RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Churrasco perfeito: Minerva Foods revela 5 dicas essenciais para garantir sabor, suculência e rendimento

Publicados

AGRONEGÓCIO

Preparar um churrasco de qualidade vai muito além de acender a churrasqueira. Fatores como organização, escolha dos cortes e controle da temperatura são determinantes para garantir sabor, maciez e suculência. Pensando nisso, a Minerva Foods reuniu orientações práticas para ajudar tanto iniciantes quanto churrasqueiros experientes a elevarem o nível do preparo.

A companhia, que detém marcas como Cabaña Las Lilas, Estância 92 e PUL, destaca cinco pontos-chave para um churrasco bem executado.

1. Organização e controle da churrasqueira

O primeiro passo é planejar o preparo. Ter todos os utensílios à disposição — como carvão, facas e grelha — evita improvisos e garante mais eficiência.

A temperatura da churrasqueira também deve ser ajustada conforme o corte:

  • Carnes mais grossas: fogo mais baixo e distante da grelha
  • Cortes finos: fogo mais alto e próximo da brasa

Esse controle é essencial para evitar que a carne resseque ou asse de forma irregular.

2. Escolha correta da carne

A recomendação é adquirir a peça inteira, permitindo ao churrasqueiro definir a espessura ideal dos cortes.

Entre os cortes mais indicados estão:

  • Alcatra
  • Maminha
  • Fraldinha
  • Picanha (preferida dos brasileiros)
Leia Também:  Embrapa apresenta inovações para o campo na Tecnoeste 2026

O ideal é trabalhar com bifes de 2 a 3 cm de espessura, o que contribui para manter a suculência durante o preparo.

3. Quantidade ideal por pessoa

Para evitar desperdícios ou falta de alimento, o cálculo deve considerar, em média, 400 gramas de carne por pessoa.

Exemplo prático:

  • 10 pessoas = aproximadamente 4 kg de carne

A divisão entre diferentes cortes também ajuda a diversificar o cardápio e atender diferentes preferências.

4. Ponto da carne faz toda a diferença

O ponto ideal varia conforme o gosto de cada pessoa, mas alguns parâmetros ajudam no preparo:

  • Selada: fogo alto por poucos minutos, formando crosta
  • Mal passada: cerca de 3 minutos por lado
  • Ao ponto: cerca de 4 minutos por lado
  • Ao ponto para mais: cerca de 5 minutos
  • Bem passada: entre 6 e 7 minutos por lado

O uso de sal grosso ou sal de parrilla é indicado para realçar o sabor sem mascarar as características da carne.

5. Acompanhamentos valorizam o churrasco

Os acompanhamentos complementam o sabor e enriquecem a experiência. Entre os mais tradicionais estão:

  • Farofa
  • Vinagrete
  • Salada de batata com maionese
  • Salpicão
  • Queijo coalho
  • Pão de alho
  • Legumes e frutas grelhadas
  • Saladas variadas
Leia Também:  Agritech projeta crescimento de 10% nas vendas em 2026 e desafia cenário de retração no setor de máquinas agrícolas
Carne premium ganha destaque no fim de semana

Para quem busca elevar o padrão do churrasco, a linha Estância 92 se posiciona como opção diferenciada. Os cortes são preparados com padrão elevado de qualidade, oferecendo maciez, suculência e acabamento de gordura uniforme.

Com planejamento, escolha adequada dos cortes e atenção aos detalhes do preparo, o churrasco se consolida como uma experiência completa — tanto no sabor quanto na convivência.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Real desvalorizado amplia custo de vida e reduz poder de compra do brasileiro frente a EUA e Canadá

Publicados

em

Por

A desvalorização do real frente ao dólar nas últimas décadas tem aprofundado a diferença de custo de vida e poder de compra entre o Brasil e economias desenvolvidas como Estados Unidos e Canadá. Levantamento comparativo dos últimos 15 anos mostra que a moeda brasileira saiu de cerca de R$ 1,67 por dólar em 2011 para patamares acima de R$ 5,50 em 2026, evidenciando uma perda acumulada relevante e impactos diretos sobre a renda da população.

