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Estado avança na implantação do Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente com primeira reunião da comissão
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Em continuidade às ações voltadas para crianças e adolescentes, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), promoveu, nesta quinta-feira, 9, a primeira reunião da Comissão de Implantação do Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente (Caica). A iniciativa tem como objetivo acolher, em um único espaço, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade que sofreram violência física ou psicológica.
Instituições se reuniram para discutir composição do Caica. Foto: Deisy Cruz/SEASDHO centro que ainda será entregue, teve sua primeira deliberação no início de abril, quando a governadora Mailza Assis, ainda como secretária de Assistência Social, realizou o primeiro ato destinando o local que sediará a unidade, localizado no centro, ao lado do Casarão, em Rio Branco. O espaço é totalmente novo e contará com estrutura adequada, segurança e qualidade para o atendimento às vítimas de violência.
A reunião teve como finalidade dar encaminhamentos quanto à divisão do espaço e à atuação integrada dos órgãos envolvidos. Participaram representantes do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), da Defensoria Pública do Estado (DPE), do Conselho Tutelar, da Secretaria de Segurança Pública (Sejusp), e outras instituições.
Gestor enfatizou que iniciativa teve início na gestão da governadora Mailza Assis, quando atuou como secretária da pasta. Foto: Deisy Cruz/SEASDHSegundo o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, João Paulo Silva, a implantação do centro representa um momento histórico para o Acre, que passará a contar com uma unidade de referência estadual.
“Eu fiquei extremamente feliz em poder debater e discutir sobre a Seguridade Social e sobre a política voltada às crianças e adolescentes, com toda uma equipe que já vem trabalhando em um projeto de grande magnitude, conduzido pela nossa governadora Mailza Assis, que antes conduziu a pasta da Assistência Social”, destacou.
João Paulo reforçou ainda o poder da iniciativa: “O intuito é dar seguimento ao que ela já vinha debatendo junto ao Ministério Público, a Defensoria Pública, com os conselhos e com toda a classe de debate, visando à segurança das nossas crianças e adolescentes”.
SEASDH coordena ações para implantação do centro. Foto: Deisy Cruz/SEASDHO Caica também terá como finalidade atender crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, lesões, maus-tratos, entre outros casos, buscando aprimorar o serviço de atendimento por meio de acolhimento humanizado e integrado, tornando o processo menos traumático para as vítimas.
O presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), Hélio Cézar Souza Koury, enfatiza que a implantação do centro representa a realização de um antigo anseio.
Presidente do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente destaca que esse é um avanço para a sociedade. Foto: Deisy Cruz/SEASDH“Nesse momento, teremos um espaço em que todas essas instituições poderão dialogar e resolver os problemas de forma conjunta. E o mais importante: as crianças não serem revitimizadas, não precisarão passar por uma peregrinação, e as famílias não precisarem circular por diversos espaços, estando em um ambiente seguro e acolhedor. É com grande expectativa que recebemos esse momento”, afirmou.
Já o representante do Ministério Público (MPAC), promotor Iverson Bueno, parabenizou o governo do Estado pelo avanço: “Essa é uma grande vitória para a defesa da criança e do adolescente, e o Ministério Público do Acre fica muito feliz de ver esse tipo de centro de atendimento sendo realizado e saindo do papel. Eu acredito que, daqui pra frente, teremos um novo tipo de atendimento, um novo olhar para as crianças e adolescentes vítimas de todo tipo de situação”.
Promotor parabenizou o governo do Estado. Foto: Deisy Cruz/SEASDHA execução do projeto será coordenada pela SEASDH, por meio da Divisão de Proteção Social Especial (DPSE), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Conselho Tutelar, Ministério Público, Varas Especializadas da Infância e Juventude, Defensoria Pública, Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Decav) e Instituto Médico Legal (IML).
Inovação e proteção integrada
O modelo de Centro de Atendimento Integrado já existe em outras regiões do Brasil. No Acre, o projeto começou a ser idealizado por gestores da área de Assistência Social e, neste ano, deve se concretizar como um marco nas políticas públicas voltadas ao atendimento de vítimas de violência.
Prédio reúne conforto, qualidade, segurança para receber crianças e adolescentes vítimas de violência. Foto: Deisy Cruz/SEASDHOs Centros de Atendimento Integrado (CAI) são equipamentos públicos especializados no atendimento humanizado e multidisciplinar de crianças e adolescentes que sofreram ou presenciaram violência, incluindo violência física, sexual, psicológica ou institucional. Esses espaços reúnem, em um único local, serviços essenciais e interligados, garantindo uma resposta rápida e contínua às necessidades das vítimas.
O projeto tem como finalidade oferecer acolhimento e atendimento integral, com base no artigo 86 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que estabelece que a política de atendimento deve ocorrer por meio de ações articuladas entre o poder público e a sociedade. A proposta busca reduzir os índices de violência, evitar a revitimização e minimizar os danos enfrentados por crianças e adolescentes ao buscarem atendimento em diferentes instituições.
Fonte: Governo AC
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Defesa Civil Estadual segue em alerta após grande volume de chuvas em municípios do Acre
O governo do Acre, por meio da Defesa Civil Estadual, segue em alerta e monitorando a situação das chuvas dos municípios do Acre, após o registro de elevados volumes de chuva em curto intervalo de tempo, nesta terça-feira, 15. Em Brasileia e Epitaciolândia, foram registrados mais de 200 milímetros de precipitação em aproximadamente quatro horas, índice que exige atenção redobrada das equipes de monitoramento e resposta rápida.
Choveu em Brasileia mais de 200 milímetros em quatro horas. Foto: reproduçãoXapuri registrou 80 milímetros de chuva em menos de quatro horas, enquanto Assis Brasil teve um acumulado de 45 milímetros no mesmo período. Diante do cenário, a Defesa Civil Estadual intensificou o acompanhamento das áreas vulneráveis e mantém contato permanente com as coordenações municipais para avaliação dos impactos e adoção das medidas necessárias.
As equipes técnicas seguem monitorando os dados pluviométricos e hidrológicos, atuando de forma integrada para garantir respostas rápidas em caso de ocorrências provocadas pelo grande volume de chuvas.
Segundo o coordenador estadual da Defesa Civil, Carlos Batista, o governo mantém atenção total à situação.
“Estamos em alerta e acompanhando o cenário nos municípios atingidos pelas fortes chuvas. O governo do Estado está mobilizado, em articulação com as equipes municipais, para adotar as medidas necessárias e prestar resposta rápida diante de qualquer eventualidade, garantindo a proteção da população acreana. Em relação ao nível dos rios também estamos monitorando, mas ainda não há preocupação”, destacou o Batista.
Orientações em caso de enxurradas
Diante do volume de chuvas e dos riscos de alagamentos, a Defesa Civil Estadual orienta a população a adotar medidas preventivas para evitar acidentes.
Entre as principais recomendações está evitar transitar por ruas alagadas, seja a pé ou de veículo. A força da água pode esconder buracos, bueiros abertos e provocar arrastamentos, colocando em risco a segurança de motoristas e pedestres. A população também deve buscar abrigo em locais seguros e evitar permanecer em áreas sujeitas a alagamentos.
A recomendação é acionar a Defesa Civil e seguir as orientações das equipes de atendimento. A prevenção e a atenção aos alertas são fundamentais para reduzir riscos e garantir a segurança de todos.
Em casos de emergência, a recomendação é acionar o Corpo de Bombeiros 193 ou o Centro de Comando e Controle (CICC), 190.
Fonte: Governo AC
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