AGRONEGÓCIO
Harven leva estudantes ao IFAMA World Conference 2026 na Irlanda e reforça presença global no agronegócio
AGRONEGÓCIO
Harven Agribusiness School representa o Brasil no IFAMA 2026
A Harven Agribusiness School confirmou participação no IFAMA World Conference 2026, um dos mais importantes eventos globais do agronegócio, que será realizado entre os dias 15 e 19 de junho, em Cork, na Irlanda.
A delegação brasileira será composta por cinco alunos e quatro professores, que representarão a instituição na tradicional Student Case Competition, além de apresentar trabalhos acadêmicos ao longo do congresso.
O evento reúne especialistas, executivos, pesquisadores e estudantes de diversos países para debater tendências, desafios e soluções para o futuro do agronegócio mundial.
De sede no Brasil a competidora no cenário internacional
Em 2025, a Harven foi anfitriã do IFAMA World Conference no Brasil, consolidando sua posição como uma das instituições de referência no debate global sobre o agronegócio.
Agora, em 2026, a instituição retorna ao evento em uma nova posição: a de competidora internacional, reforçando sua inserção em redes acadêmicas globais e sua participação ativa em discussões estratégicas do setor.
Para a direção da escola, a presença contínua no IFAMA representa a consolidação de uma trajetória de internacionalização acadêmica e formação prática de profissionais para o agronegócio.
Formação, capacitação e experiência internacional dos alunos
Antes do embarque, os estudantes selecionados passaram por um processo estruturado de preparação, com foco na análise de cases e desenvolvimento de soluções para desafios reais do setor.
A delegação será acompanhada pelos professores Flávio Ruhnke, Vinícius Cambaúva, Roberto Fava Scare e Marcos Fava Neves, referência internacional em agronegócio.
Além da competição estudantil, a Harven também levará ao congresso 10 estudos de casos de empresas brasileiras, ampliando a visibilidade de práticas e estratégias do agronegócio nacional no cenário global.
Competição internacional aborda desafios do sistema agroalimentar
A Student Case Competition reúne equipes de universidades de todo o mundo para analisar problemas reais do setor agroalimentar e apresentar soluções para bancas compostas por executivos e acadêmicos internacionais.
A edição de 2026 terá como tema central: “Rooted in Resilience: Revitalizing agri-food systems for an uncertain tomorrow”, destacando a necessidade de inovação e adaptação dos sistemas alimentares diante de um cenário global de incertezas.
Experiência internacional fortalece formação no agronegócio
Segundo representantes da instituição, a participação no IFAMA proporciona aos estudantes uma vivência prática em um ambiente internacional altamente competitivo, ampliando a visão de mercado e fortalecendo competências estratégicas.
A presença da Harven no evento reforça o compromisso da instituição com a formação de profissionais preparados para atuar em um agronegócio cada vez mais globalizado, tecnológico e interconectado.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Faesp critica veto a projeto dos safristas e alerta para agravamento da falta de mão de obra no campo
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) manifestou preocupação com o veto integral ao Projeto de Lei nº 715/2023, medida que permitiria aos trabalhadores safristas manter benefícios sociais durante períodos de contratação temporária no setor agropecuário. Para a entidade, a decisão representa um retrocesso para o mercado de trabalho rural e tende a agravar a já crescente escassez de mão de obra enfrentada pelo campo brasileiro.
De acordo com a Faesp, o projeto aprovado pelo Congresso Nacional buscava criar um mecanismo capaz de conciliar a inclusão produtiva com a proteção social, garantindo que trabalhadores pudessem aceitar empregos temporários na agropecuária sem o risco de perder benefícios essenciais para a renda familiar.
Escassez de trabalhadores preocupa o setor produtivo
A entidade destaca que a falta de mão de obra tem sido um dos principais desafios enfrentados por diversas cadeias produtivas do agronegócio, especialmente em períodos de maior demanda por trabalhadores, como plantio, colheita e beneficiamento de produtos agrícolas.
Na avaliação da federação, o veto tende a reduzir o interesse de trabalhadores em aderir às vagas temporárias oferecidas pelo setor, dificultando ainda mais a contratação de equipes para atividades sazonais e comprometendo a eficiência operacional das propriedades rurais.
Segundo a Faesp, a proposta representava uma alternativa equilibrada para ampliar a formalização do trabalho rural e, ao mesmo tempo, preservar a segurança econômica de famílias em situação de vulnerabilidade.
Formalização e inclusão produtiva
A federação reforça que políticas públicas voltadas ao mercado de trabalho devem estimular a formalização, a geração de renda e a mobilidade social. Para a entidade, permitir que trabalhadores safristas mantenham benefícios sociais durante contratos temporários seria uma forma de incentivar a participação no mercado formal sem penalizar aqueles que dependem de programas de assistência.
Além de contribuir para a inclusão produtiva, a medida poderia ampliar a oferta de mão de obra disponível para o agronegócio, setor que enfrenta dificuldades crescentes para preencher vagas em diversas regiões do país.
Impactos para a produção de alimentos
A Faesp alerta que a falta de trabalhadores pode afetar diretamente a produtividade e a competitividade do agronegócio brasileiro. A dificuldade de contratação durante os períodos mais intensos do calendário agrícola pode gerar atrasos operacionais e elevar custos de produção, impactando toda a cadeia de abastecimento.
Para a entidade, o fortalecimento do setor passa pela adoção de políticas que conciliem proteção social, geração de empregos e estímulo à produção de alimentos.
Entidade seguirá defendendo mudanças
Em nota oficial, a Faesp afirmou que continuará atuando em defesa de soluções que garantam segurança social aos trabalhadores rurais e, simultaneamente, ofereçam condições para que o agronegócio mantenha sua capacidade de produzir, gerar empregos e contribuir para o crescimento econômico do país.
A entidade considera que a derrubada do veto ou a construção de novas propostas legislativas poderão recolocar o tema em discussão, buscando alternativas para reduzir o déficit de mão de obra no campo e ampliar as oportunidades de trabalho formal no setor agropecuário.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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