AGRONEGÓCIO
Citrosuco mantém selo Ouro da EcoVadis e avança em estratégia ESG global
AGRONEGÓCIO
Citrosuco reforça compromisso com ESG e sustentabilidade empresarial
A Citrosuco reafirmou seu compromisso com práticas de sustentabilidade ao manter o selo Ouro na EcoVadis, uma das principais plataformas globais de avaliação ESG (Ambiental, Social e Governança).
Além da manutenção do reconhecimento, a companhia também elevou sua pontuação, consolidando sua posição entre as empresas mais bem avaliadas em sustentabilidade no cenário internacional.
Empresa está entre 5% das melhores do mundo em sustentabilidade
Com o desempenho alcançado, a Citrosuco permanece entre os 5% das empresas com melhor avaliação global pela EcoVadis, considerando critérios como direitos humanos, rastreabilidade e práticas sustentáveis.
O reconhecimento também destaca a atuação da companhia em temas estratégicos, como:
- Redução de emissões de carbono
- Preservação da biodiversidade
- Gestão eficiente da água
- Responsabilidade social
- Diversidade
- Sustentabilidade na cadeia de valor
Pontuação supera média do setor de alimentos
A empresa atingiu 81 pontos em uma escala que vai de 0 a 100, resultado significativamente superior à média do setor de alimentos, que é de 56 pontos.
Esse desempenho representa uma diferença de 25 pontos acima da média e reflete a evolução consistente da companhia em todas as categorias avaliadas:
- Meio Ambiente
- Práticas Trabalhistas
- Ética
- Compras Sustentáveis
Com isso, a Citrosuco alcançou o percentil de 96%, superando 96% das mais de 150 mil empresas avaliadas pela plataforma.
Evolução contínua reforça modelo de gestão sustentável
A evolução da pontuação reforça que a sustentabilidade está integrada à estratégia de negócios da empresa, e não é tratada como uma iniciativa pontual.
Segundo a companhia, o reconhecimento evidencia a consistência das práticas adotadas, especialmente em áreas como gestão ambiental, governança corporativa e responsabilidade social ao longo de toda a cadeia produtiva.
Estratégia ESG fortalece competitividade e reputação global
A manutenção do selo Ouro da EcoVadis reforça a posição da Citrosuco como referência em sustentabilidade no agronegócio global.
O avanço nos indicadores ESG também contribui para fortalecer a competitividade da empresa, ampliando sua credibilidade junto a investidores, parceiros comerciais e consumidores, além de evidenciar a viabilidade de crescimento aliado à responsabilidade socioambiental.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
-
ACRE3 dias atrásGoverno presta assistência a famílias atingidas por forte chuva em Rio Branco
-
ACRE3 dias atrásNovo chefe da Polícia Civil do Acre, Pedro Buzolin é entrevistado no GovCast
-
ACRE2 dias atrásCom ações coordenadas, órgãos ambientais se reúnem para definir metas e acelerar o desenvolvimento sustentável no Acre
-
ACRE4 dias atrásEstado investe R$ 8,5 milhões, supera desafios logísticos e inicia ano letivo da educação indígena
-
POLÍTICA4 dias atrásManoel Moraes destaca alcance social do Detran e destaca respeito entre governo e parlamento
-
ACRE2 dias atrásGoverno do Estado garante apoio a famílias atingidas por enxurrada na Baixada da Sobral
-
POLÍTICA3 dias atrásMaria Antônia pede recuperação da BR-317, alerta para avanço da hanseníase e destaca revitalização do Parque da Maternidade
-
ACRE5 dias atrásMailza Assis confirma mudança na Polícia Civil do Acre e nomeia novo delegado-geral adjunto


