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Polícia Civil do Acre leva cidadania para jovens com TEA durante ação do MPAC em Rio Branco
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O governo do Estado, por meio da Polícia Civil (PCAC), promoveu neste sábado, 11, uma ação de cidadania voltada ao público com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Por meio do Instituto de Identificação, a PCAC integrou o programa “MP na Comunidade”, do Ministério Público do Acre (MPAC), com a oferta de 50 atendimentos para a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN).
Delegado-geral Pedro Buzolin acompanha de perto atendimentos realizados durante o programa do MPAC. Foto: Emerson Lima/ PCACO foco central da participação da PCAC foi a oferta de 50 atendimentos gratuitos para a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), destinados especificamente a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), na faixa etária de 5 a 16 anos.
A nova CIN permite a inclusão de símbolos que identificam condições específicas de saúde, como o autismo, facilitando o acesso a direitos e prioridades garantidos por lei. Durante o evento, as equipes do Instituto de Identificação montaram uma estrutura para acolher as famílias de forma humanizada, respeitando as particularidades sensoriais e de tempo de cada menor atendido.
Ação ofertou 50 atendimentos gratuitos para emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN). Foto: Emerson Lima/ PCACO diretor do Instituto de Identificação da PCAC, Júnior César da Silva, ressaltou a importância técnica e social da emissão do documento para este público específico. “O nosso objetivo no Instituto é desburocratizar o acesso a um documento tão vital. Para o público de 5 a 16 anos com TEA, a Carteira de Identidade Nacional é uma ferramenta de inclusão que evita constrangimentos e agiliza atendimentos em diversas áreas. Trazer esse serviço para dentro de uma escola, através do MP na Comunidade, facilita a vida dos pais que, muitas vezes, encontram dificuldades de deslocamento no dia a dia”, informou.
Fonte: Governo AC
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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.
Fonte: Governo AC
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