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Café recua forte nas bolsas internacionais e pressiona estratégia de venda no Brasil

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Queda expressiva marca início do pregão

O mercado internacional de café iniciou esta quinta-feira (16) em forte baixa, impactando diretamente o cenário para produtores brasileiros. O movimento reflete ajustes técnicos e maior cautela dos investidores diante da proximidade da colheita no Brasil, reduzindo o suporte observado recentemente nas cotações.

Arábica registra perdas superiores a 1.000 pontos em Nova York

Na Bolsa de Nova York, os contratos de café arábica abriram o dia com quedas expressivas em toda a curva:

  • Maio/2026: queda de 1.020 pontos, cotado a 294,05 cents/lb
  • Julho/2026: recuo de 1.025 pontos, a 288,00 cents/lb
  • Setembro/2026: baixa de 930 pontos, para 274,80 cents/lb
  • Dezembro/2026: perda de 850 pontos, cotado a 267,00 cents/lb
Robusta também opera em baixa em Londres

Na Bolsa de Londres, o café robusta acompanhou o movimento negativo:

  • Maio/2026: queda de 44 pontos, a US$ 3.484 por tonelada
  • Julho/2026: recuo de 50 pontos, para US$ 3.344
  • Setembro/2026: baixa de 46 pontos, a US$ 3.276
  • Novembro/2026: queda de 45 pontos, cotado a US$ 3.222 por tonelada
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Ajustes técnicos e colheita no Brasil pressionam preços

A desvalorização está diretamente ligada à realização de lucros após as recentes altas, além do reposicionamento dos investidores diante da iminente colheita brasileira. Com a expectativa de aumento gradual da oferta nas próximas semanas, o mercado começa a retirar parte do chamado “prêmio climático” que vinha sustentando os preços.

Maior oferta reduz urgência de compras

Outro fator que pesa sobre as cotações é o comportamento do fluxo de comercialização no Brasil. Apesar dos estoques ainda limitados, a entrada da nova safra tende a ampliar a disponibilidade física do produto, reduzindo a necessidade imediata de compras e pressionando os contratos futuros.

Produtor deve redobrar atenção às decisões de venda

Para o produtor brasileiro, o cenário indica maior volatilidade no curto prazo. A queda simultânea do arábica e do robusta sinaliza que o mercado já começa a precificar a chegada da safra, exigindo cautela na definição de estratégias comerciais — especialmente para quem ainda possui volumes disponíveis da safra atual.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Massari Fértil e Morro Verde investem R$ 20 milhões e triplicam produção de fosfato natural em Pratápolis (MG)

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Expansão reforça indústria nacional de fertilizantes

A Massari Fértil e a Morro Verde, após a fusão anunciada em janeiro de 2026, consolidaram posição entre as principais empresas brasileiras de fertilizantes naturais. O grupo alcança faturamento estimado de R$ 500 milhões e capacidade produtiva superior a 3 milhões de toneladas por ano.

Como parte do plano de expansão, a companhia concluiu um investimento de R$ 20 milhões na unidade de fosfato localizada em Pratápolis (MG), voltado à ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo (FNR).

Produção de FNR é triplicada com modernização da planta

Com o aporte, a capacidade produtiva da unidade passou de aproximadamente 400 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas anuais, representando um crescimento expressivo e consolidando a empresa entre os principais fornecedores nacionais de fosfatos naturais para o agronegócio.

O projeto foi iniciado em 2025 e faz parte da estratégia de expansão da companhia, com foco em aumentar a competitividade da indústria brasileira de fertilizantes e reduzir a dependência de insumos importados.

Investimento gera impacto econômico em Minas Gerais

Além dos ganhos industriais, a expansão deve gerar impactos diretos na economia regional. A expectativa é de criação de empregos diretos e indiretos, fortalecimento da cadeia de fornecedores e aumento da movimentação econômica em Pratápolis e municípios do entorno.

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A iniciativa também contribui para o desenvolvimento do setor mineral e industrial ligado à cadeia de fertilizantes, considerado estratégico para o agronegócio brasileiro.

Estratégia busca maior autonomia do agronegócio brasileiro

Segundo o CEO da Massari Fértil e Morro Verde, Sérgio Ailton Saurin, o investimento reforça a preparação da companhia para um novo ciclo de crescimento.

“Estruturamos uma operação mais robusta e eficiente, preparada para sustentar nosso crescimento nos próximos anos e atender às necessidades do mercado interno com mais competitividade”, afirmou.

O executivo destaca ainda a importância estratégica do setor de fertilizantes para o país.

“O Brasil ocupa uma posição estratégica no agronegócio global e precisa avançar continuamente em autonomia e eficiência no fornecimento de insumos. Investimentos como este fortalecem a indústria nacional, geram valor para o produtor rural e impulsionam o desenvolvimento econômico das regiões onde atuamos”, completou.

Fertilizantes ganham papel central no agro brasileiro

A ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo reforça o movimento de fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes, um dos pilares estratégicos para a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro.

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Com maior capacidade produtiva interna, o setor busca reduzir gargalos de oferta e ampliar a segurança no abastecimento de insumos essenciais para a produção agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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