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JPMorgan Chase e Citigroup elevam a xiushanmining para foco em computação de IA

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O BTC (Bitcoin), considerado o “pai fundador” da indústria blockchain, define o paradigma central das moedas digitais descentralizadas; enquanto o XRP (Ripple) se concentra em cenários de pagamentos transfronteiriços, apoiando-se na Ripple Network para construir uma infraestrutura financeira eficiente. Os dois diferem significativamente em termos de posicionamento, tecnologia e ecossistema.

Ecossistema e Aplicação: “Finanças Descentralizadas” vs “Cooperação Financeira Tradicional”

A diferença nos ecossistemas se reflete diretamente nos cenários de aplicação e nos grupos de usuários, com quase nenhuma sobreposição.

1. Ecossistema BTC: baseado em uma “reserva de valor descentralizada”
  • Negociação descentralizada: usado como par central (BTC/USDT) em DEXs (como Uniswap, Curve), suporta trocas peer-to-peer;
  • Força: maior efeito de rede (mais de 100 milhões de usuários e 100.000 nós no mundo todo), considerado o “ativo âncora” do mercado cripto, com mais de 40% da capitalização de mercado no longo prazo (dados de 2024).
2. Ecossistema XRP: focado em “pagamentos financeiros transfronteiriços tradicionais”
  • Vantagem: fortemente integrado a instituições financeiras tradicionais, com cenários de uso claros, sendo uma das poucas criptomoedas realmente aplicadas no setor financeiro.
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Dessa forma, a plataforma de mineração Xiushanmining maximiza os rendimentos de BTC (Bitcoin) e XRP (Ripple).

Por que escolher a xiushanmining?

A mineração em nuvem está se tornando tendência devido ao baixo risco e aos requisitos de investimento simples. As vantagens são claras:

  • Sem necessidade de hardware – esqueça os altos custos das máquinas ASIC.
  • Economia de energia – sem contas de luz ou problemas de aquecimento em casa.
  • Renda passiva – a empresa minera em seu nome de forma prática.
  • Contratos escaláveis – comece pequeno e expanda sua capacidade de mineração ao longo do tempo.
Vantagens da Xiushan Mining
  1. Bônus de cadastro imediato: novos usuários recebem US$ 15 após se registrarem.
  2. Sem necessidade de hardware: os usuários compram contratos, sem comprar ou manter equipamentos.
  3. Depósitos e saques flexíveis: suporta várias criptomoedas como DOGE, BTC, ETH, SOL, XRP, USDC, LTC, USDT-TRC20 e USDT-ERC20.
  4. Interface simples: painel limpo e amigável para celular, ideal para iniciantes e investidores experientes.
  5. Programa de indicação: até 3% + 1,5% de bônus por referência e até US$ 300.000 em bônus adicionais.
  6. Taxas transparentes e fundos seguros: sem taxas ocultas; os fundos são protegidos por segurança SSL e armazenados em conta bancária segura, com seguro de proteção para investimentos.
  7. Compromisso com a sustentabilidade: fazendas de mineração usam energia renovável sempre que possível, reduzindo a pegada de carbono e alinhando a operação às melhores práticas ambientais.
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xiushanmining

Resumo

A xiushan mining é uma plataforma de mineração em nuvem dedicada a tornar a mineração de criptomoedas conveniente, transparente e sustentável. A mineração em nuvem é a melhor forma de aproveitar o potencial do Bitcoin em 2025, sem as complicações e altos custos da mineração física.

Com a crescente adoção global do Bitcoin, a mineração em nuvem se apresenta como uma maneira simples de gerar renda passiva.

Fonte: OptiRank Digital LLC

Fonte: Portal do Agronegócio

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Plantio da soja começa no Brasil sob risco de El Niño muito forte

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O plantio da soja 2026/27 começou de forma pontual no Brasil sob o risco de chuvas irregulares no Centro-Norte e excesso de umidade na Região Sul. Mato Grosso e Paraná já possuem áreas semeadas, enquanto os demais Estados entrarão gradualmente no campo entre setembro e dezembro, de acordo com o calendário estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O início da safra coincide com o fortalecimento do El Niño. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) calcula em mais de 90% a probabilidade de o fenômeno alcançar intensidade muito forte durante a primavera e o verão no Hemisfério Sul. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também aponta 90% de chance de intensidade muito forte entre setembro e novembro.

A previsão não significa que todo o país terá falta de chuva. O efeito esperado é diferente em cada região. No Centro-Oeste, no Matopiba e em parte do Norte e do Sudeste, a preocupação está na demora para a regularização das precipitações, nas temperaturas elevadas e na ocorrência de veranicos. No Sul, o principal risco é o excesso de chuva, que pode encharcar o solo, impedir a entrada das máquinas e favorecer doenças.

Mato Grosso abriu o calendário de semeadura em 7 de setembro. As primeiras áreas foram plantadas principalmente em Campo Novo dos Parecis, Diamantino, Brasnorte e outros municípios do oeste que receberam volumes mais expressivos de chuva. Também há trabalhos em áreas irrigadas.

O avanço ainda é inferior a 1% dos aproximadamente 13 milhões de hectares previstos pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A expectativa é de que a semeadura ganhe força somente na primeira quinzena de outubro, quando as chuvas deverão estar mais bem distribuídas.

