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AgroBrasília 2026 amplia estrutura e reforça experiência para produtores rurais

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A AgroBrasília 2026 chega com estrutura ampliada e ainda mais organizada, consolidando seu papel como um dos principais pontos de encontro do agronegócio no Brasil. Com mais de 550 expositores confirmados, a feira distribui seus pavilhões de forma estratégica, reunindo tecnologia, inovação e soluções para diferentes áreas do setor.

Novidades da edição 2026

Entre as principais novidades da feira estão:

  • Ampliação da pista off-road, proporcionando mais espaço para demonstrações técnicas e experiências interativas.
  • Novos expositores, aumentando a diversidade de soluções e reforçando o ambiente de inovação.
  • Pavilhão de Negócios, reunindo empresas consolidadas com foco em insumos, biotecnologia, soluções industriais e digitais.

O objetivo é proporcionar ao produtor rural uma experiência completa, com contato direto com novas tecnologias e soluções integradas para o campo.

Estrutura comercial e integração de soluções

Segundo a Gestora Administrativa e Comercial da AgroBrasília, Deyse Monteiro, a área de exposição está praticamente fechada, restando apenas ajustes operacionais finais.

“Os espaços concentram empresas dos segmentos de fertilizantes, sementes, máquinas, tecnologia e serviços, permitindo ao produtor rural acessar soluções integradas e acompanhar de perto as principais tendências do agro”, explica Monteiro.

Fortalecimento do setor e papel estratégico do produtor

Para o presidente da Coopa-DF, José Guilherme Brenner, a organização dos pavilhões reflete a evolução do setor e o crescimento da feira ao longo dos anos.

“Os pavilhões reúnem empresas consolidadas, que oferecem uma ampla gama de serviços, tecnologias e soluções para o produtor. É um ambiente que cresce a cada edição e fortalece o agro da nossa região.”

Brenner também ressalta a importância do produtor rural no cenário atual:

“O agricultor precisa navegar em contextos muitas vezes desafiadores, mas exerce uma função essencial para o país. Ao longo dos anos, desenvolveu tecnologias importantes, como a rotação de culturas, que sustentam um sistema agrícola resiliente e garantem produtividade e segurança alimentar para o Brasil.”

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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