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CNA consolida contribuições sobre transporte de equídeos em consulta pública do Mapa

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A Comissão Nacional de Equideocultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu para consolidar as contribuições do setor em resposta à consulta pública do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre duas portarias que regulamentam o transporte de equídeos.

O objetivo é orientar a elaboração das Portarias nº 1.280/2025 e nº 1.295/2025, que estabelecem normas e procedimentos para garantir a proteção e o bem-estar dos animais durante o transporte.

Principais pontos discutidos

Durante o encontro, a assessora técnica em Sanidade Animal da CNA, Kalinka Koza, destacou os principais temas da proposição:

  • Criação das funções de agente transportador, condutor e assistente de bem-estar animal;
  • Capacitação e treinamento obrigatórios, realizados pelos órgãos estaduais, para exercer essas funções;
  • Garantia de que todas as contribuições do setor sejam compiladas e encaminhadas ao Mapa.

Kalinka reforçou a importância de um transporte mais seguro e responsável, alinhado às normas de bem-estar animal e à sustentabilidade do setor.

Levantamento de dados do agronegócio do cavalo

Outro ponto da pauta foi a apresentação do acompanhamento do levantamento de dados setoriais para o Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo.

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O estudo será realizado em diversas regiões do país, com visitas programadas para:

  • Pernambuco: 27/8
  • São Paulo: 28/8
  • Bahia: 29/8
  • Mato Grosso: 29/8
  • Rio de Janeiro: 1/9
  • Minas Gerais: 3/9
  • Distrito Federal: 10/9
  • Paraná: 11/9
  • Tocantins: 15/9

O levantamento busca mapear a cadeia produtiva do setor, subsidiando políticas públicas e fortalecendo o agronegócio ligado aos equídeos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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