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Na reta final para o Enem, estudantes acreanos compartilham suas histórias de preparação e superação

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O coração bate mais forte. A ansiedade cresce. E a esperança também. Neste domingo, 9, milhares de jovens acreanos darão um importante passo em direção ao futuro: a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025.

Estudantes da Escola Henrique Lima vivem a expectativa do Enem com esperança e determinação. Foto: Diego Gurgel/Secom

Entre eles, estão os alunos da Escola Henrique Lima, no bairro Calafate, em Rio Branco, que vivem dias intensos de preparação, uma jornada que mistura esforço, sonhos e o apoio essencial do governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE).

Desde o início do ano, iniciativas como o Pré-Enem Legal, as aulas de reforço no contraturno, e a entrega de tablets educacionais vêm ajudando estudantes da rede pública a se prepararem melhor para o exame. Em cada sala, há histórias de superação e gratidão.

Primeira vez no Enem, Ranyele quer cursar enfermagem. “Aprendi muito nas aulas do Pré-Enem. Agora me sinto mais preparada e confiante para a prova”, disse. Foto: Diego Gurgel/Secom

“Eu não tive tanto tempo para estudar, mas as aulas do Pré-Enem com a professora Patrícia me ajudaram muito. Aprendi sobre a redação, sobre o que fazer e o que evitar para não me frustrar. Agora me sinto mais preparada”, contou Ranyele Silva, 17 anos, que vai prestar o exame pela primeira vez e sonha em cursar enfermagem.

Assim como Ranyele, Italo Cândido, 18, também vai estrear no Enem. Ele acredita que o apoio da escola e do governo foi decisivo: “As aulas do Pré-Enem Legal e as atividades com a professora Patrícia abriram minha mente. A gente aprendeu macetes, fez simulados e entendeu o funcionamento da prova. Isso dá mais segurança.”

No contraturno

Na Escola Henrique Lima, o contraturno virou sinônimo de oportunidade. Lá, o projeto Pré-Enem Escolar é realizado com aulas presenciais, ministradas por professores voluntários e coordenado com o apoio direto da SEE.

Projeto Pré-Enem Escolar reúne mais de 50 alunos em aulas, simulados e oficinas de redação no contraturno. Foto: cedida

“Esse projeto nasceu de um sonho. Em 2024, procurei a Secretaria e fomos prontamente atendidos. Hoje temos a melhor professora de redação do Acre, a Patrícia, ex-aluna da escola, que voltou para ensinar e inspirar. Ela vem aqui plantar sonhos.” O relato é de Roberval de Lima, gestor da escola, emocionado ao falar do trabalho coletivo que envolve toda a equipe.

Atualmente, mais de 55 estudantes participam das aulas do contraturno, que incluem debates, simulados, oficinas e redação. Para muitos deles, é a primeira experiência com o Enem.

Gestor da escola, Roberval de Lima, destaca a importância do contraturno como espaço de oportunidades e mudança. Foto: Diego Gurgel/Secom

A professora Patrícia de Souza Rufino, responsável pelas aulas de redação, conta que o projeto transformou o ambiente escolar: “Os alunos entendem que a escola é deles. O Pré-Enem é mais do que conteúdo, é pertencimento. Eles se sentem valorizados e acreditam que podem chegar à universidade”, diz.

Patrícia explica que, a cada correção de texto, surge também um momento de autoconfiança. “No começo, eles tinham medo de errar. Agora, escrevem com coragem, sabendo que cada linha os aproxima do sonho”, relata.

Educação que abre portas

Pablício Saldanha, 18 anos, sonha em ingressar no ensino superior e seguir carreira na Polícia Militar. Ele reconhece que o apoio recebido foi essencial para continuar acreditando. “O Pré-Enem Legal e o projeto da escola me ajudaram muito, principalmente nas redações. Eu não me sinto 100% pronto, mas sei o que vou fazer e como vou fazer”, falou.

Pablicio Saldanha sonha em ingressar na Polícia Militar e reconhece o apoio do projeto na sua preparação. Foto: Diego Gurgel/Secom

O estudante também destacou a importância dos tablets entregues pelo governo: “Ajuda demais, porque nem todo mundo tem acesso a livros ou internet. Com o tablet, a gente consegue estudar em casa e revisar o conteúdo. É uma ferramenta que incentiva.”

Para Ezequiel da Silva Lima, 17 anos, o Enem representa uma chance real de mudar de vida. Ele quer cursar direito e, no futuro, ser defensor público. “A Secretaria está fazendo a parte dela. Quando o aluno quer e acredita, tudo se encaixa. É a união do sonho com a oportunidade. A educação abre portas — e o governo está abrindo o caminho.”

Ezequiel da Silva quer cursar Direito e acredita que a educação é o caminho para transformar vidas. Foto: Diego Gurgel/Secom

Com brilho nos olhos, Yasmin Cristina Ferreira, 17, compartilha o mesmo sentimento. Determinada a cursar medicina, ela lembra o quanto o apoio recebido fez diferença:

“No começo do ano eu não tinha condições de pagar um cursinho. As aulas do Pré-Enem Legal e da professora Patrícia foram essenciais. O tablet ajudou, e os aulões deram um norte sobre o que estudar. Essas oportunidades mostram que o governo acredita na gente.”

Determinada, Yasmin Cristina sonha em estudar medicina e vê nas ações do governo um incentivo para seguir em frente. Foto: Diego Gurgel/Secom

Yasmin passou o ano inteiro se dedicando, estudando à noite e participando dos aulões promovidos pela SEE. “A gente aprende que com esforço e apoio, tudo é possível. E eu sei que vou conseguir”, disse emocionada.

Apoio que vai além da sala de aula

O Pré-Enem Legal, programa estadual que percorre todo o Acre com aulas dinâmicas, também esteve presente na Escola Henrique Lima. Segundo Humberto Miranda, chefe da Divisão do projeto na SEE, o objetivo é alcançar todos os estudantes, da capital ao campo.

Aulas do projeto Pré-Enem Legal ajudam alunos da rede pública a se prepararem melhor para o exame. Foto: Dharcules Pinheiro/Secom

“Em 2025, atendemos mais de 9.800 alunos com aulas presenciais, itinerância e lives. Trabalhamos com metodologias leves, músicas e dinâmicas para mostrar que aprender pode ser divertido e transformador”, declarou.

Emoção e apoio das famílias

Durante a produção desta matéria, a equipe de comunicação da SEE promoveu um momento especial: pais e responsáveis deixaram mensagens de incentivo para os filhos que farão o Enem. Entre lágrimas, as palavras de orgulho e esperança tomaram conta dos estudantes.

Emoção e orgulho: familiares deixam mensagens de incentivo aos filhos que farão o Enem neste domingo. Foto: Diego Gurgel/Secom

Para muitos, foi o impulso que faltava. Um lembrete de que, por trás de cada estudante, há uma rede de amor e apoio. Confira:

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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