A análise considera fatores como câmbio, evolução do salário mínimo em dólar e despesas médias em grandes centros urbanos. Embora o custo absoluto de vida no exterior seja mais elevado, o equilíbrio entre renda e gastos tende a ser mais favorável em países com maior estabilidade econômica.

Desvalorização cambial corrói consumo global

De acordo com o especialista em Direito Internacional e negócios globais, Daniel Toledo, a perda de valor do real é determinante para a redução da capacidade de consumo do brasileiro no cenário internacional.

“Quando analisamos o câmbio ao longo do tempo, fica claro que o brasileiro perdeu poder de compra global. Isso afeta desde viagens até o acesso a bens importados e investimentos no exterior”, explica.

Salários em dólar mostram diferença estrutural

Os dados reforçam a disparidade entre países. Nos Estados Unidos, o salário mínimo mensal saiu de aproximadamente US$ 1.160 em 2011 para cerca de US$ 2.050 em 2026. No Canadá, avançou de US$ 1.550 para cerca de US$ 2.150 no mesmo período.

Leia Também:  Exportações de carne bovina alcançam recorde histórico em setembro/25

No Brasil, o movimento foi inverso quando convertido em dólar: de cerca de US$ 320 em 2011 para aproximadamente US$ 285 em 2026, evidenciando perda de valor real. Em comparação regional, a Argentina apresentou queda ainda mais acentuada.

Essa diferença impacta diretamente o consumo. Para adquirir um smartphone de US$ 900:

  • No Canadá: cerca de 65 horas de trabalho
  • Nos Estados Unidos: aproximadamente 110 horas
  • No Brasil: cerca de 380 horas
  • Na Argentina: mais de 600 horas

O indicador evidencia que o poder de compra é mais determinante do que o salário nominal.

Custo de vida pressiona famílias no Brasil

A comparação entre grandes cidades mostra que, apesar de mais caro em termos absolutos no exterior, o custo de vida é mais equilibrado em relação à renda.

  • São Paulo: entre R$ 15,5 mil e R$ 24,5 mil mensais
  • Houston (EUA): entre US$ 4.500 e US$ 7.500
  • Toronto (Canadá): entre US$ 5.100 e US$ 7.800

No Brasil, despesas com alimentação, energia e habitação têm avançado de forma consistente, comprimindo o orçamento das famílias e reduzindo ganhos reais, mesmo com reajustes salariais.

Para sustentar um padrão de classe média com alguma capacidade de poupança, a renda anual necessária gira em torno de:

  • Brasil: cerca de R$ 250 mil
  • Estados Unidos: aproximadamente US$ 90 mil
  • Canadá: entre US$ 100 mil e US$ 150 mil
Leia Também:  Produtores de cana conquistam inclusão de açúcar refinado e cota europeia no Consecana-PE com novo bônus financeiro
Estabilidade econômica faz diferença no longo prazo

Além dos números, fatores estruturais explicam a diferença na qualidade de vida. Países desenvolvidos apresentam maior estabilidade econômica, previsibilidade regulatória e segurança jurídica — elementos essenciais para planejamento financeiro de longo prazo.

Esse cenário tem impulsionado o interesse de brasileiros em buscar oportunidades no exterior, seja para trabalho, estudo ou investimentos.

Segundo Toledo, a decisão envolve mais do que custos imediatos. “Ambientes estáveis oferecem melhores condições para crescimento, segurança e construção de patrimônio. No longo prazo, o dinheiro tende a render mais e a qualidade de vida se torna mais sustentável”, avalia.

Brasil enfrenta desafios estruturais

O levantamento evidencia que, apesar do custo de vida mais alto em dólar, países como Estados Unidos e Canadá oferecem condições mais favoráveis para preservação de renda e acumulação de patrimônio.

Enquanto isso, o Brasil segue enfrentando desafios estruturais — como volatilidade cambial, inflação e menor previsibilidade econômica — que limitam o avanço do poder de compra e pressionam o orçamento das famílias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA