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Primeiro Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente é destaque no GovCast

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A implantação do primeiro Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente (Caica) foi a pauta do GovCast, o podcast do governo do Estado, na edição desta terça, 19, transmitida pelas rádios Difusora, Aldeia e pelo canal YouTube. As entrevistadas, coordenadora do centro, Emily Derze, e a diretora da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Siomary Benevides, informaram que o órgão, recém-inaugurado, está localizado na Avenida Brasil, nº 439, no Centro da capital, ao lado do Casarão, destacaram ainda que o espaço integra os órgãos que pertencem à rede de proteção e reforçaram que denunciar crimes contra a crianças e o adolescentes é dever de todos e “ninguém  deve se calar”.

Gestoras do Caica, a coordenadora do centro, Emily Derze e a diretora da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Siomary Benevides, durante entrevista ao GovCast. Foto: José Caminha/Secom

O projeto do Caica foi elaborado há mais de 10 anos e é regulamentado pela Lei 13.343, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Foi efetivado, com a criação do centro, a partir da iniciativa da governadora Mailza Assis durante sua gestão na SEASDH e atuação como vice-governadora. Na prática, o dispositivo possibilita que todo o atendimento necessário à criança e ao adolescente vítima de violência seja realizado em um só lugar. Para isso, o centro reúne o Conselho Tutelar, Defensoria Pública, Ministério Público, Tribunal de Justiça e equipe técnica especializada, composta por psicólogo e assistente social.

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A criança e/ou adolescente vítima de violência física, psicológica, sexual e patrimonial terá atendimento humanizado e acolhedor, evitando a revitimização — situação em que a vítima revive e relata repetidamente os episódios traumáticos em atendimento realizado por diversos órgãos —, conforme esclareceu a coordenadora do centro, Emily Derze.

Foto: José Caminha/Secom

“O centro de atendimento reúne todos os órgãos em um só lugar, evitando peregrinação da vítima por diversos segmentos da rede de assistência, bem como da revitimização decorrente da necessidade de relatar repetidamente a situação vivenciada, o que pode intensificar o trauma psicológico”.

Siomary Benevides esclareceu que o projeto foi implementado nos mínimos detalhes, com ambientes lúdicos e decorados para proporcionar acolhimento, escuta protegida e atendimento humanizado, além de profissionais com perfil adequado para esse atendimento especializado, disponibilizados por seus respectivos órgãos.

“Nas primeiras horas após a inauguração, já realizamos um atendimento, com escuta de uma família por demanda espontânea, e estamos em contato com o Instituto São José para o acompanhamento dos jovens traumatizados pelo episódio de violência extrema ocorrido na instituição”, lembrou a diretora, reforçando que o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes é dever de todos, por meio da informação, e, sobretudo, da não omissão diante de atitudes criminosas.

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Fonte: Governo AC

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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias

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A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.

Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

O espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.

Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.

“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.

Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”

Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Inovação e inclusão

A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.

Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”

Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.

“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”

Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Impressão 3D e cultura local

Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.

“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”

Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.

Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”

Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.

“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”

Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

Encanto para jovens

Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.

“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”

Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”

Fonte: Governo AC

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