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AGRONEGÓCIO

Estoque de milho cresce 41,8% em Mato Grosso, enquanto exportações recuam e consumo interno avança

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AGRONEGÓCIO

Exportações em queda reduzem demanda total de milho

De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), a demanda total de milho da safra 2024/25 foi estimada em 53,72 milhões de toneladas em dezembro de 2025, volume 0,46% menor que o projetado no mês anterior.

O instituto atribui essa redução à queda de 1,37% nas projeções de exportações, agora estimadas em 27,70 milhões de toneladas. O recuo é consequência da expectativa de maior oferta global do grão, o que tem pressionado os preços internacionais e reduzido a competitividade do produto brasileiro na paridade de exportação.

Produtores priorizam o mercado interno

Com o mercado interno mais valorizado, produtores de Mato Grosso têm dado preferência às vendas domésticas, reduzindo a dependência das exportações.

Segundo o levantamento, o consumo interno de milho foi projetado em 17,72 milhões de toneladas em dezembro de 2025, o que representa alta de 0,76% em relação ao mês anterior e crescimento de 8,62% frente à safra passada.

Etanol impulsiona o consumo interno do cereal

O aumento do uso de milho na produção de etanol tem sido o principal fator de expansão da demanda interna. Conforme o Imea, o volume destinado às usinas cresceu 13,09% em comparação à temporada anterior, reforçando o papel estratégico do biocombustível na economia agrícola de Mato Grosso.

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Estoque final da safra 2024/25 tem forte alta

O levantamento também aponta um crescimento expressivo nos estoques finais de milho, que devem alcançar 2,23 milhões de toneladas ao fim da safra 2024/25.

O número representa um aumento de 41,81% em relação a novembro de 2025, resultado do ritmo mais lento das exportações e da maior retenção do grão no mercado interno.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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