AGRONEGÓCIO
Aviação agrícola impulsiona produtividade e sustentabilidade no campo brasileiro
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A aviação agrícola, presente no Brasil há mais de 75 anos, desempenha papel estratégico na produtividade e na proteção das lavouras. O setor é tema do segundo episódio da série “Conversando com o especialista”, produzida pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg). O vídeo está disponível nas redes sociais da entidade e conta com a participação de Cláudio Junior Oliveira, diretor operacional do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (SINDAG).
Aplicações que vão além da pulverização
Segundo Oliveira, a aviação agrícola não se restringe à aplicação de defensivos. Ela é essencial em semeadura, adubação, fertilização, combate a incêndios florestais e na proteção das principais culturas brasileiras, como cana-de-açúcar, soja, milho e trigo. “Essas culturas têm alto grau de dependência da aplicação aérea”, destaca o especialista.
Crescimento do setor e frota nacional
Em 2024, o setor registrou uma expansão superior a 7%, o maior avanço da última década. O Brasil ocupa atualmente a segunda maior frota mundial de aviação agrícola, com mais de 2.700 aeronaves tripuladas. Apenas no ano passado, mais de 40 milhões de litros de água foram aplicados por mais de 100 pilotos em diversas regiões do país, segundo Oliveira.
Regulamentação, boas práticas e sustentabilidade
O módulo abordado na série também detalha boas práticas do setor, regulamentações vigentes, como a Instrução Normativa 02/2008 do Ministério da Agricultura e os Regulamentos Brasileiros da Aviação Civil (RBACs), além de aspectos ambientais associados à atividade. “O treinamento mostra o planejamento necessário para a aplicação segura e eficiente da aviação agrícola. É imperdível para quem deseja entender a relevância do setor e sua contribuição ao campo”, afirma Oliveira.
Cursos gratuitos e certificados para profissionais do agro
A plataforma de treinamentos do Sindiveg oferece módulos gratuitos, práticos e certificados, direcionados a agricultores, apicultores e profissionais da cadeia produtiva. O objetivo é promover boas práticas e incentivar uma produção agrícola segura, eficiente e sustentável. Para acessar o vídeo completo e mais informações, acompanhe as redes sociais do Sindiveg.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Varejo lidera migração ao mercado livre de energia em abril de 2026, aponta CCEE
A migração para o mercado livre de energia segue em ritmo consistente no Brasil. Em abril de 2026, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) registrou a entrada de 1.213 novos consumidores no ambiente de livre contratação, reforçando o avanço da abertura do setor elétrico no país.
Do total de migrações no período, cerca de 75% foram realizadas por meio de agentes varejistas, modelo que vem ganhando espaço por facilitar o acesso de consumidores ao mercado livre, assumindo a gestão das operações de compra e venda de energia.
Mercado livre de energia já ultrapassa 90 mil consumidores no Brasil
No mercado livre de energia, consumidores têm a possibilidade de escolher seus fornecedores e negociar diretamente condições como preço, prazo de contrato e tipo de fonte energética.
Atualmente, mais de 90 mil empresas e pessoas físicas já participam do ambiente no Brasil, que se consolida como alternativa estratégica para redução de custos e ampliação de práticas sustentáveis no consumo de energia elétrica.
O movimento de expansão ocorre em meio à consolidação da abertura do mercado para consumidores de alta tensão e à expectativa de ampliação gradual para outros perfis de consumo nos próximos anos.
Crescimento do setor entra em fase de estabilização após expansão acelerada
De acordo com a CCEE, após dois anos de forte expansão no número de migrações, o mercado livre passa por um período de acomodação no ritmo de crescimento.
Apesar disso, o volume de novos consumidores segue em patamar elevado quando comparado à média registrada até 2023, indicando que a adesão ao ambiente continua avançando de forma consistente.
Mercado livre deve alcançar milhões de novos consumidores até 2027 e 2028
A diretora de Operação de Mercado da CCEE, Gerusa Côrtes, destaca que o setor deve entrar em uma nova fase de expansão com a abertura total do mercado prevista para 2027 e 2028.
Segundo a executiva, a expectativa é de que milhões de consumidores passem a ter acesso ao ambiente de contratação livre, o que deve transformar a relação dos brasileiros com o consumo de energia elétrica.
A CCEE afirma que já vem implementando medidas para garantir maior eficiência operacional e preparação para esse novo ciclo de crescimento.
Tecnologia e automação impulsionam modernização do mercado de energia
Para dar suporte à expansão do setor, a CCEE lançou em julho de 2025 um novo modelo de integração de dados entre agentes do mercado, baseado no uso de APIs (Interface de Programação de Aplicações).
A tecnologia permite substituir processos manuais por conexões automatizadas entre sistemas, tornando as operações mais rápidas, seguras e escaláveis.
A iniciativa também tem como objetivo ampliar a capacidade da Câmara de absorver o crescimento acelerado do mercado livre, garantindo maior confiabilidade e eficiência nos serviços prestados.
Serviços e saneamento lideram adesões no mês de abril
Entre os setores que mais migraram para o mercado livre em abril de 2026, destacam-se serviços e saneamento, seguidos por comércio e indústria de alimentos.
O movimento mostra a ampliação do perfil de consumidores, que vai desde pequenos e médios estabelecimentos comerciais até grandes estruturas como supermercados, hospitais, farmácias e redes hoteleiras.
Sudeste e Nordeste concentram maior número de migrações
A análise regional da CCEE mostra que São Paulo liderou o ranking de migrações no mês, com 290 novas adesões.
Em seguida aparece o Ceará, com 192 migrações, evidenciando a expansão do mercado livre também na região Nordeste. Santa Catarina (96), Minas Gerais (95) e Paraná (70) completam a lista dos estados com maior volume de novas entradas no período.
O avanço em diferentes regiões reforça a interiorização do mercado livre de energia e sua crescente adesão por consumidores de perfis diversos em todo o país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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