AGRONEGÓCIO
FMC apresenta novidades na Andav 2025 e reforça parceria com distribuidores
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A FMC, empresa global de ciências para agricultura, marcou presença no Congresso Andav 2025, realizado entre 5 e 7 de agosto em São Paulo (SP). Durante o evento, a companhia apresentou seu portfólio de soluções voltadas ao canal de distribuição, com destaque para os lançamentos Sofero® Fall, Onsuva® e a consolidada tecnologia Premio® Star, líder em lagarticidas para soja no Brasil.
Sofero® Fall: inovação no combate à lagarta-do-cartucho do milho
A FMC trouxe ao mercado o Sofero® Fall, solução inovadora que utiliza um feromônio específico para atuar de forma preventiva no controle da Spodoptera frugiperda. Altamente seletiva, a tecnologia não prejudica os inimigos naturais e deve ser integrada ao Manejo Integrado de Pragas (MIP) para controle comportamental da lagarta.
Na última safra, foram realizadas mais de 40 áreas demonstrativas em propriedades de Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais e Goiás, onde o Sofero® Fall, aliado às práticas dos agricultores, resultou em ganhos de produtividade entre 60 e 120 sacas por hectare.
“Tecnologias como Sofero® Fall são essenciais para garantir produtividade com responsabilidade ambiental, baseando-se na prevenção e no respeito ao equilíbrio do ecossistema”, ressalta Alexandre Frateschi, diretor de Plant Health da FMC.
Onsuva®: alta performance contra doenças fúngicas
Para o controle de doenças fúngicas, a FMC apresentou o Onsuva®, formulado com a exclusiva carboxamida fluindapir e o triazol difenoconazole. O produto oferece performance superior, alta seletividade e redução da fitotoxicidade desde as primeiras aplicações, sendo indicado para o algodão, milho e soja.
Premio® Star mantém liderança no mercado de lagarticidas
Outro destaque foi o inseticida Premio® Star, que evita misturas em tanque, apresenta duplo modo de ação, amplo espectro de controle, efeito de choque, longo residual e baixa lavagem pela chuva. A tecnologia, baseada no Rynaxypyr®, é eficaz contra 50 alvos biológicos em mais de 50 culturas.
“Essa tecnologia garantiu à FMC a liderança em lagarticidas aplicados na safra de soja, resultado da inovação, proximidade com o agricultor e compromisso com soluções sustentáveis”, destaca Vinícius Batista, diretor de marketing da FMC.
Fortalecimento da equipe comercial e de marketing
A FMC reforçou sua estrutura comercial e de marketing no Brasil com contratações estratégicas, incluindo gerente de Acesso ao Mercado, head de B2B, gerente comercial de grandes contas e gerente de marketing nacional. Além disso, foram contratados mais de 20 representantes comerciais para ampliar o suporte técnico e comercial à rede de distribuidores e agricultores.
Cinco anos do programa JUNTOS reforçam parceria com distribuidores
Durante o congresso, a FMC celebrou os cinco anos do programa JUNTOS, iniciativa que aproxima a empresa dos distribuidores e fortalece toda a cadeia produtiva. A plataforma digital oferece benefícios como resgate de prêmios, treinamentos, capacitações e consultorias, com foco na fidelização e geração de valor.
“O JUNTOS é uma ponte sólida entre a FMC, seus parceiros e produtores rurais, reconhecendo e valorizando quem está conosco com benefícios reais e suporte técnico para maximizar resultados no campo”, afirma Vinícius Batista.
Presença estratégica reforça compromisso com inovação e sustentabilidade
Para o presidente da FMC Brasil, Renato Guimarães, a participação na Andav reafirma o compromisso da empresa com a inovação, sustentabilidade e a geração de valor para parceiros e produtores.
“Soluções como Sofero® Fall, Onsuva® e Premio® Star evidenciam nossa busca constante por atender o campo com eficiência e respeito ambiental. O programa JUNTOS fortalece nossa conexão com distribuidores, criando uma parceria sólida e integrada”, conclui.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul
A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.
No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.
A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.
O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.
No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.
Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.
A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.
No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.
O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.
No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.
Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.
O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.
Fonte: Pensar Agro
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