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Capal reconhece produtores destaque em programa que valoriza excelência na suinocultura

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Capal celebra excelência e inovação na suinocultura

A Capal Cooperativa Agroindustrial realizou, em janeiro, a primeira edição da premiação Melhores da Suinocultura, um programa voltado a reconhecer os cooperados que mais se destacaram na atividade ao longo de 2025.

A iniciativa valoriza o desempenho técnico e incentiva a melhoria contínua da produção, com base em resultados zootécnicos e práticas sustentáveis.

Avaliação baseada em desempenho técnico e boas práticas

Durante todo o ano de 2025, a cooperativa coletou dados de desempenho das granjas associadas, com foco em produtividade, eficiência e bem-estar animal.

A premiação contemplou três categorias principais:

  • Unidade de Produção de Leitões (UPL)
  • Ciclo Completo
  • Unidade de Terminação (UT)

Cada categoria seguiu critérios específicos, como taxa de mortalidade, conversão alimentar, pontuação no checklist do Sistema Aurora Coop, participação em capacitações técnicas, descarte correto de resíduos e atualização de informações no aplicativo da cooperativa.

Incentivo ao crescimento e à modernização das granjas

Durante o evento, as lideranças da Capal destacaram que o programa vai além dos resultados técnicos, simbolizando evolução constante e comprometimento dos produtores.

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Para Nisley Travaini, coordenador de Assistência Técnica – Suínos, o objetivo é estimular a superação pessoal e o aprimoramento profissional.

“Que todos saiam daqui mais motivados do que chegaram. O verdadeiro desafio não é superar os outros, é superar a si mesmo”, afirmou Travaini.

O presidente do Conselho de Administração, Erik Bosch, reforçou o papel da Capal no apoio à modernização das propriedades e na assistência técnica.

“Não tenham medo de investir em equipamentos. A equipe de suinocultura está pronta para acompanhar e orientar cada produtor”, destacou.

Já a diretora industrial, Valquíria Demarchi Arns, ressaltou a importância do evento como um momento de celebração e reconhecimento.

“É um orgulho ver tantos produtores comprometidos. Temos o momento de trabalhar, mas também de comemorar os bons resultados”, disse.

Destaques de 2025

Os vencedores da edição 2025 foram:

  • Categoria UPL (Unidade Produtora de Leitões):
    • 1º lugar: Cornellis Hoogerheide Neto
    • 2º lugar: Henk Salomons
  • Categoria Ciclo Completo:
    • 1º lugar: Stieven Elgersma
  • Categoria Unidade de Terminação – Aurora:
    • 1º lugar: Luan Pot
    • 2º lugar: Johannes Bosch
  • Categoria Unidade de Terminação – Compra e Venda:
    • 1º lugar: Leonardo Noordegraaf
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Reconhecimento e compromisso com o futuro

O Programa Melhores da Suinocultura reforça a estratégia da Capal em estimular a eficiência, sustentabilidade e inovação entre seus cooperados.

A premiação destaca não apenas números, mas o comprometimento e a evolução dos produtores que fortalecem o setor e contribuem para o desenvolvimento da suinocultura cooperativista.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita passa da metade, mas chuva atrasa máquinas e aumenta risco de perdas

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A colheita do milho safrinha entrou na segunda metade no Brasil, puxada pelo avanço das máquinas em Mato Grosso. O ritmo nacional, entretanto, continua abaixo do registrado no ano passado, enquanto chuvas e elevada umidade dos grãos dificultam os trabalhos no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

O último levantamento consolidado da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostrava 49,8% da área colhida até 18 de julho, ante 55,5% no mesmo período de 2025 e uma média de 56,7% nos últimos cinco anos. Dados estaduais divulgados posteriormente indicam que o País já ultrapassou a metade da área, embora ainda não exista um novo percentual nacional consolidado.

A segunda safra concentra aproximadamente 77% de todo o milho produzido no Brasil. A Conab estima uma colheita de 109,43 milhões de toneladas, dentro de uma produção total de 141,7 milhões de toneladas, considerando também as safras de verão e a terceira safra.

Mato Grosso está mais próximo de concluir os trabalhos. Até sexta-feira (24), os produtores haviam retirado o cereal de 90,66% da área, avanço de 11,74 pontos percentuais em uma semana. O índice supera ligeiramente os 90,37% observados no mesmo período do ano passado, mas permanece abaixo da média de 92,68% dos últimos cinco anos.

