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AgRural eleva projeção da safra 2025/26 de soja para 180,4 milhões de toneladas; colheita inicia em regiões pontuais

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A consultoria AgRural registrou na semana passada os primeiros trabalhos de colheita da safra 2025/26 de soja no Brasil. As atividades começaram de forma pontual em regiões do oeste do Paraná e nas áreas do médio-norte, leste e oeste de Mato Grosso.

Segundo a empresa, a expectativa é que os trabalhos avancem gradualmente nos próximos dias, embora o ritmo mais intenso da colheita deva ocorrer apenas em janeiro, caso as condições climáticas permaneçam favoráveis.

Nova projeção indica alta na produção nacional

A AgRural também divulgou uma revisão mensal de sua estimativa de produção da soja brasileira para a safra 2025/26. O novo levantamento, o primeiro com dados de campo substituindo as linhas de tendência anteriores, aponta produção de 180,4 milhões de toneladas.

O volume representa um aumento frente à projeção de 178,5 milhões de toneladas feita em novembro e supera o resultado de 171,5 milhões de toneladas da safra passada.

A consultoria estima uma área plantada de 49,1 milhões de hectares e produtividade média de 61,2 sacas por hectare, reforçando o otimismo do mercado em relação ao desempenho da oleaginosa nesta temporada.

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Clima segue como fator decisivo para o resultado final

Apesar das boas condições climáticas observadas até o momento, a AgRural ressalta que a produtividade ainda está em aberto na maior parte das lavouras. O resultado final da safra dependerá do comportamento do clima entre janeiro e fevereiro, e, em algumas regiões mais tardias, até a primeira quinzena de março.

A consultoria informou que uma nova atualização das projeções será divulgada na segunda quinzena de janeiro, quando haverá um cenário mais consolidado sobre o desenvolvimento das lavouras em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

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Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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