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Algodão no Brasil opera abaixo da paridade de exportação em 2025

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O Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ voltou a operar abaixo da paridade de exportação, situação que não era registrada desde dezembro de 2024. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), tanto o Indicador quanto a paridade de exportação acumulam perdas ao longo deste ano.

Queda influenciada por fatores internacionais

A baixa na paridade de exportação foi impactada por múltiplos fatores no mercado internacional, incluindo:

  • Desvalorização do dólar frente ao Real;
  • Queda do Índice Cotlook A, referência global do algodão;
  • Recuo do primeiro contrato negociado na Bolsa de Nova York (ICE Futures).

De acordo com o Cepea, esses elementos exerceram pressão sobre os preços da pluma no mercado interno, refletindo diretamente nas negociações brasileiras.

Cenário doméstico pressiona cotações

No Brasil, a queda das cotações do algodão também foi influenciada por fatores locais, como:

  • Instabilidade geopolítica;
  • Maior oferta de algodão no mercado interno.

Nos últimos dias, o fortalecimento do dólar frente ao Real trouxe uma leve recuperação da paridade de exportação, segundo pesquisadores do Cepea, mas ainda insuficiente para reverter o quadro de desvalorização.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão dispara e atinge maior preço em dois anos, impulsionado pelo petróleo e mercado externo

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O mercado de algodão iniciou o segundo trimestre de 2026 com forte valorização, alcançando o maior patamar de preços em dois anos. De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o indicador do algodão em pluma do Cepea/Esalq chegou a 81,91 centavos de dólar por libra-peso, nível não registrado desde o fim de março de 2024.

A recente alta marca uma virada relevante no comportamento do mercado, após um ciclo de queda observado ao longo de 2024 e 2025. Naquele período, as cotações chegaram a recuar abaixo de 70 centavos de dólar por libra-peso e atingiram níveis inferiores a 63 centavos no final de 2025.

Recuperação ganha força em 2026

A retomada dos preços começou a ganhar consistência ao longo do primeiro trimestre de 2026, impulsionada principalmente pela valorização dos contratos na bolsa de Nova York e pela alta do petróleo no mercado internacional.

O avanço do petróleo tem papel estratégico nesse movimento, já que eleva o custo das fibras sintéticas, tornando o algodão mais competitivo no mercado global. Esse fator tem sustentado a demanda pela fibra natural, contribuindo para a recuperação das cotações.

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Oferta restrita e demanda aquecida sustentam preços

Segundo o Cepea, desde março os vendedores adotaram uma postura mais firme nas negociações, acompanhando o cenário internacional mais favorável. Ao mesmo tempo, a indústria têxtil nacional e as tradings voltadas à exportação ampliaram o ritmo de compras, reforçando a demanda.

Esse equilíbrio entre oferta mais restrita e consumo aquecido tem dado suporte ao atual patamar de preços, consolidando o movimento de valorização no curto prazo.

Margens do produtor ganham fôlego

Com a alta recente, o cenário tende a ser mais positivo para os produtores brasileiros. O avanço das cotações reduz a pressão sobre as margens da cultura, especialmente em um contexto de custos ainda elevados.

A perspectiva, segundo analistas, é de que o mercado continue atento aos desdobramentos do petróleo e ao comportamento da demanda global, fatores que devem seguir como principais direcionadores dos preços do algodão nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

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