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Edital abre inscrições para o Programa de Bolsas Convênio Embrapa – CNPq

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EDITAL 001/2021 – Seleção de candidatos a bolsistas do Programa de Bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico pelo Convênio Embrapa/CNPq

A Embrapa Milho e Sorgo, por meio deste Edital, faz saber que estão abertas as inscrições para concorrer às vagas destinadas a bolsista do Programa Institucional de Bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Embrapa/CNPq).

As vagas são destinadas a serem preenchidas por especialistas sem vínculo empregatício com a Embrapa, que irão contribuir para a execução de projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação e para a execução das atividades de extensão tecnológica, de proteção da propriedade intelectual e de transferência de tecnologia.  As vagas também são destinadas a estudantes de cursos técnicos, graduação e pós-graduação.

O Programa é destinado à capacitação de recursos humanos e/ou à execução de projetos de pesquisa científica e tecnológica e desenvolvimento de tecnologia, produto ou processo e às atividades de extensão tecnológica, de proteção da propriedade intelectual e de transferência de tecnologia, de interesse da Embrapa.

A seleção dos candidatos será conduzida pelo Setor de Gestão de Pessoas da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), com a participação do orientador que selecionará o bolsista, após análise curricular e documental do candidato.

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Para acessar o edital, clique no link https://www.embrapa.br/documents/1347058/20371585/Edital+01+2021+Embrapa+CNPq/5ed874cd-7b4b-5b0d-bab8-d78fd9b2c6a2

Período de Inscrições: início 9 de dezembro de 2021 às 23h59 de 23 de dezembro de 2021 pelo link

https://forms.gle/G4Qvzgw6sKsJmEHV8

Mais informações com Fernanda Almeida, e-mail  [email protected]

Fonte: Embrapa

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

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O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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