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Dólar em Alta com Olho na Ata do Copom e Dados de Emprego dos EUA

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O dólar comercial iniciou a sessão desta terça-feira (16) em alta, reagindo à expectativa dos investidores em relação à ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e aos indicadores de emprego nos Estados Unidos. Por volta das 9h, a moeda norte-americana avançava 0,27%, cotada a R$ 5,4380, após fechar a segunda-feira em R$ 5,4228, alta de 0,23%.

Enquanto isso, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abriu em leve valorização, refletindo o otimismo com indicadores econômicos domésticos e externos.

Ata do Copom: Detalhes da Política Monetária Brasileira

No cenário interno, o mercado mantém atenção à ata do Copom, que deve detalhar a decisão recente do Banco Central de manter os juros. A publicação ajuda a compreender a visão dos diretores sobre inflação, crescimento econômico e o futuro da política monetária, sendo determinante para a definição de estratégias de investimento no Brasil.

Indicadores de Emprego nos EUA e Expectativa sobre o Fed

Nos Estados Unidos, investidores acompanham com atenção os dados de emprego e consumo, que influenciam o timing de eventuais cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed). Relatórios recentes indicam que a criação de vagas continua moderada, com a taxa de desemprego ainda acima de níveis considerados ideais, reforçando o cenário de mercado de trabalho mais fraco.

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Esses indicadores são fundamentais para o agro, uma vez que afetam a demanda global por commodities e, consequentemente, preços de exportação.

Desempenho do Dólar e do Ibovespa
  • Dólar Comercial
    • Acumulado da semana: +0,23%
    • Acumulado do mês: +1,64%
    • Acumulado do ano: -12,25%
  • Ibovespa
    • Acumulado da semana: +1,07%
    • Acumulado do mês: +2,14%
    • Acumulado do ano: +35,08%

O Ibovespa fechou a segunda-feira com alta de 1,07%, aos 162.482 pontos, impulsionado por ganhos em ações de empresas exportadoras e do setor financeiro.

Perspectivas do Mercado

O mercado segue de olho em indicadores que possam alterar o humor dos investidores ao longo do dia, incluindo outros relatórios econômicos dos EUA e comentários de autoridades monetárias brasileiras e internacionais. Para o setor agropecuário, o câmbio e o desempenho do Ibovespa impactam diretamente custos de insumos, exportações e rentabilidade de negócios rurais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Previsão da safra sobe para 348,7 milhões de toneladas e soja deve bater novo recorde

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (14,05) uma nova revisão da safra brasileira de grãos para 2026. Segundo o levantamento, o país deverá colher 348,7 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, consolidando uma das maiores produções já registradas pela agricultura nacional.

O volume representa crescimento de 0,7% em relação à safra do ano passado, com acréscimo de 2,6 milhões de toneladas, além de leve alta frente à estimativa divulgada em março. A expansão ocorre em meio ao avanço da área cultivada, ao ganho de produtividade em culturas estratégicas e à recuperação de importantes regiões produtoras após problemas climáticos enfrentados nos últimos anos.

A soja deve ter novo recorde da série histórica com a estimativa de alcançar 174,1 milhões de toneladas. O crescimento é de 4,8% frente à safra anterior e reforça o protagonismo do Brasil no mercado global da commodity, especialmente diante da demanda crescente da China.

O Mato Grosso segue isolado na liderança nacional, com previsão de produzir 50,5 milhões de toneladas de soja. Paraná e Rio Grande do Sul aparecem na sequência, com recuperação importante das lavouras gaúchas após perdas climáticas recentes.

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Já a produção de milho foi estimada em 138,2 milhões de toneladas, retração de 2,5% em relação ao ciclo anterior. Apesar da queda, o volume segue entre os maiores da história do país.

 Segundo o IBGE, a primeira safra teve desempenho positivo principalmente no Sul e Sudeste. A segunda safra, responsável pela maior parte da produção nacional, sofreu impacto de ajustes climáticos e produtividade menor em alguns estados do Centro-Oeste.

Outro destaque do levantamento foi o café. A produção brasileira de arábica e canephora deverá atingir 66,1 milhões de sacas de 60 quilos, maior volume da série histórica iniciada em 2002.

O crescimento estimado chega a 14,9%, impulsionado pela recuperação das lavouras, melhoria climática e avanço tecnológico no campo.

O levantamento mostra ainda o fortalecimento do Centro-Oeste como principal polo agrícola do país. A região deverá responder por metade de toda a produção nacional de grãos em 2026, com 174,5 milhões de toneladas.

Na sequência aparecem:

  • Sul: 92,1 milhões de toneladas;
  • Sudeste: 30,6 milhões;
  • Nordeste: 29,9 milhões;
  • Norte: 21,5 milhões.
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Entre os estados, Mato Grosso lidera com folga e sozinho deverá responder por quase um terço de toda a produção brasileira de grãos. Apesar do cenário amplamente positivo, algumas culturas seguem pressionadas. O trigo deverá recuar para 7,3 milhões de toneladas em meio à baixa rentabilidade e aos problemas climáticos no Sul do país.

O feijão também apresentou queda na estimativa de produção, elevando a preocupação do mercado com o equilíbrio entre oferta e consumo interno.

Mesmo diante das oscilações climáticas, dos custos elevados e das tensões comerciais internacionais, o novo levantamento reforça o peso crescente do agronegócio brasileiro na economia mundial e consolida o país como um dos principais fornecedores globais de alimentos.

Fonte: Pensar Agro

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