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Diesel comum tem leve alta em outubro, enquanto S-10 mantém estabilidade, aponta Edenred Ticket Log

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Alta moderada no diesel comum e estabilidade no S-10

O preço médio do diesel comum apresentou leve alta de 0,32% em outubro, alcançando R$ 6,19 por litro, enquanto o diesel S-10 manteve estabilidade, com média de R$ 6,21, segundo dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL).

De acordo com Renato Mascarenhas, diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, a variação indica um cenário mais equilibrado após meses de oscilação.

“Apesar da leve alta, o mercado mostra sinais de acomodação, depois de um primeiro semestre marcado por variações mais bruscas. O diesel continua sendo o combustível de maior peso nos custos do transporte, o que faz com que qualquer movimento de preço tenha impacto direto em toda a cadeia logística”, explicou.

Região Sul registra os menores preços do país

Entre as regiões, o Sul foi a única a apresentar queda no preço do diesel comum, de 0,17%, com média de R$ 5,98, o menor valor do país. A região também teve a maior redução no preço do diesel S-10, de 0,33%, com média de R$ 6,02.

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Em contrapartida, o Norte registrou os maiores preços: o diesel comum custou R$ 6,76, alta de 0,75%, enquanto o S-10 ficou em R$ 6,57, com queda de 0,30%.

No Centro-Oeste, o diesel S-10 apresentou elevação de 0,16%, com média de R$ 6,34.

Acre e Paraná lideram extremos de preço entre os estados

No ranking estadual, o Acre teve o diesel comum mais caro do país, a R$ 7,54 por litro, seguido pelo S-10, que ficou em R$ 7,48. Já o Paraná registrou os menores preços, com o diesel comum a R$ 5,94 e o S-10 a R$ 5,96.

As maiores variações foram observadas em Roraima, com alta de 4,33% no diesel comum, e em Santa Catarina, onde houve queda de 1,15%. No caso do S-10, Pernambuco registrou a maior alta (1,01%), enquanto o Amazonas teve a maior redução (1,50%).

Metodologia do levantamento

O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) é elaborado a partir de transações realizadas em mais de 21 mil postos de combustíveis credenciados, com base em dados de mais de 1 milhão de veículos administrados pela Edenred Mobilidade. Essa ampla base de informações confere alta precisão e representatividade nacional ao levantamento.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mato Grosso bate recorde no esmagamento de soja em maio e exportações de derivados avançam 41,8%

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O estado de Mato Grosso registrou um novo recorde no esmagamento de soja em maio de 2026, consolidando o avanço da agroindústria no principal polo produtor do país. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados na segunda-feira (15).

O volume processado chegou a 1,28 milhão de toneladas, alta de 6,98% em relação a abril e crescimento de 3,22% na comparação com maio de 2025.

O desempenho reforça o fortalecimento da cadeia da soja no estado, especialmente em um cenário de maior demanda por derivados e expansão da indústria de biodiesel.

Demanda por óleo de soja e biodiesel sustenta recorde de processamento

Segundo o Imea, o avanço no esmagamento foi impulsionado pela maior utilização da capacidade instalada das indústrias, além do aumento da demanda externa por óleo de soja e do crescimento do setor de biodiesel.

Esses fatores contribuíram para manter o ritmo elevado de processamento da oleaginosa, consolidando maio como o mês de maior volume já registrado no estado.

Exportações de derivados de soja sobem 41,8%

O aumento na produção também refletiu diretamente nas exportações. Mato Grosso exportou 21,69 mil toneladas de derivados de soja em maio, volume 41,80% superior ao registrado em abril.

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O desempenho foi puxado principalmente pelo óleo de soja, que segue com forte demanda no mercado internacional e no setor energético, especialmente na produção de biodiesel.

Rentabilidade da indústria sofre pressão com custos e preços

Apesar do cenário positivo em volume e exportações, o setor industrial enfrentou pressão sobre as margens de esmagamento ao longo do mês.

De acordo com o Imea, a valorização de 1,18% da soja em grão, somada à queda nos preços dos coprodutos, reduziu a rentabilidade das indústrias processadoras.

Como resultado, a margem bruta de esmagamento recuou 7,82% na comparação mensal, encerrando maio com média de R$ 639,84 por tonelada processada.

Setor segue forte, mas com atenção à rentabilidade

O recorde no processamento reforça a importância de Mato Grosso na agroindústria da soja, enquanto o crescimento das exportações de derivados evidencia a competitividade do estado no mercado internacional.

Por outro lado, a queda na margem industrial indica um cenário de maior pressão de custos, que deve seguir no radar do setor nos próximos meses.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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