AGRONEGÓCIO
Mercados asiáticos sobem com otimismo sobre negociações comerciais entre China e EUA
AGRONEGÓCIO
As bolsas da Ásia encerraram o pregão desta terça-feira (21) em alta, com destaque para os mercados chineses, que registraram o melhor desempenho em seis semanas. O avanço foi impulsionado pelo alívio nas tensões comerciais entre China e Estados Unidos e pela divulgação de resultados corporativos acima das expectativas.
Bolsa de Xangai tem maior ganho desde setembro
O índice de Xangai subiu 1,36%, marcando seu melhor resultado diário desde 11 de setembro. Já o CSI300 — que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen — avançou 1,53%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng registrou alta de 0,65%.
Os ganhos refletem o otimismo renovado dos investidores após declarações do presidente norte-americano Donald Trump, que demonstrou confiança em um possível acordo comercial com o presidente chinês, Xi Jinping. Segundo ele, as tarifas impostas aos produtos chineses “não são sustentáveis” a longo prazo.
Expectativas positivas impulsionam apetite por risco
De acordo com relatório do Bank of America, a maioria dos investidores já não espera um agravamento nas negociações entre as duas maiores economias do mundo. Pelo contrário, cresce a percepção de que um acordo poderá ser alcançado em breve.
O banco também destacou que uma reunião entre Trump e Xi, prevista para ocorrer durante a cúpula da APEC no fim do mês, segue sendo o cenário-base esperado pelo mercado.
Alta generalizada nas principais bolsas da Ásia-Pacífico
Além da China, outros mercados asiáticos acompanharam o movimento de alta:
- Tóquio (Nikkei): +0,27%, a 49.316 pontos
- Hong Kong (Hang Seng): +0,65%, a 26.027 pontos
- Xangai (SSEC): +1,36%, a 3.916 pontos
- Shenzhen (CSI300): +1,53%, a 4.607 pontos
- Seul (Kospi): +0,24%, a 3.823 pontos
- Taiwan (Taiex): +0,23%, a 27.752 pontos
- Cingapura (Straits Times): +1,12%, a 4.377 pontos
- Sydney (S&P/ASX 200): +0,70%, a 9.094 pontos
O movimento positivo foi interpretado por analistas como um sinal de retomada do apetite por risco, à medida que o mercado global avalia uma possível trégua comercial e resultados financeiros sólidos em grandes companhias da região.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Unesp desenvolve nova abordagem para nanoherbicidas mais eficientes e sustentáveis no controle de plantas daninhas
Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) propuseram uma nova abordagem científica para o desenvolvimento de nanoherbicidas, com foco em maior eficiência agronômica e sustentabilidade ambiental. O estudo, conduzido no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável, sugere inverter a lógica tradicional de criação desses insumos, colocando as características das plantas daninhas no centro do processo.
A proposta foi publicada na revista científica Nature Reviews Methods Primers e representa um avanço relevante para o manejo de invasoras que impactam diretamente a produtividade agrícola no Brasil.
Plantas daninhas seguem como desafio no campo
Espécies como caruru, capim-azevém e capim-pé-de-galinha estão entre as principais ameaças às lavouras, podendo reduzir em cerca de 15% a produtividade de grãos, mesmo em áreas com manejo.
Esse cenário tem impulsionado a busca por soluções mais eficientes, como os nanoherbicidas — tecnologia que permite a liberação controlada e direcionada de ingredientes ativos, aumentando a absorção pelas plantas e reduzindo o volume aplicado.
Novo conceito melhora eficiência dos nanoherbicidas
Atualmente, o desenvolvimento de nanoherbicidas é baseado principalmente nas propriedades dos materiais utilizados. A nova proposta da Unesp, chamada de Plant-informed nanodesign (PIND), muda esse paradigma ao priorizar as características biológicas das plantas-alvo.
Na prática, isso significa desenvolver nanopartículas específicas para cada espécie daninha, aumentando a eficácia do controle e reduzindo perdas.
Caracterização detalhada das plantas orienta tecnologia
Para viabilizar essa abordagem, os pesquisadores realizam análises aprofundadas das plantas invasoras, considerando fatores como:
- Espessura e tamanho das folhas
- Quantidade de estômatos
- Espessura da cutícula
- Presença de tricomas
- Rugosidade da superfície foliar
Essas informações permitem projetar nanopartículas mais aderentes e eficientes na absorção dos herbicidas.
Tecnologia alia produtividade e sustentabilidade
As análises utilizam técnicas avançadas, como microscopia confocal e microscopia eletrônica de varredura, que permitem observar estruturas microscópicas com alta precisão.
O objetivo é desenvolver soluções que aumentem a eficiência do controle de plantas daninhas, reduzam o uso de insumos químicos e minimizem impactos ambientais — uma demanda crescente no agronegócio brasileiro.
Inovação fortalece agricultura de precisão
A nova metodologia reforça o papel da nanotecnologia na agricultura de precisão e na transição para sistemas produtivos mais sustentáveis. Ao alinhar ciência, inovação e eficiência no campo, a proposta da Unesp abre caminho para uma nova geração de defensivos agrícolas mais inteligentes e adaptados às condições reais das lavouras.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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