino se torna difícil quando se limita à teoria. Mas, quando trabalhamos com a prática, os estudantes conseguem aprender muito mais. Por isso, nosso objetivo é levar o conhecimento de forma lúdica”.
Estudantes tiveram a oportunidade de participar de diversos jogos matemáticos. Foto: Mardilson Gomes/SEEEle destacou que atender às escolas urbanas é importante, mas levar essas ações às escolas rurais, muitas delas de difícil acesso, é fundamental. “Essas comunidades, muitas vezes, não têm a oportunidade de participar de ações como estas com a mesma frequência que as escolas urbanas”, ressaltou.
Além da Escola Estadual Rural Major João Câncio, as atividades da Divisão de Inovação Educacional também chegaram, somente no primeiro semestre deste ano, à Escola São Camilo, localizada no km 8 da BR 364. “Mais atividades estão programadas para o segundo semestre, e nosso foco continuará sendo as escolas rurais”, informou.
Despertam interesse
O professor Eronilson Lima, diretor da Escola Estadual Rural Major João Câncio, destacou que as atividades desenvolvidas pela Divisão de Inovação Educacional despertam o interesse dos estudantes pela aprendizagem. “Nossos estudantes precisam muito dessas atividades inovadoras”, explicou.
As atividades, segundo ele, também são importantes para os professores na medida em que contribuem para as práticas pedagógicas desenvolvidas na escola. “Isso é maravilhoso para a comunidade e para os professores, que passam a contar com novas possibilidades para inovar em sala de aula e enriquecer o processo de aprendizagem estudantes”, afirmou.
Professor Eronilson Lima disse que atividades despertam interesse dos estudantes. Foto: Mardilson Gomes/SEE“E educação se faz dessa forma, inovando, criando a oportunidade e mostrando para os estudantes que o século XXI é uma realidade. A escola só tem a agradecer por essas atividades, seja com os óculos de realidade virtual, seja com o projeto Ciência em 60 Segundos. Os estudantes ficaram encantados”, destacou.
O professor Joacemir Rodrigues, de Matemática, também destacou a importância da realização da atividade na escola. “Somos uma escola de zona rural, e esse tipo de atividade demonstra aos estudantes, na prática, aquilo que eles aprendem em sala de aula”, explicou.
“Por terem um lado lúdico, essas atividades reforçam os conteúdos trabalhados em sala de aula”, disse.
Natiele Lima (à direita): “experiências muito legais”. Foto: Mardilson Gomes/SEEQuem aproveitou as atividades da Divisão de Inovação Educacional foi a estudante Natiele Silva Lima, da 3ª série do ensino médio. Ela teve a oportunidade de utilizar os óculos de realidade virtual e também participou das atividades do projeto Ciência em 60 Segundos.
“É importante a vinda da equipe aqui em nossa escola, principalmente por estarmos na zona rural. Minha experiência foi muito interessante. Com os óculos de realidade virtual a gente se sente dentro de outro mundo, o que até me deixou um pouco nervosa. Por isso gostei mais do projeto Ciência em 60 Segundos, porque nele conseguimos relacionar conhecimentos de Física e Matemática”, afirmou.
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Na rede estadual do Acre, 98,9% dos estudantes da educação especial estão matriculados em salas comuns da educação básica. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Chefe do Departamento de Educação Especial da SEE, Hadhianne Peres, destaca o modelo acreano de inclusão escolar com professores mediadores efetivos. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Escola Estadual Djalma Teles atende mais de 100 estudantes de educação especial e conta com 38 mediadores nos três turnos. Foto: Douglas Bocardi/SEE
Segundo a SEE, o Acre possui quase 15 mil estudantes público-alvo de educação especial, sendo cerca de seis mil com TEA. Foto: Douglas Bocardi/SEE
Arthur Miguel, de 7 anos, participa das atividades com colegas, em sala de aula na Escola Estadual Djalma Teles, em Rio Branco. Foto: Douglas Bocardi/SEE
Acre lidera no país a inclusão de estudantes de educação especial em classes comuns, segundo dados do Censo Escolar 2025. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Acre possui uma das maiores proporções de matrículas de educação especial do Brasil, com quase 10% dos estudantes de educação básica incluídos na modalidade. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Na Educação Básica do Acre, 9,8% das matrículas são da Educação Especial. Foto: Mardilson Gomes/SEE