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Ibovespa inicia pregão em alta impulsionado por commodities e expectativa de juros

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O Ibovespa abriu o pregão desta terça-feira (16) em terreno positivo, refletindo a valorização de importantes commodities no mercado internacional, como o petróleo e o minério de ferro. O avanço também ocorre em meio à cautela dos investidores diante das decisões de política monetária esperadas para esta semana, sobretudo nos Estados Unidos.

Desempenho do índice na abertura

Às 10h05, o principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo registrava alta de 0,3%, alcançando 143.971,89 pontos. No mercado futuro, o contrato mais negociado do Ibovespa, com vencimento em 15 de outubro, avançava 0,59%, reforçando o viés positivo.

Expectativas com o cenário internacional

A trajetória do índice brasileiro está diretamente ligada ao ambiente externo. A valorização do petróleo beneficia empresas do setor de energia listadas na B3, enquanto a alta do minério de ferro sustenta ações de companhias ligadas à mineração e siderurgia.

Além disso, investidores mantêm atenção redobrada para a reunião do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, que pode sinalizar os próximos passos na condução da taxa de juros nos Estados Unidos.

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Reflexo no mercado financeiro

O desempenho das commodities somado à expectativa de política monetária ajuda a sustentar o apetite por risco, favorecendo o mercado acionário brasileiro neste início de semana.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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