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Com preços firmes, exportações de frango ampliam receita em fevereiro

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O Brasil exportou 460,6 mil toneladas de carne de frango e miudezas comestíveis em fevereiro, volume 5,5% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques somaram 436,6 mil toneladas. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A receita obtida com as vendas externas chegou a cerca de R$ 4,49 bilhões, avanço de 9,8% em relação aos aproximadamente R$ 4,09 bilhões faturados um ano antes.

Além do aumento no volume embarcado, os preços internacionais também contribuíram para o resultado. O valor médio pago pela carne de frango brasileira ficou próximo de R$ 9,7 mil por tonelada, cerca de 4,1% acima do registrado em fevereiro do ano passado.

No acumulado do primeiro bimestre, o Brasil exportou 907,6 mil toneladas da proteína, crescimento de 2,4% na comparação com o mesmo período de 2025. A receita obtida com os embarques alcançou aproximadamente R$ 8,98 bilhões, aumento de 3,3% na mesma base de comparação.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango, com forte presença em mercados da Ásia e do Oriente Médio. A competitividade do produto brasileiro, associada à escala de produção e ao status sanitário do país, mantém a proteína entre os principais itens da pauta de exportações do agronegócio nacional.

Fonte: Pensar Agro

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Estoques globais de algodão caem e sustentam preços na Bolsa de Nova York com demanda asiática aquecida

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Mercado internacional de algodão opera com fundamentos mais apertados

A revisão mais recente dos dados globais de oferta e demanda de algodão para a safra 2026/27 indica um cenário de maior restrição de estoques e consumo aquecido no mercado internacional. O movimento foi detalhado em análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária na última segunda-feira (15).

O ambiente mais ajustado de oferta ajudou a sustentar as cotações da fibra na Bolsa de Nova York no dia da divulgação dos números.

Exportações fortes reduzem estoques iniciais da próxima safra

Segundo o IMEA, a queda nos estoques finais da safra 2025/26 está diretamente ligada ao ritmo intenso de exportações registrado pelo Brasil e pelos Estados Unidos.

Esse movimento reduziu os estoques iniciais projetados para a temporada 2026/27 em comparação com os dados divulgados em maio, contribuindo para um balanço global mais apertado.

Produção global estável limita recomposição da oferta

No lado da oferta, a estimativa de produção mundial de algodão para a nova safra permaneceu estável no comparativo mensal, totalizando 25,27 milhões de toneladas.

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A ausência de crescimento na produção impede uma recomposição mais forte dos estoques globais, em um momento em que a demanda segue firme.

Consumo global é revisado para cima pelo USDA

Do lado da demanda, o United States Department of Agriculture revisou para cima sua projeção de consumo mundial de algodão, agora estimado em 26,51 milhões de toneladas, alta de 0,06%.

O ajuste reflete principalmente a expectativa de manutenção da demanda nos países asiáticos, com destaque para a Índia, que prorrogou a suspensão de tarifas de importação até 31 de outubro. A medida busca ampliar a oferta interna e garantir o abastecimento da indústria têxtil local.

Estoques finais caem ao menor nível desde 2018/19

Com consumo elevado e oferta limitada, os estoques finais projetados para a safra 2026/27 foram reduzidos em 1% frente à estimativa anterior.

De acordo com o IMEA, o volume esperado é o menor desde a safra 2018/19, reforçando um cenário de aperto estrutural no balanço global da fibra.

Perspectiva: mercado tende a seguir sustentado por fundamentos mais apertados

Na avaliação do IMEA, o desequilíbrio entre oferta limitada e demanda firme tende a manter o mercado internacional de algodão sustentado no curto prazo.

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O cenário reforça a percepção de escassez relativa da fibra, fator que segue dando suporte às cotações na Bolsa de Nova York, especialmente diante da continuidade da demanda asiática aquecida.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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