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Prêmio reconhece soluções de bioeconomia na Amazônia

O primeiro colocado receberá 15 mil reais, o segundo ganhará 10 mil reais e o terceiro, 5 mil reais.

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Foto: Up Com

O lançamento da 4ª edição do Prêmio da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (SDSN Amazônia), que faz parte das Organizações das Nações Unidas (ONU) e é secretariada pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS), com premiação de até R$ 30 mil, ocorrerá no dia 2 de agosto, a partir das 11h, horário de Brasília, por meio de uma live no canal da SDSN Amazônia no Youtube (sdsn-amazonia.org/youtube).

Com o tema “Soluções para uma nova bioeconomia Amazônica”, o prêmio vai reconhecer e dar visibilidade às propostas realizadas para enfrentar os problemas que dificultam o desenvolvimento econômico e sustentável na Amazônia. O primeiro colocado receberá 15 mil reais, o segundo ganhará 10 mil reais e o terceiro, 5 mil reais.

A abertura das inscrições acontecerá no evento de lançamento e serão gratuitas por meio do link sdsn-amazonia.org/premio2021. Há três categorias para inscrever soluções: Cadeias produtivas baseadas no manejo e cultivo da biodiversidade amazônica, produção de bioprodutos e soluções baseadas na natureza.

Participarão do evento de lançamento o presidente da SDSN Amazônia e superintendente geral da FAS, Virgilio Viana, e representantes das organizações que apoiam a premiação: o Instituto Amigos da Amazônia (iAMA) e o Hub de Economia Verde e Bioeconomia da Amazônia, uma coalização entre FAS e a Green Economy Coalition que busca acelerar a transição para uma economia sustentável na Amazônia.

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No lançamento terá uma breve apresentação sobre as edições anteriores e os resultados que geraram, atualizações sobre a edição desse ano e ainda um espaço para perguntas e respostas das pessoas que acompanharão o evento pelo youtube.

“Precisamos transformar a economia do desmatamento em uma nova economia verde, regenerativa, inovadora, justa e inclusiva. Uma economia baseada na valorização dos ativos, serviços e produtos ambientais, e no conhecimento tradicional dos povos da floresta. Por isso, o Prêmio SDSN tem grande importância, porque incentiva projetos com esses objetivos”, disse a coordenadora da SDSN Amazônia, Carolina Ramirez Mendez.

Para participar da premiação, as iniciativas precisam atuar na região da Pan-Amazônia há mais de um ano e a organização deve fazer parte da SDSN, SDSN Amazônia ou da SDSN Jovem Amazônia, ou ter feito uma solicitação para fazer parte da rede previamente à data de encerramento das inscrições, que acontecerá no dia 3 de setembro.

Para Virgilio Viana, a realização do prêmio é um grande incentivo às organizações atuantes na Amazônia, fazendo com que as soluções encontradas na floresta sejam reconhecidas e utilizadas. “Existem muitas respostas dentro da Amazônia para resolver os problemas que enfrentamos, para fortalecer sua economia e que são desenvolvidas pelas pessoas que vivem e dependem da floresta. Encontrar essas soluções, dar visibilidade e apoio a elas é fundamental para avançarmos nestas questões, e é isso que o prêmio busca realizar”, afirmou.

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Sobre a SDSN Amazônia

A SDSN Amazônia é uma rede que visa integrar os países da Bacia Amazônica, mobilizando universidades, organizações não governamentais, centros de pesquisa, instituições governamentais e privadas, organizações multilaterais e sociedade civil para promover a resolução prática de problemas para o desenvolvimento sustentável da região. A iniciativa faz parte da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDSN Global) e tem a secretaria executiva realizada pela FAS.

Sobre o Hub de Economia Verde e Bioeconomia na Amazônia

O Hub de Economia Verde e Bioeconomia na Amazônia é uma iniciativa criada a partir da parceria da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) com a Coalizão de Economia Verde (Green Economy Coalition – GEC em Inglês), buscando acelerar a transição para uma economia verde e inclusiva na Amazônia. O Hub reúne mais de 53 organizações (sociedade civil, empresas, trabalhadores, governos, agências internacionais da ONU e acadêmicos) conectadas a outros sete Hubs em todo o mundo.

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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias

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A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.

Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

O espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.

Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.

“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.

Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”

Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Inovação e inclusão

A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.

Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”

Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.

“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”

Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Impressão 3D e cultura local

Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.

“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”

Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.

Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”

Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.

“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”

Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Encanto para jovens

Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.

“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”

Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”

Fonte: Governo AC

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