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Semulher lança campanha dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher

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A Secretaria de Estado da Mulher (Semulher) promoveu, nesta terça-feira, 18, o lançamento oficial da campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher, em evento realizado no auditório da Fecomercio, em Rio Branco. A mobilização integra o calendário anual de ações do governo estadual para ampliar a conscientização e fortalecer a prevenção e o enfrentamento às diversas formas de violência que atingem mulheres e meninas no Acre.

Secretaria da Mulher lança campanha 21 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. Foto: Rebeca Martins

O lançamento reuniu representantes de órgãos públicos, instituições parceiras, movimentos sociais e profissionais que atuam na rede de proteção. Durante o encontro, a Semulher apresentou o planejamento das ações que serão realizadas durante o período da campanha, no intuito de ampliar a disseminação de informações, formação da rede de atendimento às mulheres em situação de violência, programas educativos e articulação intersetorial. Com o lema “21 dias pela vida delas. Quebre o silêncio”, a iniciativa convida toda a sociedade a não se calar diante da realidade vivenciada pela população feminina.

Evento acontece no auditório da Fecomércio e conta com a presença de autoridades que integram a rede de proteção às mulheres. Foto: Rebeca Martins

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, destacou a relevância da mobilização. “Essa campanha é de extrema importância, não podemos deixar que nossas mulheres sejam vítimas de violência. Toda a sociedade precisa se conscientizar e combater a violência contra a mulher e o feminicídio.”

Secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, afirma que “campanha depende do engajamento de todos”. Foto: Rebeca Martins

Ela também enfatizou a relevância da participação das instituições e da sociedade. “A campanha depende do engajamento de todos. Nosso objetivo é garantir que a informação chegue a cada território e a cada mulher que precisa de apoio”, disse.

Comandante-geral da Polícia Militar do Acre, coronel Marta Renata, ressalta a necessidade de articulação conjunta entre as instituições. Foto: Rebeca Martins

Representantes das instituições presentes também reforçaram o papel da articulação conjunta. “Nós mulheres sofremos a violência simbólica e estrutural, o Estado precisa unir forças para que, juntos, possamos mudar essa estrutura. Nesses 21 dias a Policia Militar vai estar atuando, principalmente no interior e nas regiões de difícil acesso”, destacou a comandante-geral da Polícia Militar do Acre coronel Marta Renata.

Durante encontro, Semulher apresenta planejamento de ações realizadas durante o período da campanha. Foto: Rebeca Martins

Compuseram a mesa de honra a secretária de Estado da Mulher Márdhia El Shawwa Pereira, o deputado estadual Fagner Calegário, a deputada federal Socorro Neri, a coordenadora estadual das Mulheres Em Situação De Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça do Acre juíza de direito Louise Santana, a representante do Ministério Público do Acre, promotora de justiça Dulce Helena Franco, a subdefensora-geral de gestão administrativa da Defensoria Pública do Acre, Simone Santiago, a procuradora-geral de Justiça Janete Melo, a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, representando todos os demais movimentos sociais Geovana Castelo Branco, a comandante-geral da Polícia Militar do Acre coronel Marta Renata e a vereadora de Rio Branco, Elzinha Mendonça.

Fonte: Governo AC

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Governo do Acre intensifica ações em territórios indígenas diante de emergências ambientais e sociais

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O governo do Acre tem reforçado nesta quarta-feira, 29, sua atuação junto aos povos indígenas diante de uma série de situações emergenciais que atingem territórios no interior do estado, como enchentes, risco de contaminação por derramamento de óleo e o desaparecimento de um indígena na região do Jordão.

A mobilização ocorre por determinação direta da governadora Mailza Assis, que desde o último sábado, 26, tem acompanhado de perto os desdobramentos e acionado equipes para atuação imediata nas áreas afetadas. A secretária de Povos Indígenas, Francisca Arara, tem visitado as terras indígenas afetadas e garantindo presença ativa na busca de soluções para as crises de forma coordenada.

Secretária de Povos Indígenas dialogando com lideranças de Jordão. Foto: Emanoel Farias/Sema

Segundo a gestora, o trabalho é realizado em equipe com demais órgãos do Estado, prefeituras e instituições. “Estamos nos territórios, ouvindo de perto as demandas e construindo soluções junto com os povos indígenas. Esse é um trabalho coletivo, feito com eles e não apenas para eles”, destacou.

Força-tarefa em diferentes frentes

No município do Jordão, uma grande mobilização foi organizada para localizar um indígena desaparecido na região do Alto Jordão. A ação conta com o apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Comissão Pró-Indígena do Acre, Segurança Pública, Corpo de Bombeiros, além de lideranças locais, como associações indígenas, vereadores e gestores municipais.

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Equipes foram estruturadas em diferentes frentes de busca, com suporte logístico. A operação também conta com o apoio aéreo, temporariamente afetado pelas condições climáticas, mas já foi retomado.

Reunião estratégica da equipe do governo do Acre com gestores de Jordão. Foto: Emanoel Farias/Sema

O governo monitora os impactos do derramamento de óleo que pode atingir povos indígenas localizados às margens do rio Tarauacá, como a Terra Indígena Kaxinawá do Primavera e a região do Carapanã, além de áreas urbanas próximas.

O Departamento de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) coletou amostras de água em diferentes pontos ao longo do rio, com o objetivo de identificar uma possível formação de um rastro de contaminação, verificar a presença de material em suspensão e subsidiar a elaboração de relatório técnico detalhado sobre a situação.

Também foi realizado diagnóstico visual preliminar das condições da água nas proximidades do ponto de ocorrência. De acordo com a equipe técnica, até o momento a situação apresenta sinais de controle, sem indícios de agravamento imediato.

Medidas emergenciais de monitoramento ambiental, vigilância em saúde foram tomadas pela Sema. Foto: Emanoel Farias/Sema

Apoio emergencial e escuta ativa

Outra frente de atuação ocorre na Terra Indígena do Rio Gregório, localizada no município de Tarauacá, uma das mais afetadas pelas enchentes recentes. No local, equipes do governo realizam levantamento de danos e articulam o envio de ajuda emergencial, como água potável e cestas básicas.

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Enchentes tem afetado diversas aldeias localizadas às margens do Rio Gregório em Tarauacá. Foto: cedida

Além do atendimento imediato, o foco também está na reconstrução das terras indígenas atingidas. “Estamos ouvindo as lideranças para entender o que foi perdido e como o Estado pode apoiar na reestruturação, tanto no curto quanto no médio e longo prazos”, reforçou a secretária.

As ações envolvem diversas instituições do governo estadual, como a Secretaria de Estado da Casa Civil, Sema, Secretaria de Estado de Assistência Social, além das forças de segurança e prefeituras locais. A articulação também inclui organizações indígenas e parceiros institucionais.

Fonte: Governo AC

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