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Educação do Acre recebe premiações durante 7º Fórum Estadual Étnico-Racial

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), participou, na quinta-feira, 13, da entrega do Prêmio Acreano de Educação das Relações Étnico-Raciais (Erer) para a Educação Básica, durante a sétima edição do Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado (FPEER/AC), que foi realizado na Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco.

Das três categorias da premiação, a Educação estadual foi premiada na categoria Técnico/Assessor Pedagógico, cuja vencedora foi Nairy de Oliveira, do núcleo da SEE de Brasileia, com o trabalho “1ª Feira Ubuntu: celebrando a consciência negra e promovendo uma educação antirracista”.

Participam do fórum representantes de diversas instituições públicas e privadas. Foto: Stalin Melo/SEE

Já na categoria Gestor, a vencedora foi Irismar Severino da Silva, diretora da Escola Municipal Bom Jesus, de Rio Branco, que apresentou o trabalho Terezas do Brasil. Na categoria Professor, a vencedora foi Liliane Bezerra da Silva, do Colégio João Calvino, também da capital, com o trabalho “Clube de leitura JC, a prática do amor e a educação”.

A chefe da Divisão de Educação, Direitos Humanos e Diversidade da SEE, Irizane Vieira, destacou a importância do evento: “Essa premiação é fundamental, porque trabalhamos por uma educação antirracista, pela implementação de leis que tratam da valorização da cultura afro-brasileira, que combata o racismo estrutural e institucional no ambiente escolar”.

Fórum se estende durante toda a semana, com diversas palestras. Foto: Stalin Melo/SEE

E completou: “O fato de as escolas da nossa rede participarem já mostra um interesse e uma consciência política em relação à necessidade de se combater o racismo, e a comunidade escolar está entendendo e vendo a importância da implementação das leis no dia a dia escolar e isso faz a diferença na vida dos estudantes”.

A representatividade dos trabalhos apresentados, segundo a gestora, se dá porque o trabalho da SEE “está chegando ao chão da escola”, às salas de aula: “Para nós isso é muito importante, para o reconhecimento das nossas ações, que são ações afirmativas e que beneficiam a sociedade”.

Proposta do Fórum é combater o racismo estrutural e institucional. Foto: Stalin Melo/SEE

Segundo a presidente do Fórum Étnico-Racial, Goreth da Silva Pinto, o órgão foi criado pelo movimento negro em 2008, a partir das diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnicos-raciais. Composto por representantes de instituições governamentais e não governamentais, públicas e privadas, busca incidir nas secretarias municipais e estadual a aplicabilidade das leis 10.639 e 11.945: “Temos como objetivo implementar nos sistemas de ensino essas leis, que obrigam as instituições a trabalhar a história e a cultura afro-brasileira”.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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