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4º Encontro Técnico de Pecuária em MT destaca inovação e ciência para aumentar produtividade

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A Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) promove, no dia 4 de outubro, o 4º Encontro Técnico de Pecuária, no Espaço Ideia’s, em Rondonópolis. O encontro tem como objetivo compartilhar conhecimento técnico, fomentar troca de experiências e debater inovações que impulsionam a produtividade e a sustentabilidade da pecuária brasileira.

Programação aborda genética, nutrição e manejo de pastagens

A expectativa é de reunir pecuaristas, pesquisadores e profissionais técnicos da cadeia pecuária. Além do time da Fundação MT, participam especialistas da Embrapa, da Universidade Federal de Rondonópolis e produtores do setor. Entre os temas discutidos estão:

  • Sustentabilidade e tecnologias aplicadas
  • Manejo de pastagens
  • Nutrição e genética de rebanhos
  • Controle de pragas
  • Produção de leite, com foco em desafios e oportunidades do setor
  • Ciência como base para produtividade e eficiência

O pesquisador Thiago Trento, da Fundação MT, ressalta que o evento busca proporcionar conhecimento prático e estratégico para o desenvolvimento sustentável e alta performance na pecuária.

“O encontro aproxima produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do setor, trazendo discussões sobre tecnologias aplicadas, estratégias de manejo, uso eficiente de recursos e práticas sustentáveis que asseguram maior produtividade e lucratividade”, afirma.

O tema desta edição, “Pecuária com ciência: mais valor em cada arroba”, reforça a importância da pesquisa científica para o setor. Segundo Trento, os estudos em nutrição, manejo de pastagens, controle de pragas e uso eficiente de recursos naturais resultam em tecnologias e práticas que aumentam a produtividade e reduzem custos, fortalecendo a pecuária nacional frente às demandas do mercado interno e externo.

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Inovação tecnológica em destaque

Um dos principais painéis do evento abordará tecnologias inovadoras, como o uso de drones, sensores e inteligência de dados na gestão das propriedades.

“Queremos mostrar como essas ferramentas transformam a gestão do campo, com monitoramento de áreas, coleta de dados e integração com softwares de gestão para apoiar decisões estratégicas”, explica Trento.

O painel também vai tratar de tecnologias de manejo direto, incluindo máquinas, equipamentos e sistemas voltados à infraestrutura das propriedades e cuidados com os animais e pastagens.

Conexão entre ciência e prática

Segundo a organização, o encontro proporcionará um dia intenso de troca de informações, combinando resultados de pesquisas recentes com práticas aplicáveis ao campo.

“A conexão entre ciência, prática, inovação tecnológica e gestão sustentável, além da discussão sobre tendências e desafios do setor, torna o evento completo e relevante para toda a cadeia pecuária”, conclui Trento.

Inscrições e programação completa

Mais informações sobre programação e inscrições podem ser acessadas no site da Fundação MT: www.fundacaomt.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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