No Médio-Norte mato-grossense, principal polo produtor do cereal, a colheita chegou a 98,03%. Mantido o ritmo atual e sem novas interrupções climáticas, o Estado deverá encerrar a maior parte dos trabalhos entre o fim de julho e o início de agosto.

Mato Grosso deve colher um recorde de 57,06 milhões de toneladas, mais da metade de todo o milho segunda safra previsto pela Conab para o Brasil. A produtividade estadual foi estimada em 128,64 sacas por hectare, resultado favorecido pelo desempenho das lavouras do Médio-Norte.

A situação é diferente no Paraná. A colheita havia alcançado 29% da área no início da última semana, ante 40% no mesmo período de 2025 e 67% em 2024. Além do plantio mais tardio, as chuvas recentes impediram a entrada das máquinas em várias propriedades e mantiveram elevada a umidade dos grãos.

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O Paraná deverá concentrar a retirada do milho durante agosto. Parte dos trabalhos poderá avançar por setembro, especialmente nas áreas implantadas mais tarde. O Estado cultiva aproximadamente 2,9 milhões de hectares e espera colher cerca de 17,4 milhões de toneladas na segunda safra.

As precipitações da semana passada reduziram o ritmo, mas ainda não há confirmação de perdas expressivas provocadas diretamente pelas chuvas. Segundo técnicos do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral), o principal efeito observado até agora é operacional. O excesso de umidade impede a colheita e aumenta os gastos com secagem, mas a extensão de eventuais danos dependerá do tempo de permanência do milho maduro no campo.

Quanto maior a demora, maior o risco de germinação dos grãos na espiga, ocorrência de fungos, tombamento das plantas e redução do padrão comercial. A umidade também pode provocar filas nos armazéns e limitar o recebimento das cargas, sobretudo quando muitos produtores retomam a colheita ao mesmo tempo após a abertura do tempo.

Em Mato Grosso do Sul, a retirada do cereal chegou a 15,8% da área até 17 de julho, ante 8,2% na semana anterior. Apesar da aceleração, o Estado permanece atrás do ritmo da safra passada. As chuvas registradas desde junho elevaram a umidade dos grãos e retardaram a entrada das máquinas.

A produção sul-mato-grossense está estimada em 11,14 milhões de toneladas, cultivadas em 2,2 milhões de hectares. Historicamente, a colheita ganha força na segunda quinzena de julho e atinge o pico entre o fim deste mês e o início de setembro. Por isso, o atraso atual ainda pode ser parcialmente recuperado se houver uma sequência de dias secos.

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Goiás havia colhido 28% da área até 18 de julho. No Estado, a maior preocupação não está apenas no calendário. Períodos de estiagem registrados em abril e maio atingiram as lavouras durante fases importantes do desenvolvimento e reduziram o potencial produtivo em diferentes regiões.

A falta de chuva também afetou áreas de Minas Gerais, São Paulo e Piauí. Nesses locais, a colheita deverá confirmar perdas provocadas por espigas menores, falhas no enchimento dos grãos e redução da produtividade. O impacto varia conforme a época de plantio e o estágio em que cada lavoura enfrentou o déficit hídrico.

No Rio Grande do Sul, os temporais da última semana causaram alagamentos e danos em mais de 200 municípios. O impacto sobre a produção nacional de milho, porém, tende a ser limitado porque o Estado concentra sua produção na primeira safra, que já havia sido praticamente concluída antes das chuvas. Os maiores riscos imediatos estão nas estradas rurais, nas estruturas das propriedades e nas culturas de inverno.

Pelo calendário dos principais estados produtores, a maior parte da segunda safra brasileira deverá ser retirada até o fim de agosto. Áreas implantadas mais tarde no Paraná, em Mato Grosso do Sul e em partes do Matopiba poderão permanecer no campo durante setembro.

O volume final continuará elevado, mas a diferença entre as regiões será significativa. Mato Grosso caminha para uma colheita recorde e praticamente concluída, enquanto produtores de outros estados ainda enfrentam atraso, umidade excessiva ou perdas causadas pela estiagem.

Fonte: Pensar Agro

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