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Fibras impulsionam saúde intestinal e produtividade na avicultura: entenda seus benefícios e aplicações

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As fibras desempenham papel essencial na nutrição animal, especialmente na avicultura de postura, contribuindo diretamente para a saúde intestinal, bem-estar das aves e qualidade dos ovos. Segundo especialistas, o equilíbrio entre fibras solúveis e insolúveis é fundamental para otimizar o desempenho produtivo e garantir uma digestão mais eficiente.

Diferença entre fibras solúveis e insolúveis

De acordo com Francielle Marx, coordenadora de Portfólio de Aves da Agrifirm, as fibras insolúveis ajudam no enchimento gástrico, aumentam a sensação de saciedade e favorecem a motilidade intestinal.

Já as fibras solúveis, ao serem fermentadas no intestino, produzem ácidos graxos voláteis — substâncias que equilibram a microbiota intestinal e servem como fonte de energia para as células intestinais.

“Esses dois tipos de fibras atuam de forma complementar, promovendo a melhora da saúde e da qualidade intestinal das aves”, destaca Francielle.

Avifiber: solução funcional da Agrifirm para a avicultura moderna

Dentro desse contexto, a Agrifirm desenvolveu o Avifiber, produto formulado com uma combinação balanceada de fibras solúveis e insolúveis, indicado para aves em fase de produção de ovos e também para recria.

“O Avifiber pode ser utilizado em granja de qualquer porte, atendendo sistemas de baixa e alta tecnologia”, explica Francielle.

Benefícios comprovados na saúde intestinal e desempenho produtivo

A diretora técnica da Agrifirm, Mariane Pfeifer, reforça que o Avifiber é uma fibra funcional de alta qualidade, desenvolvida especificamente para atender às necessidades fisiológicas das aves.

“Utilizamos ingredientes selecionados que proporcionam benefícios como melhor equilíbrio da microbiota intestinal, maior digestibilidade de nutrientes e melhor conversão alimentar”, afirma Mariane.

Ela também ressalta que o produto oferece suporte ao sistema imunológico, reduzindo os impactos de desafios sanitários comuns em períodos críticos de produção.

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Estudos indicam ganhos em desempenho e menor mortalidade

Conforme resultados de estudos de campo e experimentais, o uso de fibras funcionais selecionadas promove maior ganho de peso, redução da mortalidade e menor incidência de enterites e distúrbios digestivos, garantindo performance mais estável e sustentável.

O Avifiber apresenta granulometria adequada para aves em postura e alto teor de fibra bruta, podendo ser facilmente incorporado em dietas completas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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