O problema é que as precipitações registradas até agora são muito localizadas. Enquanto algumas propriedades receberam volume suficiente para acumular água, áreas situadas a poucos quilômetros continuaram secas. Plantar após uma chuva isolada, sem umidade adequada nas camadas mais profundas do solo, aumenta o risco de falhas na germinação, perda de sementes e necessidade de replantio.

A pressa em Mato Grosso está ligada à soja, mas também ao milho e ao algodão cultivados depois da oleaginosa. Quanto mais cedo a soja for colhida, maior será a possibilidade de instalar a segunda safra dentro da janela de menor risco climático. O produtor tenta evitar que o milho e o algodão atravessem o período reprodutivo quando as chuvas já estiverem diminuindo.

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O Imea projeta produção próxima de 49 milhões de toneladas de soja em Mato Grosso. Apesar do pequeno aumento de área, a estimativa considera redução de 5,4% na produtividade média em relação à temporada anterior. O Estado também já comercializou antecipadamente cerca de 39% da nova safra, acima da média histórica de 30,55% para o período, o que aumenta a necessidade de compatibilizar contratos de venda com o volume que poderá ser efetivamente colhido.

No Paraná, o plantio começou no Norte, Noroeste e Oeste, onde a semeadura está autorizada desde 1º de setembro. Até o levantamento mais recente do Departamento de Economia Rural (Deral), aproximadamente 81 mil hectares haviam sido plantados, o equivalente a 1,4% dos 5,76 milhões de hectares previstos para o Estado.

O Sudoeste paranaense foi liberado para plantar em 11 de setembro. Nos municípios mais ao sul, a autorização começa em 20 de setembro. A umidade disponível pode favorecer a emergência da soja, mas chuvas persistentes aumentam o risco de interrupções, compactação, erosão, doenças fúngicas e replantio. O excesso de precipitação também pode atrasar a colheita do trigo e, consequentemente, a entrada da soja nas mesmas áreas.

Rondônia e Amazonas estão autorizados a plantar desde sexta-feira (11), embora ainda não tenham divulgado avanço significativo da semeadura. Em São Paulo, o calendário começou em 1º de setembro na primeira região produtiva, será aberto neste domingo (13) na segunda e chegará à terceira região no dia 16.

Mato Grosso do Sul poderá iniciar o plantio na quarta-feira (16). No mesmo dia, a semeadura será liberada no sul do Pará. O Acre entra no calendário em 21 de setembro, parte de Santa Catarina no dia 22, Goiás no dia 25 e o Rio de Janeiro no dia 29.

Em 30 de setembro, começa a primeira janela do Piauí. Distrito Federal, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Tocantins poderão plantar a partir de 1º de outubro. A mesma data vale para o sul do Maranhão, incluindo Balsas e outros importantes municípios produtores.

No oeste da Bahia, onde estão Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto e São Desidério, o calendário começa em 8 de outubro. Outras regiões de Bahia, Maranhão, Pará, Piauí, Paraná, Santa Catarina e São Paulo possuem datas próprias, definidas conforme o clima e o histórico da ferrugem-asiática.

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Alagoas, Amapá, Ceará e Roraima têm calendários mais tardios, com início da semeadura somente em 2027. Por isso, essas áreas não participam da atual largada da safra nacional.

As datas indicam apenas quando a semeadura é permitida do ponto de vista fitossanitário. Elas não significam que o solo já tenha umidade suficiente nem substituem as orientações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). A decisão de plantar depende das condições de cada propriedade e da previsão de continuidade das chuvas.

No Centro-Oeste, Sudeste e Matopiba, o maior perigo é uma precipitação antecipada estimular a semeadura e ser seguida por vários dias de calor e tempo seco. Além de prejudicar a formação inicial da lavoura, um veranico pode obrigar o produtor a repetir operações e elevar os gastos com sementes, combustível, máquinas e mão de obra.

Caso as chuvas demorem a se regularizar, o problema será transferido para a segunda safra. O atraso na colheita da soja reduz o tempo disponível para o milho e o algodão, enquanto uma interrupção antecipada das chuvas pode atingir essas culturas durante fases de maior necessidade de água.

No Rio Grande do Sul, Santa Catarina e parte do Paraná, o El Niño tende a aumentar a disponibilidade hídrica, mas chuvas frequentes podem produzir o efeito contrário ao desejado. Solo saturado, dificuldade de pulverização, menor luminosidade e aumento da pressão de doenças podem limitar o potencial das lavouras mesmo sem falta de água.

Uma simulação apresentada pelo economista Alexandre Mendonça de Barros, da consultoria EY, calcula que um cenário de estresse climático semelhante ao de 2015 poderia retirar até 12 milhões de toneladas da safra brasileira. O número representa cerca de 6,5% das 186 milhões de toneladas projetadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos para o país.

A estimativa de perda não é uma previsão consolidada, mas uma simulação de risco. O resultado final dependerá da distribuição das chuvas, das temperaturas, da duração dos veranicos e do manejo adotado em cada região. Em uma safra marcada por extremos opostos, o principal desafio não será apenas saber quanto vai chover, mas onde, quando e com que regularidade essa chuva chegará.

Fonte: Pensar Agro

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