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Exportações do agronegócio de Minas Gerais batem recorde de US$ 19,9 bilhões em 2025

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O Governo de Minas Gerais publicou a 17ª edição do Panorama do Comércio Exterior do Agronegócio de Minas Gerais, estudo elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa-MG) que apresenta um retrato completo das exportações agropecuárias do estado em 2025.

A publicação, disponibilizada em português e inglês, reúne dados estratégicos sobre os principais produtos exportados pelo agronegócio mineiro e analisa o comportamento das transações internacionais entre 2019 e 2025. O objetivo é ampliar a compreensão do cenário comercial e auxiliar empresas, entidades e gestores públicos na identificação de oportunidades de mercado.

Agronegócio mineiro alcança maior resultado da série histórica

Segundo o levantamento, o agronegócio de Minas Gerais registrou exportações recordes de US$ 19,9 bilhões em 2025, resultado que representa crescimento de 15,8% em relação ao ano anterior e o melhor desempenho desde o início da série histórica, em 1997.

Com isso, o agro passou a responder por 43,4% de todas as exportações do estado, consolidando-se pelo segundo ano consecutivo como o principal segmento exportador da economia mineira.

De acordo com a assessora técnica da Seapa-MG, Manoela Teixeira, o monitoramento contínuo do comércio exterior é fundamental para compreender os avanços do setor e direcionar estratégias futuras.

“Ao reunir séries históricas de Minas Gerais e do Brasil, o documento permite compreender não apenas os resultados anuais, mas também os fatores que sustentam a competitividade do setor no médio e no longo prazo”, destaca.

Receita cresce mesmo com redução no volume exportado

O estudo mostra que, apesar da redução de 4,3% no volume embarcado — totalizando 16,3 milhões de toneladas —, o agronegócio mineiro conseguiu ampliar significativamente a receita obtida com as exportações.

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Segundo a Seapa-MG, o desempenho reflete uma inserção internacional mais qualificada, impulsionada pela valorização de produtos estratégicos, preços médios mais elevados e maior capacidade de agregação de valor nas exportações.

Café lidera exportações do agro mineiro

O café permaneceu como o principal produto do agronegócio exportado por Minas Gerais em 2025, respondendo por 57,1% de toda a receita cambial do setor.

Além do café, os segmentos com maior participação nas exportações foram:

  • Complexo soja;
  • Complexo sucroalcooleiro;
  • Carnes;
  • Produtos florestais.

Juntos, esses cinco grupos representaram 96,3% das exportações agropecuárias mineiras no período.

Segundo Manoela Teixeira, o resultado demonstra a força das cadeias produtivas já consolidadas no estado e a competitividade internacional do agro mineiro.

China segue como principal destino das exportações

A China manteve a liderança entre os principais parceiros comerciais do agronegócio de Minas Gerais, com movimentação de US$ 4,6 bilhões em commodities agrícolas.

Na sequência aparecem:

  • Estados Unidos: US$ 1,9 bilhão;
  • Alemanha: US$ 1,9 bilhão;
  • Itália: US$ 1,1 bilhão;
  • Japão: US$ 1 bilhão.
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Ao todo, Minas Gerais realizou negócios com 178 países ao longo de 2025, reforçando a diversificação dos mercados compradores e a relevância internacional do agro estadual.

Publicação auxilia estratégias do setor agropecuário

Além de consolidar indicadores econômicos, o Panorama do Comércio Exterior do Agronegócio de Minas Gerais 2026 também funciona como ferramenta técnica para subsidiar decisões públicas e privadas.

O material oferece análises sobre competitividade, dinâmica dos mercados internacionais e impactos das mudanças nas políticas comerciais globais, contribuindo para o planejamento estratégico do setor agropecuário mineiro em um ambiente cada vez mais competitivo e regulado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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